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Damon Visita...

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Damon Visita...

Mensagem por isabella.swan.caindo em Seg Ago 23, 2010 7:20 pm


Nome da fanfic: Damon Visita...
Autoras: Bella, Esme e Jane (minhas amigas de blog :-)
Classificação: Livre
Tipo: Universo alternativo - Na maior parte do tempo comédia, mas tem um pouquinho de drama também. :-)
Shipper: Damon é protagonista da bagunça toda!
Restrições: Nenhuma, só não leia se não gostar de ver o pessoal do TVD interagindo com personagens de fora...
Resumo: Na verdade essa seria uma one shot, mas foi ganhando proporções gigantescas...
Em cada Capítulo Damon vai visitar uma pessoa, começa com os Cullens, mas logo logo ele já vai estar visitando um monte de gente. Bem, eu espero que gostem.


Capítulos:
Obs: cada capítulo tem meio que um subtítulo....

Capítulo 01 - Uma Visita Para Rosalie Hale
Capítulo 02 - Uma Visita Para Jasper Hale
Capítulo 03 - Uma Visita Para Reneesme Cullen
Capítulo 04 - Uma Visita Para Edward Cullen
Capítulo 05 - Uma Visita Para Emmett Cullen
Capítulo 06 - Uma Visita Para Carlisle Cullen
Capítulo 07 - Uma Visita Para Alice Cullen
Capítulo 08 - Alice Visitará Mystic Falls?
Capítulo 09 - Jasper Visita Houston
Capitulo 10 - Alice Visita Mystic Falls: A Irmã Salvatore
Capitulo 11 - Alice Visita Mystic Falls: O Desabafo
Capitulo 12 - Jasper Vai A Mystic Falls?
Capitulo 13 - Jasper Visita Mystic Falls
Capítulo 14 - Stefan E Elena Visitam Forks
Capitulo 15 - Emmett Visita Mystic Falls
Capítulo 16 - Katherine Procura Um Soldado
Capítulo 17 - Damon Vista a Itália
Capítulo 18 - Stefan ao Regaste

Bem, ela não acabou ainda... Mas eu vou começar a postar esses que já foram escritos primeiro, ok?
Juro que posto um capítulo por semana sem falta e qualquer coisa me cobre sem problemas. Very Happy

Bem, eu espero que gostem! Comentem o que acharam se quiserem, tá?


Última edição por isabella.swan.caindo em Qui Fev 16, 2012 12:05 am, editado 6 vez(es)
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Capítulo 1 - Uma visita para Rosalie Hale

Mensagem por isabella.swan.caindo em Seg Ago 23, 2010 7:23 pm

Capítulo 01 - Uma visita para Rosalie Hale

Forks...

Cidadezinha sem graça, pessoas sem graça, ambiente sem graça... E agora estou me perguntando por que estou aqui perdendo meu tempo?

Ah, sim!...

Eu prometi a minha “cunhadinha” dar uns dias de descanso para o chato do meu irmão...

Mas porque Forks? Simples!

Fiquei sabendo que uma tal loira arrasa quarteirões vive aqui. Eu não poderia deixar a chance dela passar, não é? Afinal, tenho que dar a chance a essa beldade de me conhecer, não é?

Estou a caminho de sua casa no meio do bosque. Será que vou encontrar lobos atrás de uma vovozinha por aqui? Ha! Piada... Ok, às vezes eu faço piadas para mim mesmo... Será que estou nervoso? Agh! Claro que não!

Ela é quem ficaria se soubesse que estou a caminho.

A propósito, bela construção. Os parentes dela mantêm esses vidros sem manchas. Provavelmente ela tem alguma empresa de limpeza na famí... eca! Que fedor terrível é esse? Seriam...?? Não, eu devo estar equivocado.

Bem, a hora chegou!

Linda eu estou para bater a sua porta e dar-lhe o prazer de me conhecer!

Bati a porta, o fedor aumentou...

Credo... Realmente algo de ruim está pairando no ar. Seria um novo tipo de verbena? Ou um córrego mal encanado que passa pela propriedade?

Melhor me focar!

A porta abriu. De dentro da casa um cheiro medonho foi lançado para fora enquanto um moleque grande e bronzeado a abria.

Nossa, será que ele nunca tomou banho na vida não?

– E aí? – o tal carinha, que desconhece hábitos civilizados de limpeza, falou comigo.

Eu estava abanando minhas mãos para espantar o cheiro enquanto buscava coragem para responder. Não por medo, mas estava vendo que respiraria aquela podridão novamente.

– Oi! Cof!! – tentei expulsar o ar.

– Você está legal?

– Acho que estou! – lhe disse tentando recuperar minha compostura, afinal eu já enfrentei coisas piores... Como certas mulheres em TPM... – na verdade procuro uma loira... Seu nome é...

– Ah cara, entra aí! A loira psicopata tá no segundo nadar.

Passei pela porta meio vacilante. Nunca foi tão fácil assim entrar em uma casa. O garoto devia ser meio burro mesmo...

Mas as palavras dele me fizeram pensar. “Loira psicopata”? Estranha forma de referir-se à ela.

Será que estou na casa certa?

Fiquei preocupado com a possibilidade de eu ter cometido um engano.

O que não seria possível, pois eu nunca erro. Apenas dou algumas voltas na estratégia até chegar à execução perfeita de meu plano.

Bem, mesmo assim, decidi confirmar...

– Por um acaso a “loira psicopata” na qual você se referiu, o nome dela seria Rosalie?

– Bem, chamar chama, mas eu a chamo pelo modo carinhoso... Mas, e aí? O que tá fazendo atrás dela?

– Ah... eu... na verdade você não poderia chamá-la, não? – estava ficando irritado com este moleque, então usei meu poder de persuasão nele. – Você vai chamá-la!

– Já que insiste... Mas o azar é todo seu – ele deu de ombros e virou as costas.

Dei um sorriso sem graça para ele sumir logo dali e levar consigo aquele cheiro insuportável! Aquela garota poderia ser linda, e eu teria certeza de sua beleza em minutos, mas nada me tirava da cabeça que ela não estava rodeada de boas companhias.

O garoto subiu as escadas. Eu comecei a vagar pela sala e olhar as fotografias em pequenos porta retratos por cima das mesas e da lareira. Em uma delas havia um casal, uma garota baixinha de cabelos pretos arrepiados – provavelmente não foi a um bom cabeleireiro – e um carinha de cabelo miojo. Terrível. Na outra foto uma garota com cara de sonsa e um carinha de cabelo arrepiado. Terrível também. Em outra uma mulher tremendamente linda, com cachos ruivos e um carinha loiro ao seu lado. Bem, ela era alguém a se dar certo crédito... Hmmm, vou analisar possibilidades futuras...

Foi nesse momento que vi a foto dela! Sim, ela era linda! Acima da lareira um quadro enorme com suas feições angelicais e seus lindos cabelos loiros! Era ela, só podia ser! Aquela que eu estava procurando. Mas... quem diabos é esse rapaz atrás dela?

Ouvi passos apressados descendo a escada. O casal da foto, a sonsa e o de cabelo arrepiado, passou pela sala em que eu estava sem me dar muita atenção.

A sonsa dizia ao rapaz:

– Vamos passear amor! Fiquei sabendo pela Reneesme que a livraria de Port Angeles está com novidades. Eu quero tanto um livro... – Reneesme? Quem diabos colocaria um nome desses em uma criatura?

– Claro amor, tudo que você quiser – ele disse me encarando, meio desconfiado, mas ainda a caminho da porta.

Eles saíram sem perguntas.

Definitivamente, ele tem problema. Imagina se uma mulher iria mandar assim em mim? Ah! Francamente!

Se bem que, me peguei em pensamentos...

Katherine, linda como sempre, estava com um vestido branco perto da varanda. Seus olhos estavam quase fechados devido aos raios do sol.

– Querido, poderiam pegar uma sombrinha para mim?

– Mas é claro!

E eu fui correndo...

Oops! Foco! Foco! Esforcei-me para sair do pensamento.

Eu deveria me entreter um pouco até a chegada dela, então sentei em um dos sofás. Ele era tremendamente macio e suas cores claras lembravam a pele de... Foco!

Eu deveria pensar nela, na deusa em que conheceria em instantes! Provavelmente ela deveria estar se preparando para contemplar o prazer de me conhecer pessoalmente. É, as mulheres são assim.

Corri os olhos pela sala. Passei a mão em uma mesinha de canto. Nenhum pó. Olhei as cortinas de perto, totalmente limpas. O piano de cauda era tão limpo que refletia tudo ao seu redor. Nada estava fora do lugar. Nada, nem mesmo uma migalha.

Nossa, eu ainda acho que, tirando o cheiro do moleque, alguém aqui deve realmente gostar de limpeza...

A garota de cabelos espetados e seu acompanhante da foto – o rapaz com cabelo de miojo – chegaram à sala.

– Olá?! – ela veio pulando e toda contentinha.

– Oi – respondi secamente.

O carinha estava olhando de uma forma estranha para mim, como se estivesse desconfiado de algo.

– Jake disse que você veio ver a Rosalie.

– Olha só, o fedido tem nome então?

O casal olhou sorridente para mim, como se entendesse o meu drama. E não como se tivesse ficado bravo com o comentário.

É definitivo: pessoas estranhas moram nessa casa.

– Bem, eu sou a Alice e este é o Jasper! – ela apresentou-se toda saltitante. Ela tem molas nos pés, é?

– Na verdade, é um prazer conhecer algum igual a nós.

– Bem, você não está falando de nossos cabelos, não é? – tentei parecer... digamos, sociável.

– De onde conhece a Rosalie? – o rapaz perguntou antes mesmo de eu responder a pergunta da tal Alice.

– Bem, ainda não a conheço – olhei para sua foto a cima da lareira. – Pelo menos, ainda não pessoalmente.

Alice pareceu prestar atenção em algo que só ela via.

O tal Jasper, que não me era tão estranho assim se eu pensasse bem, arrumou um lugar em um dos sofás e se sentou.

– Vamos para lá, Jazz?

– Na verdade, Alice, eu não perderia isso por nada – ele me encarou e sorriu.

Em um passe de mágicas, Alice estava sentada ao lado dele.

– Pensando bem, eu sei que será divertido e que ouviremos de qualquer modo mesmo! Não vai alterar em nada ficarmos aqui ou não!

Estranhos... definitivamente... estranhos!

Eu estava me perguntando como fui cair naquele hospício mesmo? Quando ela, sim, ela apareceu descendo as escadas! Simplesmente radiante. Dei alguns passos até o final dos degraus para lhe cumprimentar...

Mas ela passou reto!

– Alice, por acaso sabe onde esta meu estojo de maquiagens?

Como é? Ela não me notou? Mas isso não é possível!

Olhei para Jasper e Alice, eles tentava segurar suas gargalhadas. Eu realmente fiquei louco da vida nessa hora. Alice deve ter percebido, porque tentou disfarçar.

– Não Rose, eu não sei...

Ela ficou com um olhar esbugalhado de peixe morto e uns segundos depois voltou a falar.

– Bem, a Esme vai achá-lo em minutos – não é por nada não, mas... cada nominho, hein?

Rosalie se virou e iria novamente subir as escadas, mas me coloquei a sua frente.

– Olá!

Eu tentei beijar sua mão, mas ela não deixou.

– Você é quem mesmo?

– Damon Salvatore, a seu dispor!

– Como é? Por acaso é amigo do cachorro?

– Cachorro? Como é? – juro que fiquei sem entender.

– Aff! – ela bufou. – Mais um incompetente!

Ela se desviou de mim e subiu as escadas novamente.

Alice levantou do sofá e conversou com o tal Jasper.

– Viu? Eu disse que não faríamos diferença!

Ele levantou logo depois. Ela foi toda saltitante para outro cômodo e ele ainda parou pra falar comigo.

– Bem, agora você já a conhece pessoalmente, soldado!

Ele saiu rindo de algo que não faço ideia.

Depois daquilo eu ia fazer o quê?

Saí inconformado! Mas com a certeza de que logo voltaria. E dessa vez, a tal Rosalie terá de falar comigo direito! Ah se terá! Agora ela me deixou zangado!

Agora não preciso mais que me convidem para entrar mesmo!





Última edição por isabella.swan.caindo em Sab Set 18, 2010 1:14 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Damon Visita...

Mensagem por Alê Salvatore em Seg Ago 23, 2010 10:13 pm

Bella sua fanfic é muito divertida mesmo!! fiquei aqui lendo e imaginando esses dois mundos de vampiros tão conhecidos por nós, interagindo, sem saber uns da existencia dos outros! muto legal!!!
continua quer ler mais!
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Capítulo 2 - Uma visita para Jasper Hale

Mensagem por isabella.swan.caindo em Sab Ago 28, 2010 9:38 pm

Capítulo 2 - Uma visita para Jasper Hale

Forks... O meio do nada e eu aqui de novo...

Bem, eu não voltaria tão cedo, mas fiquei meio encafifado.

E por incrível que parece não foi por causa dela. Não, não foi a tal loira, eu devo deixá-la sofrer um pouco quanto a minha ausência.

Vim tratar de outro assunto. Afinal, aconteceu que o tal cabelinho de miojo me chamou de “soldado” e eu quero saber qual é a dele.

A loira é linda, mas eu não corro atrás das mulheres: são elas que devem correr atrás de mim...

A propósito, vamos lá.

...

Cheguei até a residência.

Eu já fui entrando, afinal, quem precisa bater uma segunda vez na porta, não?!

A sala estava vazia, sem contar pela lareira que estava acesa.

Me aproximei da lareira... Não faz um dia que estive aqui e as fotos já estão todas diferentes. Incrível!

Senti um aroma diferente vindo em minha direção.

- Hei! Quem é você?

Os olhos curiosos e assustados de uma bela garota de cabelos castanhos me interrogavam.

Dei um passo à frente e tentei pegar em sua mão. Mas ela recuou com cara de espanto.

- Sou Damon Salvatore. E você é...?

- Ness... Reneesme. Sou Reneesme Carlie...

- Reneesme Carlie? – aquilo me mortificou. – Meus pêsames!

- Hei! É meu nome!

- Desculpe, eu não sabia que você... – não podia acreditar no que ia falar, – gostava...

- Ele é lindo! – ela fez beicinho e cruzou os braços como uma criança emburrada... aliás, como Katherine fazia.

- Eu acho que já ouvi falar de você... – tentei procurar as fotos para me nortear.

- É? Quando? – ela parecia surpresa.

- Eu estive aqui ontem... Um casal descia a escada e a moça disse que uma tal de Reneesme havia falado de um... acho que, livro interessante havia sido lançado.... Bem, eu não me atento aos detalhes.

- Ah, tá! Eram minha mãe e meu pai!

- Sua o quê?

- Minha mãe!

Acabei sorrindo involuntariamente. Como ela era bobinha!

- É assim que chama quem te transformou?

- Ela não me transformou! Ela me teve mesmo! – ela parecia zangada.

Ok, ok, não vale a pena discutir com doidos. Eu decidi ficar quieto.

Comecei a olhar para os lados. Percebi que ela tentava olhar para os mesmo pontos que eu.

- Sr. Salvatore...

- Sim – continuei sem encará-la. Agora eu analisava as novas fotos.

- Eu poderia... bem, só por um acaso, saber que você procura tanto em minha casa?

Putz! Que indelicadeza a minha!

- Ah, eu procuro pelo... como é mesmo o nome dele? Ah! Jasper! Eu procuro por Jasper! Aquele cara do cabelo de miojo, sabe?!

Ela sorriu.

- Claro que sei! Quer que eu o chame meu tio? Ou alguém já... – bem, melhor ela não saber que entrei sem pedir.

- Na verdade, ficaria grato se pudesse chamá-lo. Você vai chamá-lo, não é?! – eu tentei manipulá-la, mas não foi preciso.

- Mas é claro! – ela deu um salto, se virou e subiu as escadas alegremente.

Realmente, este povo aqui tem problemas... Estou falando que eles tem...

Em segundos, o tal do Jasper já estava descendo as escadas.

- Ué! Não está procurando a Rosalie desta vez? – ele parecia não acreditar enquanto descia a escadaria tranquilamente.

- Não, – eu dei um passo em direção ao último degrau, – algo que você me disse... – ele me cortou.

- Te deixou curioso!

- É isso! Como sabe?

- Talvez eu fale sobre isso depois... Mas... – ele queria desconversar. – O que te deixou curioso?

- Por que... – ok, era bom que partíssemos para o assunto que realmente me importava. – Por que você me chamou de “soldado”?

Ele sorriu como quem acaba de roubar vários doces de uma criança.

- Bem, me acompanhe!

Ele passou a andar a minha frente em direção a um corredor e eu, tomado por curiosidade, o segui.

- Na verdade, achei que não notaria ou até mesmo que não se importasse.

Eu olhava as paredes do iluminado corredor e me perguntava, como ele poderia não ter um anel para se proteger de tanto Sol?

- É que... – me obriguei a sair de meus pensamentos ao ouvir suas palavras. – Bem, eu apenas percebi.

Ele entrou em uma sala. Eu o segui. Notei que o cômodo, na verdade, era uma grande biblioteca... um escritório, como diria meu espertinho irmão Stefan...

- Uau! – isso foi involuntário...

Ele me ignorou.

Enquanto eu olhava ao redor, ele puxou um antigo livro de uma das imensas prateleiras e o colocou aberto sob a escrivaninha.

- Te conheço daqui – ele disse apontando para uma das páginas.

Eu andei meio incerto até a mesa. Percebendo minha reação, ele pegou o livro e leu em voz alta.

- “Desertores: Damon Salvatore de Mystic Falls. Causa: desconhecida. Paradeiro: indefinido” - Ele devolveu o livro na mesa e eu o peguei.

- Como me achou aí?

- Sabe, é que os Confederados mantinham diários de reserva. Aliás... – ele, do nada, ficou pensativo, – me pergunto por que não foram atrás de você!

Eu dei de ombros.

Cara, só fui para aquele exército porque meu pai me obrigou a me alistar. Eu não precisava realmente ficar lá.

A propósito, eu não deixaria que Stefan se casasse com Katherine em minha ausência. Mas... pensando bem, se eu tivesse deixado meu irmão e ela ficarem juntos... Foco Damon! Foco! Isso não vem ao caso.

- Então, como sumiu?

- Simples. Voltei para casa!

- E ninguém te procurou lá? – ele parecia incrédulo.

- Não – e em pensamentos, lembrei que em Mystic Falls, uma cidade cheia de vampiros, um soldado desertor não era, de fato, alto tão preocupante.

- Incrível!

- Enfim, - decidi desconversar - vocês não tem nada para se beber por aqui, não?!

Ele ficou de olhos arregalados com minha pergunta tão inocente.

- Como é? – ele tentava achar palavras. – Quer dizer “sangue”?

- Não, cara. Eu digo bebida mesmo, sabe?! Vinho, Martini, Vodka... Essas coisas...

Ele sorriu e fez cara de quem se divertiu com alguma piada.

- Está de gozação, não?!

- Não!

Eu comecei a andar e olhar ao redor. Tinha que ter algo por aqui.

O tal Jasper ainda estava incrédulo quando o responsável por aquela bela criatura de nome medonho – o pai de Reneesme – entrou no cômodo.

Ele me encarou e se dirigiu para Jasper.

- O que ele quer aqui?

Respondi antes de Jasper.

- Só descobrindo que os Confederados me sacanearam... – Pensando bem, eles não foram os únicos.

O tal Jasper respondeu por si mesmo logo em seguida:

- Só estamos conversando sobre a Guerra Civil. Estivemos na mesma batalha, creio eu.

Oops, deixei algo cair e quebrar com o susto que as palavras dele me causaram. Olhei para baixo a fim de ver o estrago que tinha causado, mas quando voltei minha atenção para eles, ambos me encaravam.

- Foi mal... Você também estava lá, é?! – eu ri da ironia. – Seu pai devia ser um idiota assim como o meu, não?!

- Não... – mas, ele não terminou a frase e andou alguns passos antes do cabelo arrepiado o parar.

- Acalme-se Jasper. Não foi uma ofensa!

- É, não foi. Foi só uma observação... – eu disse enquanto olhava vários títulos em uma estante.

Os dois ficaram se encarando enquanto eu fingia que não reparava em nada.

- Então, o que vocês fazem por aqui para se divertir?

Um olhou para o outro procurando respostas.

- Qual é? Duvido que ficam lendo o dia todo – o tal Jasper abaixou os olhos. – Xi... cara, arrume uma mulher!

A de cabelo espetado entrou neste exato momento toda saltitante e foi em direção ao Jasper.

- Oi amor! – ela pulava como uma gazela.

- E você ainda fica lendo? Hmm... – fiquei me perguntando o problema desses caras.

- Bem, quando não se dorme há muito tempo livre, não? – ele tentou argumentar.

Bem, eu fiquei boquiaberto involuntariamente – eu quero dizer, isso ao meu favor. A tal moça pareceu ficar feliz com a minha reação.

- Algum problema senhor Salvatore? – ela me olhava com um sorrisinho sarcástico.

- Não dorme... não comem... andam com um cara que fede... Puxa, eu tenho que dizer: vocês realmente são estranhos!


Última edição por isabella.swan.caindo em Sab Set 18, 2010 1:13 pm, editado 1 vez(es)
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Re: Damon Visita...

Mensagem por Tatiana em Qui Set 09, 2010 6:25 pm

HSIUAHSIUAHSIUAHSIU, eu ameeei!
Imagina o Damon com os Cullen! kkkk'
Cara, são total e completamente diferentes!
Posta maais! ><
beeeijo :*
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Re: Damon Visita...

Mensagem por Alê Salvatore em Qui Set 09, 2010 8:59 pm

Mais um capitulo que eu adorei Bella!!!!
continua que eu quero mais!
é super divertido!
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Re: Damon Visita...

Mensagem por isabella.swan.caindo em Dom Set 12, 2010 1:46 am

Desculpa gente, por causa de provas acabei atrasando... mas hoje posto 3! :-)
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Capítulo 3 - Uma visita para Reneesme Cullen

Mensagem por isabella.swan.caindo em Dom Set 12, 2010 1:48 am

Capítulo 3 - Uma visita para Reneesme Cullen

- Esse não... Aqui também não...

Eu estava quase dentro de um dos armários da cozinha. Até mesmo estar atrás de um simples copo nessa casa era uma tarefa um tanto quanto complicada...

- Hey!

Bati a cabeça na parte de cima de um dos armários quanto ouvi o andar de saltos. E ela chegou zangada!

- Ai!

Eu tirei a cara de dentro do armário com a mão passando sob o local no qual eu havia batido.

- Quem é você?

Ah, isso de novo?! Já esta ficando chato...

Dei um passo a frente e peguei a mão dela.

- Sou Damon Salvatore.

Beijei sua mão e ela me olhou ainda mais espantada... Porém, ela também estava encantada porque mudou suas palavras para um tom mais casual.

- E o que estaria fazendo em minha cozinha, senhor Salvatore?

- O que mais eu faria? Estou procurando um copo!

Ela ficou lindamente confusa, mas andou até um dos armários e pegou um.

- Aqui está...

- Obrigado.

- Vai fazer o quê com ele? - ela parecia curiosa.

- Bem... eu... Você não teria algo por aí? Tipo alcoolico??

- Não... na verdade só temos - ela olhou para os lados, - água e... no máximo chá...

A "pobre coitada" da Reneesme chegou com o cabelo arrepiado.

- Ah... você aqui de novo? Está enchendo a Esme agora?

- Quem diabos é Esme?

A ruiva me olhou espantada e falou bem baixinho meio encabulada.

- Sou eu...

Cara, que mancada da minha parte...

- Ah... Eu estava brincando, é claro que eu nunca me esqueceria....

Ela me olhou sorrindo e depois ficou pensativa.

- Na verdade, você nem ao menos perguntou meu nome... Realmente não teria como saber...

- Eu... - Cara, o que falo? Já sei! - Vou fazer um chá para nós, que tal hein?

A "pobre" Reneesme ficou toda empolgada.

- Ótimo! Eu adoro chá! - ela logo foi pegando uma chaleira.

A tal Esme não pareceu muito feliz.

- Não gosta de chá?

- Na verdade, é que... bem, não bebemos chá, não é? - tive um movimento de sobrancelha involuntário, eu juro...

- Hum... - porque?

- Engraçadinho! - a ruiva sorriu e passou por mim até o armário. - Vão querer chá de quê?

Fiquei pensativo... Será mesmo que ela não gosta de chá?

- Bem, pode escolher - olhei para Reneesme que sorriu pra mim.

O chato do pai dela chegou nessa hora... Sujeitinho que mais parece o Stefan...

- Porque não pega verbena para fazer chá?

Reneesme parecia não ter entendido, pois pulou contente em direção a porta que ia para fora da casa. Eu tive que pará-la.

- Hey! Foi uma piada - eu sorri pra ela. - Que tal hortelã ou algo menos nocivo?

O tal Edward sentou em um dos banquinhos e ficou me encarando.

- Pensei que já tivesse ido embora!

- É, na verdade, eu decidi ficar. Te incomodo? - perguntei de forma bem sarcástica.

- Pode ficar o quanto quiser senhor Salvatore! - era a "pobre" Reneesme. - Não é vovó?

Cara, a tal da Esme me olhava meio encantada... Parecia até distraída.

- Ha, claro, claro que pode. Porque não?

Reneesme pegou um potinho no armário, com camomila.

- Xi, serve camomila?

- O que você quiser linda - lhe respondi olhando diretamente para seu pai, que pelo olhar queria mesmo me matar. Grande coisa! Ele que entrasse na fila.

- Seu irmão não esta sentindo sua falta, não?!

Fiquei pensativo, eu já havia falado de Stefan? Hum...

- Eu creio que não, porque?

- É, é verdade você não falou de seu irmão Stefan... Ele é insuportável como você?

- Nãaaoooo - eu dei uma de piadista, - afinal eu não sou insuportável. Sou Reneesme?

- Claro que não! - ela foi perto do pai dela. - Pai, pare de ser chato! - ela tentou sussurar. - Ah! O chá esta pronto!

Ele levantou, como o mimado que deve ser, - definitivamente era um Stefan 2, a missão... - e saiu, mas não antes de deixar uma frase de efeito, que tenho que ressaltar que pra mim não fez nenhum efeito!

- Cuidado com ele Reneesme, ele não é tão bonzinho como você pensa.

Ofereci uma xícara para Esme. Só para ignorá-lo.

- Quer um pouco?

- Não, obrigada, eu não bebo chá.

- Ok, talvez um dia tentemos algo mais forte, então.

- Ok, pra mim também chega por hoje - ela se levantou do banquinho que estava sentada. - Vejo você mais tarde, querida?

- Sim, vó!

- Vó? Como ousa chamar aquela princesa de avó? - eu me fingi ultrajado.

Esme saiu sorrindo.

- Mas, me diga, o que você faz de divertido por aqui?

- Divertido? Hum... - ela pareceu ficar pensativa, e logo após deu um sorrizinho malvado. Ela se divertia muito com alguma coisa!

...

Eu iria me arrepender. Definitivamente, eu iria me arrepender para o resto da minha pós morte.

Eu odeio motocicletas!

Eu odeio perder para uma pirralha!

Eu odeio atolar na poça de lama!

Ela acabou com a minha roupa!

Eu estava sujo de barro dos pés a cabeça e ela voltou com a moto dela pra me socorrer.

- Tá tudo bem aí?

Eu limpei um pouco de lama da minha cara.

- Nada que uns duzentos anos de banho não me dê um jeito... Aff!

Eu bufei, tentei tirar a droga da minha motocicleta do lugar e caí de cara no barro de novo.

Sabe, eu agradeço por Stefan estar longe. Aliás, por seu irmão gêmeo perdido estar longe também... Ter aquele tal de Edward por perto prejudicaria ainda mais a minha... moral? Alto estima? Sei lá! Só sei que eu ficaria mais puto ainda.


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Capítulo 4 - Uma visita para Edward Cullen

Mensagem por isabella.swan.caindo em Dom Set 12, 2010 1:51 am

Capítulo 4 - Uma visita para Edward Cullen

Ok, eu me rendo!

Depois de Reneesme, eu tive de ir para casa tomar um banho.

Tudo estava tranquilo em casa. Nenhum sinal de meu irmão.

Fui ao banheiro e demorei o máximo que pude. Eu estava tão sujo que aquela terra toda parecia ter impregnado em minha pele e fixado residência.

...

...

...

Ufa! Até que enfim me livrei daquela sujeira! Foi uma tarefa árdua, mas eu consegui cumpri-la!

Bem... O placar estava quase empatando, mas no final, eu dei um “chega pra lá” na sujeira e ganhei!

Saí secando o cabelo em uma das toalhas macias que temos em casa. Até que estava gostoso!

Opa! Entrei no quarto e dei de cara com meu irmãozinho Stefan conversando com alguém seriamente no telefone. Ele me olhou de forma intimidora e fez sinal para que eu esperasse.

- Sim, claro! ... Você tem razão. ... O Damon é bem irritante mesmo. ... Eu vou falar com ele! ... – ele continuou ouvindo mais algum tempo e depois desligou.

Eu já estava todo esticado na cama.

Não liguei muito para o Stefan ali ao lado da cama. Logo ele começaria a ladainha que eu não queria ouvir.

- Por onde você andou, Damon? – Ué? Por esta eu não esperava!

- Por aí, por quê?

- Bem, porque a xerife Forbes está te procurando há dias! Ela até trouxe um mandato para entrar na casa e te procurar... Provavelmente, ela deve ter tido a impressão de que eu estava prendendo você! Por que será, não?!

Eu fiz cara de surpreso.

- Vai saber, não é?!

Ele se estressou.

- Damon, para você é tudo festa, não é?

- Você quer a verdade ou a mentira?

- Damon!

- É!

- Você deveria dar o mínimo de satisfação de seus atos. Se não para mim, pelo menos para aqueles que você inclui em seus planos! – oops, ele realmente estava bravo.

Eu decidi ir beber. Stefan estava me entediando já. Peguei um copo e comecei a procurar por algo, o que encontrei rapidamente... Bem diferente daquela casa estranha!

Ah, o Stefan continuava falando. Que coisa, não?! Eu nem percebi!

- Outra pessoa ligou. Um tal de... ah... Não sei. Era um nome meio estranho. Ele disse que você estava atormentando a família dele e dando em cima da filha e da mãe dele. Cara, você é louco?!

- Hmm... Mas se você as visse!

- Damon!

- Já sei quem é...

- Não é engraçado, Damon. Não se dá em cima das pessoas assim. Você deve ter problemas!

Eu o ignorei. Já havia me trocado mesmo, então dei meia volta para sair.

- Hey, aonde você vai?!

- Visitar o cara que ligou!

- Hey, hey! Damon, você prestou atenção em algo que te falei?

- Não, por quais motivos deveria? – Ok, fui cínico e sarcástico.

...

Lá estava eu novamente na casa dos Cullens.

É claro que fui entrando, e dei de cara com o Edward.

- E aí? Saudades?

- Você não viu seu irmão por acaso, não?!

- Vi, por quê?

- Ele não te disse nada?

- Disse, sim! Mas eu ligo?

Vi que o tal Edward deveria estar bufando por dentro, e me olhava querendo me matar. Até parecia aquele vizinho que tivemos em Florença... Devem ser parentes! Só que ele andava com um sobretudo preto, chapéu e uma pasta... Fiquei refletindo.

Percebi que o Edward pareceu se surpreender do nada. Parecia que ao invés de pensar, eu estava falando as coisas para ele...

- Então, vai embora?

Eu sentei no sofá e olhei para o lado. Edward pegou o controle remoto para entregá-lo em minha mão.

- Avise-me quando for embora pra que eu possa fazer uma festa!

Eu dei um sorriso amarelo. Definitivamente, ele estava começando a me irritar!


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Capítulo 5 - Uma visita para Emmett Cullen

Mensagem por isabella.swan.caindo em Dom Set 12, 2010 1:54 am

Capítulo 5 - Uma visita para Emmett Cullen

Katherine?

Ela estava linda! Eu nem podia acreditar...

Seus belos cabelos encaracolados desciam em cascata em suas costas, seu vestido, seu chapéu e sua sombrinha em tons claros... Tudo acomodado em seu belo corpo sentado em um pequeno banquinho branco.

- Katherine! – eu a chamei.

Ela virou o rosto e me viu. Instantaneamente um sorriso abriu em seu rosto. Ela soltou sua sombrinha, levantou-se e começou a correr em minha direção. Larguei minha arma e corri para encontrá-la.

Ela corria ao meu encontro com um lindo sorriso. Tudo parecia um sonho encantado. Um maravilhoso sonho.

E era!

Acordei assustado e gritei ao ver grandes olhos de um cara me olhando.

- Cara? Tu tava dormindo? – Ha! Ele só podia estar brincando comigo, né?! Então me resguardei o direito de ficar quieto... - Uau! – é, ele parecia mesmo impressionado.

Me endireitei e sentei no sofá. É melhor tirar os pés da almofada antes que o tal Edward apareça novamente para me atormentar.

Parei e fiquei olhando o cara que havia me acordado... Eu já o tinha visto em algum lugar... Alguma foto dele... Ah sim, ele estava na foto com a... com a Rosalie! Ele era o tal cara da loira!

Era com esse orangotango que eu estava disputando a atenção daquela beldade? Eu já deveria ter ganho ela simplesmente por aparecer aqui! Por aguentar este lugar!

Bocejei meio sem vontade, e ele se sentou ao meu lado – balançando tudo –, e ficou me encarando boquiaberto.

- Cara, como você fez isso?

- Ahh... isso o quê? – ele me interrompeu no meio de outro bocejo.

- Isso cara!

- “Isso” o quê?

- Bocejar, caramba! Como faz?

Nossa! Nunca pensei nisso, cara!

- Você não boceja, não?!

- Bem, há um bom tempo não! Aliás, desde que entrei nessa vida!

- Ah... Cara, vocês são realmente estranhos...

Ele pareceu ignorar a minha frase e me olhou esperançoso.

- Me ensina, cara?!

- Como?

- Ah! Fala que sim, vai! Por favor... – ele e olhava com cara de cachorro que caiu da mudança. Eu não sabia o que falar. Ele era um brutamonte, mas parecia uma criança falando.

- Ok, eu me rendo – achei que deveria ser divertido. – Faça o seguinte: fique vários dias sem dormir e pronto!

Ele começou a rir.

- Que foi?

- Cara, você é engraçado. Mas, fala vai!

- Mas é isso, cara!

- Hey, você sabe que vampiros não dormem, né?

- Desde quando?

- Desde sempre... eu acho – ele pareceu pensar antes de terminar a frase.

- Como assim “acha”?

- Ah, cara, qualquer coisa a gente vai na biblioteca do Carlisle, lá tem tudo. Mas só depois de me ensinar, cara!

Decidi falar de forma que ele pudesse entender. Resumindo, eu decidi falar feito um idiota.

- Cara, é o seguinte: bocejar, espirrar, arrotar e até peidar já se nasce sabendo, pô!

- Ah... – ele pareceu chateado com a “revelação”, mas continuou. – Cara, significa que não vou aprender, então?!

- Aff...

Eu desisto!

Sentei em desânimo e coloquei as mãos na cara. Eu não conseguia acreditar naquilo que estava acontecendo comigo.

Há! Já sei!

Decidi mudar de assunto e trabalhar a meu favor. Isso seria fácil.

- Viu, você e a loira são o quê?

- A Rosalie? – Aff... os olhos dele estavam brilhando! Ela gostava disso? – Ela é meu anjo lindo!

- Sei, sei... Você já conheceu alguma bruxa?

- Não, nunca! – ele pareceu surpreso. – Elas existem mesmo? Quer dizer, de verdade?

- Claro, cara! Quer conhecer uma?

- Hmm... Eu não sei... – ele parecia incerto.

- Qual é?! Vai ser legal, cara! E de brinde, eu te arrumo uma loirinha miss, bem burrinha e humana só pra você! E aí?

Ele me olhou sem entender... Eu esperava não ter que explicar tudo de novo!

- Tipo, eu quero fazer uma troca com você, cara! – decidi deixar a coisa mais explícita, já que ele continuava sem entender uma palavra do que eu dizia.

- Como é?

- É, cara! Eu dou as duas para vocês, a bruxa e a loira miss, em troca de uma só! E aí?

- Uma o quê?

Cara, ele era lento...

- A Rosalie, cara!

Ele se levantou me olhando como quem queria me matar, sabe?!

- Não gostei da piada!

Deus, ainda bem que ele era burro! Agradeço a Deus por dar músculos para quem não tem cérebro. Obrigado!


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Re: Damon Visita...

Mensagem por Naiâni Somerhalder :B em Ter Set 14, 2010 8:42 pm

HAUSHASUHASUHSU ri muito
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Capítulo 6 - Uma Visita Para Carlisle Cullen

Mensagem por isabella.swan.caindo em Ter Set 14, 2010 11:07 pm

Capítulo 6 - Uma Visita Para Carlisle Cullen

Eu estava incerto... Ainda estava com o tal grandão e decidi voltar ao assunto, de certa forma para contornar a situação também.

- Viu, você disse que podíamos ler coisas sobre os vampiros “não dormirem desde sempre” numa tal biblioteca aí... Onde fica?

- Ah sim, na biblioteca do Carlisle.

- É, onde fica?

- Ah! – ele pareceu se lembrar. – Fica... – eu imaginei o local mais distante do universo devido ao tempo que ele demorou para formular a resposta – no final do corredor! – meu queixo caiu...

Tentei me recompor rapidamente.

- Ok, então vamos até lá?!

- Ah, claro, claro! Vamos sim! Meu pai tem uma infinidade de livros legais – ele dizia enquanto me guiava por um enorme corredor cheio de quadros. Essa família deve amar obras de artes! –Você vai gostar de lá, carinha, vai ver!

Chegamos em uma porta bem grande, daquelas que se vê em entradas de museus ou casa de gente bem rica! Aliás, eles pareciam ser bem ricos. Então a porta combinava, sabe!

Emmett deu dois toquinhos quase que inaudíveis na porta e uma voz respondeu lá de dentro.

- Pode entrar filho.

Entramos e a bela Esme (sim, linda, mas de nome estranho) estava com um outro carinha loiro que eu só conhecia das fotos (sim, aquelas do primeiro dia em que estive aqui).

- Querido, esse com Emmett é o tal Damon que eu lhe disse... – Como assim “tal”? Ela tinha acabado de cair drasticamente em meus conceitos...

- Eu... – Emmett me cortou....

- Ow pai, é que eu e o Damon queríamos tirar uma dúvida nos seus livros.

- Oh, claro! Fiquem a vontade – ele parecia impressionado... Bem, se eu tivesse um filho brutamontes procurando por livros... eu também ficaria.

Esme se levantou de uma das cadeiras e saiu. Só percebi porque não pude deixar de notar que nós três paramos para vê-la sair...

Ok, seria embaraçoso se não tivéssemos nos policiado na frente do marido dela...

Achei melhor ficar quietinho desta vez...

- Então, o que procuram rapazes? Talvez eu possa ajudá-los – o tal Carlisle se mostrou bem prestativo...

- Na verdade, seu filho disse que os vampiros não dormem desde de sempre e que seus livros podiam provar isso... – ele pareceu ficar sem entender e olhou para o Emmett.

O brutamontes decidiu falar:

- Pai, acontece que eu cheguei na sala e o Damon tava dormindo, cara! – “cara”, ele chamava o próprio pai de “cara”.

- Você estava dormindo? – ele olhou pra mim com cara de surpreso.

- Estava, por que? Que é que tem? – eu dei de ombros.

- É, bem, vou ajudá-los a achar algo relacionado a isso...

- Com o que exatamente? Com o sono ou a falta dele? – eu acabei ficando perdido.

- Na verdade – ele pareceu medir palavras para falar, – eu nunca vi um vampiro que conseguisse dormir... – ele parecia encabulado.

- E eu nunca vi um que não pudesse! – Ha! Esse foi meu trunfo!

Nesse ponto, nós três acabamos pegando algum livro que estivesse perto e começamos a folhear. Alguém teria que descobrir qual era a “mágica”...

Não sei dizer exatamente quanto tempo ficamos folheando livros e mais livros atrás de alguma coisa relacionada ao sono. Eu só percebi que havia passado muito tempo porque eu estava com fome, com sono e muito cansado. Acabei sentando e bocejando...

Bem, eu acabei ficando encabulado porque os dois me olharam como se eu fosse a coisa mais sobrenatural do mundo! Aff... Como se fosse eu que não tomasse chá por aqui...

- Você bocejou? – era o loirão... Carlisle, é isso! Outro nome estranho...

- Sim, eu... ahhhh – acabei bocejando de novo, – estou meio entediado, sabe?

- Sério?

- Sim... – ele estava me achando com cara de palhaço?

- Fascinante! Você deve ser único!

- Aff – de novo, – já disse que não! Todos os vampiros que eu conheço comem, dormem, vão ao banheiro, enchem a cara e vira e mexe saem correndo de uns loucos com verbenas ou estacas nas mãos... Vocês é que devem estar fora dos padrões...

Ele parou pensativo.

- Talvez. Então existam espécies... – ele falou como se falasse consigo mesmo, daí notou eu e o grandão. – Bem, talvez exista um tipo de diferenciação... Mas você disse que comem?

- Sim, não que faça alguma diferença, mas eu como. Vocês não? – Ah, lembrei... – Ah, então é por isso então a Esme falou que não toma chá?

Eu caí na gargalhada e até me faltou ar.

- Qual a graça? – era o Emmett...

Eu tentei me conter.

- Mas a Reneesme toma, então eu concluo que vocês só não tomam porque não sabem o que fazer pra sair, não é?

Eu voltei a rir.

Os dois ficaram me olhando incrédulos, mas tenho certeza que adivinhei o problema deles na lata. Só que eles eram como o Stefan: não admitiriam nunca!


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Capítulo 7 - Uma visita para Alice Cullen

Mensagem por isabella.swan.caindo em Ter Set 14, 2010 11:11 pm

Capítulo 7 - Uma visita para Alice Cullen

Eu saí da biblioteca, estava a fim de descolar outro cochilo...

Cheguei na sala e Alice entrou batendo a porta – aquela de cabelo espetado, sabe? Ela estava bem brava, batendo os pés e furiosa com o tal Jasper. Ela tinha em mãos um livro beeem antigo... E Jasper vinha logo atrás tentando se desculpar de algo.

Bem, eu tinha que ficar pra ver isso... Sabe, eu sou meio curioso se vocês não perceberam ainda...

- Como você teve coragem, hein? Porque escondeu isso de mim!?!?!

Ele até esboçou reação, mas ela foi mais rápida... Sabe, fiquei com pena dele... Mulheres furiosas realmente são difíceis de calar.

- Eu não acredito Jasper! Você não podia ter feito isso comigo!!

- Mas eu não te conhecia ainda...

- Mas você guardou isso!! – ela jogou o livro nele. – Se não significasse nada você teria dado fim nisso!

- Mas Alice, são minhas lembranças...

- E porque quer lembrar dessa tal de Maria, hein! Qual seu interesse nela?

- Nenhum Alice! Mas não falei dela aqui...

Bem, eu sempre disse que diários causam problemas... O Stefan já teve um bem grande com a Elena, agora o Jasper tinha com a Alice... Diários devem ser coisas malditas...

E era por esse exato motivo, eu não tenho nenhum!

- Alice, eu não queria te magoar, eu só não te conhecia na época...

Bem, eu teria que me intrometer...

- Afff... Você realmente acha que isso cola?

Jasper me olhou com um olhar condenador... Até poderia dizer que eu fiquei com medo, mas aí eu estaria mentindo...

- Alguém já lhe disse que é feio se intrometer no relacionamento alheio?

- Já, e dai?

- Então fica quieto!

- Jasper, pare de falar com ele, é comigo que você tem que falar! É a mim que você deve explicações!

- Alice, é apenas um diário, e Maria não significa nada mesmo....

- É... Com a mesma mania do Stefan... Eu falo que diários são coisas que ninguém em sã consciência deveria escrever... Mas tem gente que não aprende, só entra em encrencas porque quer...

- Quieto!

- Jasper!

- A Maria não é nada para mim, eu já disse!

- Mas era, não era? Admite!

- Vai cara, responde pra moça...

- Alice, não começa com isso de novo... Você sabe que seu ciúme não tem fundamento querida... – ele virou para mim. – E você, me escuta, eu já falei pra você ficar quieto!

- Eu?!

- Não Alice, minha querida, ele!

- Eu? – disse sarcasticamente e de forma inocente.

- É claro que é você! – ele parecia estar ficando bravo... Por que será hein?

- Tudo bem, então esse é o ultimato! Se livre disso primeiro e depois pode ser que eu te escute Jasper...

- Mas Alice, aí esta tudo que eu lembro da minha família...

- Ah é? Pensei que eu era sua família, não a Maria! – ela estava aprendendo a ser sarcástica rapidinho! Boa menina!

- Estou falando da minha mãe, do meu pai...

- E da Maria! Jasper eu não quero mais que você guarde isso!!

- Mas... – Jasper ficou olhando para o diário que estava em sua mão.

- Você vai fazer tudo que ela quer? Vai deixar ela mandar em você? – eu parecia aqueles diabinhos da consciência de desenhos animados. Hahahaha...

Jasper olhou para Alice meio triste e não me respondeu nada.

- Vai jogar isso, aí? – Putz! Eu não tava acreditando nisso...

- Alice – ele tinha criado coragem ou acovardado de vez? – Você vai ter que me perdoar, mas não vou me desfazer disso... Essa peste aí tem razão – ele disse apontando pra mim. – Às vezes eu tenho que fazer coisas que você não quer, mas é porque... – acho que ele ficou sem palavras, porque mudou de assunto. – Alice, eu não te faço jogar tudo o que você teve antes de me conhecer!

- Mas eu não tive ex nenhum!

- Ela não é minha “ex”!

- Ah, não é?

- E quem garante que você não teve ninguém?

- Está duvidando de mim?

- É cara, tá duvidando dela? – cutuquei.

- Estou sim! Agora eu estou Alice, porque você está desesperada para que eu me desfaça das minhas coisas e sempre diz que não se lembra de nada. Mas quem prova? Quem vê o futuro aqui é você, não eu!

Alice estava com cara de choro, mas ela era corajosa hein? Nenhuma lágrima derramada.

- É assim, é?

- Sim Alice, vai ser assim! Eu não vou jogar nada!

O tal Jasper deu as costas pra Alice e saiu. Cara, eu acabei de virar fã dele...

Por outro lado, a Alice ficou lá parada com cara de quem não estava acreditando em nada.

Cheguei perto dela.

- Tá tudo bem aí?

Ela não respondia e nem piscava.

- Quer que eu chame alguém?

- Não...

- Quer espairecer um pouco? Tipo, sei lá, dar uma volta por aí pra esfriar a cabeça?

Ela parou pensando, ainda olhando pra onde Jasper havia saído.

Depois de alguns segundos ela virou o rosto para mim e respondeu.

- Sabe que eu até quero. Para onde vamos?


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Re: Damon Visita...

Mensagem por geeereis em Qua Set 15, 2010 1:48 pm

meeeu, amei a historia . sou viciada em crepusculo, e mesmo a historia zoar eles , ée muito divertida. parabeen Smile
posta mais ? pf !
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Re: Damon Visita...

Mensagem por isabella.swan.caindo em Sab Set 18, 2010 12:48 pm

Na verdade é só uma brincadeirinha.
As pessoas escrevem fics muuuito sérias. Nós acahmos que fics tem que ser divertidas. :-)
Emtão, nada melhor que colocar o Damon nela :-)
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Capítulo 8 - Alice Visitará Mystic Falls?

Mensagem por isabella.swan.caindo em Sab Set 18, 2010 12:54 pm

Capítulo 8 - Alice Visitará Mystic Falls?

Damon

Já estávamos fora da casa. Demos uma volta por Forks, mas ela estava bem abaladinha.

Aliás, vimos umas meninas cochichando algo só porque Alice e eu estávamos em um café.

- Suas amigas? – eu apontei pra elas.

Alice se virou pra ver.

- Estudaram comigo...

Pensei um pouco, ela não iria se divertir nessa cidade... Tive uma ideia que poderia dar certo.

- Bem, quer dar um pulo na minha casa?

- Sua casa? Ela fica onde? – ela pareceu surpresa.

- Em Mystic Falls. Na verdade, é a casa da minha família. Bem, se não se importar de sair da cidade, é claro – eu continuei tomando meu cappuccino e vi que ela nem tocou no dela.

- Bem, pode ser...

- Certo, então eu vou no caixa, termine de tomar que eu já volto, ok?

- Ok...

Eu fui até o caixa, e reparei que ela nem tocou no cappuccino. Bem, ela devia estar bem magoada, mesmo... Mulheres adoram cappuccino com chantilly e ela nem ao menos deu uma chance pra bebida...

Em alguns minutos, eu já estava de volta.

- Pronta?

- Sim.

- Vamos?

- É, vamos...

- Certeza?

Ela olhou pras garotas ainda cochichando e dando risadinhas.

- Absoluta... – ela disse ainda triste e olhando pra baixo.

- Ok, então!

Eu levei Alice até meu carro e abri a porta pra ela, e as garotas continuavam lá.

Eu me abaixei na janela.

- Espera só um minuto que eu já volto, ok?

- Ok.

Fui até as garotas e as fiz esquecer, elas ficaram me olhando com cara de “te conheço?” e até tentaram me cantar depois. Mas eu saí de lá e entrei no carro.

- O que fez?

- Só limpei sua barra. Agora podemos ir.

- Você pode... tipo... O que você faz?

- Bem, um pouquinho de persuasão... E, às vezes, ainda posso virar um corvo. Você vê o futuro, é isso?

- Mais ou menos – de feliz ela pareceu voltar a ficar triste, – o futuro é subjetivo...

- Subjetivo?

- Sim, ele sempre muda de acordo com o que a pessoa escolhe fazer...

- Alice, minha cara, você está precisando de uma noitada em uma cidade distante! Você vai ver como se sentirá melhor no final das contas.

Ela deu um sorrisinho. É... acho que eu a levaria pra passear em Mystic Falls à noite.



Alice

Eu estava triste com o que tinha acontecido... Eu não deveria ter saído, eu sei... Mas que mal faria em deixar o Jasper um pouco sozinho para se arrepender?

Puxa... Podia ser só um papel, mas essa tal Maria ficaria rondando a gente para sempre?

O Damon me chamou pra sair. Fomos a um café. Fiquei surpresa por ele realmente tomar o que pediu. Ele até sugeriu que eu fizesse o mesmo. Bom, mas é claro que eu não o faria...

Para meu azar, Jéssica estava com outras garotas fofoqueiras nos vendo e cochichando coisas do tipo “eu estar traindo o Jasper”...

Damon começou a pensar e... Bem, eu não estava tentando ver o futuro dele ou o meu, só estava pensando no Jasper, então não pude prever o que ele faria.

- Bem, quer dar um pulo na minha casa? – confesso que fiquei surpresa.

- Sua casa? Ela fica onde?

- Em Mystic Falls. Na verdade, é a casa da minha família. Bem, se não se importar de sair da cidade, é claro – ele continuava tomando seu cappuccino. Eu pensei, talvez fosse bom sair de perto da Jéssica e essas fofoqueiras de plantão...

- Bem, pode ser...

- Certo, então eu vou no caixa, termine de tomar que eu já volto, ok?

- Ok...

Eu continuei encarando a bebida, ela era bonitinha, mas eu não tive coragem de bebê-la, sem saber que iríamos para outro lugar em breve. Seria péssimo se eu tivesse que parar no caminho para colocar tudo pra fora.

Rapidamente, ele voltou.

- Pronta?

- Sim.

- Vamos?

- É, vamos...

- Certeza?

Olhei uma última vez para Jéssica, que me encarou com um sorriso malicioso. Ela estava falando horrores sobre meu casamento com Jasper... Na verdade, também estava dizendo que Damon era bem mais bonito que o Jasper... Mas, eu nunca acharia isso...

- Absoluta... – respondi e encarei o chão.

- Ok, então!

Ele me levou até seu carro e abriu a porta para mim. Era vermelho, a Rosalie amaria... Sentei e ele fechou a porta, depois se abaixou no vidro para falar comigo.

- Espere só um minuto que eu já volto, ok?

Ele foi até as fofoqueiras e em poucos minutos estava de volta todo sorridente, e elas já haviam parado de destilar seus venenos.

- O que fez?

- Só limpei sua barra. Agora podemos ir.

- Você pode... tipo... O que você faz? – achei melhor não fazer suposições.

- Bem, um pouquinho de persuasão... E, às vezes, ainda posso virar um corvo – incrível! Nunca pensei que ele pudesse fazer algo! Mas antes que eu pudesse demonstrar o quanto eu estava espantada, ele mudou de assunto rapidamente. – Você vê o futuro, é isso?

- Mais ou menos – ele sabia, e eu preferia que não soubesse. Todos que sabiam de minha habilidade pediam para que eu visse as coisas, e eu não queria usar meu dom agora, – o futuro é subjetivo... – não queria correr o risco de ver Jasper fazendo algo que ele se arrependesse depois.

- Subjetivo?

- Sim, ele sempre muda de acordo com o que a pessoa escolhe fazer...

- Alice, minha cara, você esta precisando de uma noitada em uma cidade distante! Você vai ver como se sentirá melhor no final das contas.

Fiquei sem entender... Bem, eu iria para lá e daria uma volta... Quem sabe fosse bom pra mim...

Talvez quando eu voltasse o Jasper já teria se livrado do diário... Ok, na verdade, eu não sei, não queria saber. E não usaria meu poder por enquanto.



Última edição por isabella.swan.caindo em Sab Set 18, 2010 1:11 pm, editado 1 vez(es)
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Capítulo 9 - Jasper Visita Houston

Mensagem por isabella.swan.caindo em Sab Set 18, 2010 12:56 pm

Capítulo 9 - Jasper Visita Houston

A verdade é que eu estava profundamente magoado com os fatos recentes. Permanecer no mesmo quarto, cômodo ou até mesmo na casa onde o amor de minha vida, que estava ignorando o quanto era importante para mim, e o infeliz do Damon estava sendo insuportável.

Eu precisava sair. Ficar ali estava me sufocando.

Eu não queria chamar a atenção, muito menos deixar que todos soubessem o que eu estava prestes a fazer, mas Emmett estava vendo o canal de luta livre na sala, e creio ter visto que eu estava de saída. E mesmo que não tivesse visto, teria ouvido o seu jipe sair cantando pneu da garagem – eu peguei as chaves de cima da mesinha.

Emmett deixava suas coisas espalhadas por aí, e Esme odiava, mas havia lhe dito que não ia ficar catando as suas coisas sempre. Rosalie também não iria arrumar a bagunça dele.

Ok, se Emmett não quisesse que eu saísse com seu carro, agora eu tenho certeza que ele será mais cuidadoso com seus pertences daqui para frente.

Emmett não veio atrás de mim, nem gritou para que eu parasse. Eu era grato a ele por isso, afinal, se ele me visse no estado em que eu me encontrava, ele iria me zoar pelo resto da eternidade.

Ele poderia até, quem sabe, fazer um vídeo do jeito que eu estava – até porque isso não era difícil de acontecer, já que ele fazia vídeos da Bella tropeçando ou caindo.

Edward era quem não gostava dessas que Emmett fazia, e então o obrigava a parar. Mas, quem é que me ajudaria em um momento como esses? Esme e Carlisle seriam as minhas únicas alternativas, mas sentir as suas emoções no momento em que me vissem... Isso só pioraria!

Eu estava fazendo a melhor coisa para mim. De que adiantava ser altruísta quando todos estavam sendo egoístas?

Comecei a correr sem dar-me conta do limite de velocidade pela estrada. Fui andando sem destino. Então me lembrei de algo que poderia fazer com que eu me sentisse melhor. Houston.

Em algumas horas cheguei a minha antiga casa. Ela estava bonita agora. A prefeitura reforçou as estruturas, reformou alguns cômodos e pintou. Agora, ela poderia manter uma família vivendo lá tranquilamente.

Estacionei o carro na frente da casa. Saí e olhei para o local. Mesmo que alguém estivesse por perto, estava nublado, o que significava que eu ainda estava seguro. Nenhum segredo a ser revelado.

Caminhei até a soleira da porta e bati esperando que alguém me atendesse – uma plaquinha no canto da porta afirmava que a casa tinha se transformado em um museu da família Whitlock. A casa era patrimônio histórico, mas isso ainda permitia que alguma pessoa morasse lá para tomar conta dos objetos, e não deixar que os pertences fossem roubados.

Alguns passos lá dentro anunciaram que alguém realmente morava lá. Os pés desajeitados ao bater na madeira também me diziam que pertenciam a um homem.

A porta se abriu, e revelou um homem aparentando ter idade avançada, mesmo que ele aparentasse estar em boa forma física – a fim de conseguir proteger a propriedade.

“Sim, jovem. O que deseja?”

“Boa tarde, senhor. Eu... eu vim fazer uma visita a essa casa. Ela está aberta ao público agora?”

“Hmmm. Me desculpe, rapaz, mas hoje não é dia de visitas, sabe?! É só de semana que ela está aberta!”

“Bem, mas nem para os parentes? Sou um Whitlock também!”

“Bom...” ele disse pensativo, após olhar para trás, para o interior da casa, “se é mesmo da família, então entre!”

Ele deu passagem, e então entrei na casa. Ela continuava a mesma, o que me deixou paralisado. Toda a perfeição dos móveis antigos de quando eu havia morado aqui, ainda estavam do mesmo jeito.

Os desenhos nas paredes pintados a mão, as pinturas, os móveis reformados com o mesmo alto relevo nos desenhos, as estampas dos sofás e dos banquinhos... Tudo parecia novo, mesmo eu sabendo que não eram...

“Gosta do estilo?”

“Sim, me traz boas lembranças...”

“Qual seu nome?”

“Patrick Whitlock. E o seu?”

“Dominck Hansons. Venha, sente-se. Quem algo para beber?”

“Não, obrigado.”

Ele saiu e voltou pouco tempo depois.

“Você é de onde?”

“Eu viajo muito com minha família, mas sou nascido aqui mesmo...” – oops... Espero que ele tenha entendido ‘aqui’ como Houston, não como ‘aqui’ casa... “E o senhor?”

“Eu sou de Houston também.”

“Como veio parar aqui? Nesta casa?”

“Eu trabalhava para o prefeito, mas me aposentei há uns dez anos e saí da cidade. Decidi morar no campo com minha mulher. Aí, uns dias depois eu recebi uma ligação do prefeito me perguntando se eu não gostaria de ficar aqui nesta casa, tomando conta, sabe? Nós moraríamos aqui sem ter que pagar pelas contas, apenas pela alimentação.”

“Então o senhor continua trabalhando!”

“Sim, mas não da mesma forma que antes. Agora eu faço coisas menores, pequenas. Fico apenas cuidando dos objetos da casa. Uma mulher vem nos ajudar com uma limpeza detalhada nos cantos da casa.”

“Mas o senhor ainda continua trabalhando!”

“Sim, continuo!”

“Mas... O senhor não se aposentou para descansar? É o que a maioria das pessoas fazem!”

“Eu sempre gostei de trabalhar, não importa com o quê. Eu trabalho e sou aposentado, recebo duas vezes então!”

“Ahn... Se vale a pena...”

“Sim, vale muito. Ficar aqui nesta casa é maravilhoso, sabe?! Parece que... não sei... traz boas energias, sabe?! Me faz sentir jovem ficar aqui!”

“Ah... E o senhor conhece a história da família daqui?”

“Sim, gostaria de saber também?”

“Ah, não, não se incomode. Já li tudo na placa da estátua na entrada da cidade.”

“É, a maioria das pessoas só vem para cá depois de ver a estátua!”

“Então devem vir muitas pessoas, pois fizeram um grande jardim ali perto, e ela se encontra perto de umas ruas bem movimentadas até...”

“Sim, sim vem sim várias pessoas. A maioria turista, para falar a verdade, mas de vez em quando muitas crianças, ou outros estudantes vem aqui ver a casa e escutar histórias. Você aparenta ser muito jovem para vir atrás dessas antiguidades. O que lhe traz aqui?”

“Bom, eu só vim conhecer a casa. Faz tempo que não venho aqui...”

“Ahn, sim... Quanto tempo já faz?”

“Ah... hmmm... uns...” – cinquenta anos, até mais, respondi mentalmente –, “não sei, vim aqui quando era pequeno ainda. Uns cinco ou seis anos, eu acho.”

“Bem, algumas coisas mudaram daquele tempo, sabe?! As paredes receberam uma nova camada de tintura, pois a primeira reforma tinha sido feita há muito tempo. Há pouco mais de um mês uma senhorita comprou a casa da prefeitura e a reformou novamente. Agora a casa ficou mais segura, sabe... Ficou mais completo esse serviço recente...”

“A casa não é mais da prefeitura? Ou da família Whitlock?”

“Sim, bem, continua sendo como patrimônio, mas ela continua pertencendo a família Whitlock.”

Fiquei curioso com suas palavras. Quem será da minha família havia comprado?

“Quem comprou? O senhor pode me dizer?” Ele ficou incerto se deveria falar ou não, então tentei manipulá-lo levemente. “Sabe, só para agradecer por manter as propriedades da família intacta!”

“Bem, ok.” Ele se levantou e foi até a cozinha. Ao voltar, ele me entregou uma folha de papel – um contrato – para que eu pudesse ver quem tinha comprado. “Leia aí rapaz, estou sem meus óculos...”

Não acreditei quando achei o nome do comprador. Ou melhor, da compradora...

“Tudo bem, rapaz?”

“Sim, está tudo bem. Só me lembrei que eu estou atrasado para o chá da tarde na casa de minha avó. Me desculpe, e muitíssimo obrigado!”

Saí quase que correndo de lá. Ele não ligou para o que houve, então apenas fechou a porta assim que eu saí. Entrei no carro, dei a partida quase que instantaneamente e saí cantando os pneus.

Eu não acreditava no que eu tinha feito. Fui um tolo. Ok, eu queimaria o meu antigo diário. Eu já devia ter queimado antes, para falar a verdade...

“Emmett! Emmett! Onde você está, cara?!”

Ele saiu correndo de seu quarto – estava sem camisa. Ok, eu estraguei algo importante. Que Rosalie não me mate! Ela teria que entender a minha situação!

“Que foi, cara? Que houve? Quem morreu?”

“Calma, ninguém ainda... É só que eu queria saber uma coisa!”

“O que?”

“Bem, quando eu saí você estava lá na sala, né?”

“Sim, até te vi saindo. Eu ia falar pra você ir lá na sala comigo e ver a luta, mas você saiu tão bravo e chateado que nem te chamei...” – Emmett era um cara legal e compreensivo, às vezes... Às vezes... “Pra onde você foi?”

“Desculpe, eu peguei seu carro e nem lhe pedi!”

“Não, está tudo bem, cara... Mas fala, o que aconteceu?”

“É que... bem, eu precisava ir para Houston, sabe...”

“O que tem lá?”

“Ah, eu sou de lá, lembra?! Eu queria passar um tempinho lá...”

“Voltou rápido!”

“É que eu descobri uma coisa, e precisei voltar para cá!”

“Ah...”

“Emmett, vai demorar mais?” Rosalie gritou do quarto.

“Calma, meu anjo. Mais um minutinho só e eu já volto! Porque não prepara a banheira enquanto isso?” – após dizer isso, ouvi o som da água preenchendo o vácuo da banheira. “E então?” ele disse voltando a mim.

“Cara, você podia pelo menos agir como se eu não tivesse interrompido nada, né... É menos nojento, cara!”

“Ah cara, fala sério, vai... Fala logo o que você quer antes que meu anjo destrua a banheira se eu não chegar logo!”

“Está bem, você viu onde está Alice?”

“Ixi... Então, cara...”

“Que foi? Desembucha!”

“A Alice saiu com aquele cara há um tempo já...”

“Com o Damon?” – eu não acreditava que ela tinha feito isso comigo! Não mesmo!

“Sim, com ele. Por quê?”

“Por nada!” – isso foi irônico. Eu estava me mordendo de raiva por dentro.

“Cara, está tudo bem? Você tá muito bravo, cara... Quer conversar mais?” Emmett tentou me ajudar. Ele era um bom amigo, um bom irmão...

“Emmett!!!” – mas Rosalie não era uma boa irmã sempre...

“Calma, meu anjo! Eu já...”

“Pode ir Emmett... Obrigado!”

“Ok.”

Ele se virou e voltou ao quarto, e então ouvi do corredor ainda um forte estrondo e água caindo. “Emmett, por favor, né...” Rosalie se irritou. Provavelmente, ele tinha pulado na banheira, e isso fez com que toda a água molhasse seu cabelo encaracolado de hoje de manhã.

Ok, ok... Agora, o que eu poderia fazer?

Sim, a agenda de Alice. Entrei em seu quarto e o revirei por completo. Todos os seus pertences estavam caídos no chão. Esme ouviu o barulho e foi ver o que estava acontecendo – ela me pegou virando uma gaveta cheia de papéis no chão. Fique sabendo que ela não gostou disso – não do fato de eu estar mexendo nas coisas dela, mas sim por conta da bagunça.

“Jasper, o que está acontecendo? Por que o quarto de Alice está desse jeito?”

“Esme” comecei furioso, mas respirei fundo para me acalmar. Esme não tinha culpa de nada. “Você sabe onde está aquela agenda cheia de telefone de Alice?”

“Sim, está no meu quarto. Ela me emprestou para que eu pudesse ligar para um vendedor de tapetes gregos. Por que precisa tanto da agenda?”

“Eu só gostaria de ter a agenda, por favor...”

Ela olhou e então percebeu que algo estava acontecendo, mas Esme, que é a pessoa mais amorosa e compreensiva que eu já tinha conhecido em toda a minha existência, preferiu não tocar no assunto. Ela me entregou a agenda, e até ia falar algo, mas eu fui mal-educado e saí antes que ela falasse.

Fui para meu quarto e comecei a folhear bruscamente as páginas.

A. B. C. D. Mais para frente. P. Q. R. S. Sim, aqui está. S. Percorri com os olhos os nomes ali da lista, e então encontrei o que eu queria lá no fim: SALVATORE, Damon e Stefan.

Puxei o telefone da base e disquei os números escritos na agenda.

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Capítulo 10 - Alice Visita Mystic Falls: A Irmã Salvatore

Mensagem por isabella.swan.caindo em Sab Set 18, 2010 12:59 pm

Capítulo 10 - Alice Visita Mystic Falls: A Irmã Salvatore

Alice

Então foi assim... A viagem toda Damon tentou puxar assuntos corriqueiros como o clima, o que eu gostava de fazer, qual estilo de músicas eu gostava e essas coisas...

Ele estava sendo simpático, mas eu não conseguia parar de pensar em Jasper com a tal da Maria!

Eu sei, eu estava me torturando a toa. Com certeza, Jasper não estava se importando em saber onde eu estava e com quem. Eu sempre achei que ele me amava, mas descobri que poderia ter uma rival!

Eu imaginava em minha mente se um dia ela o achasse novamente? O que aconteceria comigo?

Ele nem conseguia jogar um livro bobo que ele escreveu... Quem poderia dizer o que seria de mim se ela voltasse? Nem eu poderia dizer, eu não sondaria o futuro do Jasper e... bem, ele poderia dizer que me amava, mas não tomou uma decisão ainda...

Ele não chegou ainda a vê-la! Mas, como iria se decidir com antecedência?

Eu estava em decadência plena...



Damon

Ela estava triste... Eu odeio gente triste!

- Mas e aí?

- Aí o quê? – teria que colocá-la no clima logo...

- Eu percebi que você sai no Sol na boa, mas não vi nenhum anel... É por causa desse colar, aí?

Ela olhou para sua joia por alguns segundos e respondeu.

- Meu colar? Meu pai me deu. É tipo uma joia de família. Todos nós temos algo com o brasão da família.

- Interessante. Bem, minha família também tem algumas coisinhas que passam de geração em geração... Bem, pra quem está vivo nela...

- Você tem parentes vivos?

- Claro, você não?

- Eu não sei...

- Ah...

- O que eles acham de você e... do seu irmão?

- Ah, o Stefan sempre se deu muito bem com a família.

- E?

- E o quê?

Ela ficou quietinha de novo... Estava sendo difícil alegrar ela, e olha que eu já a tinha visto pulando por aí... Nem parecia a mesma pessoa...

- Mas então, quer ouvir música? Gosta de quê? – fui ligando o rádio.

Estava tocando uma música de uma banda meio emo. Uma tal de... de... Deixa pra lá! Ela encarou o rádio e desligou!

- Ok, sem músicas então...

- Eu prefiro músicas mais alegres, as músicas dessa rádio são muito...

- Muito emo! – eu a cortei!

- Então o que tem em Mystic Falls? – nossa, ela ia puxar conversa? Acho que estava progredindo!

- Minha casa... A escola... Uma pracinha legal... Um cemitério super visitado e a família de fundadores que vivem fazendo festas pra comemorar – à medida que eu ia lembrando, eu ia falando.

- Fundadores?

- É, e olha que legal: eu faço parte, posso te apresentar a turma toda!

Ela ficou boquiaberta.

- Como assim faz parte? Eles sabem que você é...

- Não! Claro que não, na verdade, em Mystic Falls as pessoas caçam vampiros!

Ela se arrepiou.

- E você está me levando pra lá?

- Eles não fazem mal aos Salvatore, somos parte dos fundadores – ela pareceu relaxar, – afinal, os Salvatore estão na cidade desde a fundação.

Chegamos na cidade!

- Seja bem-vinda!



Alice

Chegamos à cidade. Era uma cidadezinha até que simpática. As casas eram construções imponentes e as praças bem arborizadas. Havia um grande problema: muito sol!

- Como andaremos por aí?

- Normalmente, por quê?

- Como por quê?

- Acha que vai se queimar?

- Queimar? Não, é por causado brilho, esqueceu que a gente chama a atenção?

- Aqui qualquer um que andar com algum dos fundadores chama a atenção.

- Isso é ruim...

- Não, é bom! Somos acima de qualquer suspeita!

- Sério?

- Sim!

- Sabe que até é legal...

Ele parou o carro em uma casa linda! Era uma das construções antigas da cidade, deveria ter uns setenta anos mais ou menos.

- Essa casa era de um “sobrinho” nosso.

- Muito bonita...

Entramos na casa. Na sala havia um casalzinho que ficou espantado com a chegada de Damon.



Damon

Chegamos na casa, Alice estava maravilhada com a decoração. Sabe que isso sempre funciona com as mulheres?

Stefan e Elena estavam na casa, e os vimos logo que entramos.

- E aí, irmãozinho?

- Damon... – ele notou Alice, – quem é ela?

- Ela é uma amiga.

Elena se levantou.

- E por amiga a gente deve entender o quê?

- Nada que lhe seja da sua conta, minha cara... – Elena fez cara de quem não gostou com a minha “tirada” fabulosa.

Alice deu um passo à frente

- Eu sou a Alice.

- Alice? Sou o Stefan e essa é a Elena... Você por acaso não é...??

- Sim, ela é vampira e veio de Forks.

- Forks tem vampiros também? – Elena parecia impressionada.

- Sim, estamos por toda a parte! – eu tentei parecer sombrio!

- Bem, Alice... E o que faz com Damon por aqui?

- Só estou dando uma volta...

- Bem, não sei se ele disse, mas – Stefan me encarou, – não atacamos pessoas aqui.

- Pessoas?! Deus, eu nunca ataco pessoas! – ela pareceu ultrajada, mas eu não sabia disso.

- Nunca?

- Não, nenhum Cullen ataca pessoas...

- Interessante... Bem, então vamos poder dar uma volta pela cidade à noite!

- Acha que é uma boa ideia? – Stefan, sempre tentando cortar meu barato... – O que acha, Elena?

- Bem, se ela não ataca pessoas, eu acho que poderia ser divertido... – Stefan olhou para ela como quem não acha boa ideia, mas eu ignorei!

- Certo, então!

- Mas... – era Alice, – eu não posso ir assim... Não estou com uma roupa que combine com o clima... É que em Forks é frio e chove e...

- As pessoas perceberiam...

- Eu tenho uma ideia – era Elena, – eu posso te emprestar uma roupa se quiser. – Stefan não estava gostando, mas Elena estava, e isso era bom.

As duas saíram e eu fiquei com meu adorado irmão.

- O que está acontecendo, Damon?

- Relaxa Stefan, é só uma visitinha casual!



Alice

Elena parecia ser bem simpática. Ela me levou até a porta.

- Bem, você pode ir comigo pegar uma roupa se quiser... – ela falou meio que não sabendo como eu reagiria.

- Você quem sabe...

- Ah, vamos então. Bem, só que em casa minha tia não sabe de...

- Ok, eu sei me comportar – ela parecia incerta, então decidi não forçar a barra, – mas posso ficar por aqui se preferir.

- Não, que não quis dizer isso, você pode vir se quiser.

Nós saímos da casa, já era um finalzinho de tarde.

Elena morava em uma casa igualmente bonita.

Rapidamente escolhemos uma roupa, acabamos tomando banho, arrumando o cabelo e a maquiagem por lá mesmo. Aliás, Elena tinha um cabelo incrível! Eu adorei deixá-la cheia de cachos, mas ela não gostou então desmanchei e fiz outro penteado.

Stefan ligou para ela e marcaram o horário em que eles passariam para nos pegar na casa dela.

Ela contou um pouco sobre sua família, que também fazia parte dos fundadores da cidade.

Eu me perguntava como nunca ouvi falar em Mystic Falls se aqui eles até perseguiram e mataram muitos vampiros... Na verdade, eu teria medo de vir até aqui se não soubesse essas particularidades somente agora...



Damon

Elena deve ter gostado da “amiguinha vampira” que eu sem querer arrumei para ela. As duas sumiram algumas horas atrás... Eu e Stefan já estávamos na terceira partida de xadrez...

- Acredita que essa tal Alice não vá machucar Elena? – era Stefan sempre preocupado.

- Ela não fará nada, eu só a trouxe porque ela estava com alguns problemas em casa...

- Que tipo de problemas?

- Relacionamento amoroso...

- Ah...

- Basicamente como se ela tivesse achado a versão masculina da Katherine...

- Coitada – Stefan se convenceu, – bem, ela pode ficar por aqui então.

Eu fui pegar algo para beber enquanto Stefan ligava para Elena. Eles marcaram para daqui a trinta minutos...

- Elas ainda estão ocupadas?

- Elena disse que estão terminando de preparar os cabelos e a maquiagem...

- Ah, mulheres! Eu vou me arrumar então.

Não demorou nem quinze minutos e nós dois estávamos prontos. E é claro, acabamos saindo para buscá-las.



Alice

Damon e o irmão dele chegaram e logo nós quatro saímos. Para uma cidade pequena, essa Mystic Falls até que era agitadinha!

Chegamos a um barzinho até que aconchegante chamado Mystic Grill. Lá encontramos um amigo de Elena e Stefan, um loirinho chamado Matt, trabalhava. Aliás, um moço bem simpático.

Quem diria que uma cidade com pessoas tão hospitaleiras tem pessoas que saem correndo e matando vampiros por aí?

- Alice, quer jogar sinuca? – era Stefan.

- Eu não sei...

- Vamos, vai ser divertido baixinha... – era Damon. Ele parecia o Emmett falando assim!

- Eu não sei jogar – estava meio encabulada.

- Bem, eu te ensino então! – era Elena.

Logo estávamos nos divertindo em um jogo que não valia nada, mas que nos fez soltar muitas besteiras. Os irmãos até pareciam se dar melhor do que queriam transparecer.

Um tempo depois uma loira apareceu. Ela era meio estranha, andava armada e chamou Damon num canto. Se eu não fosse capaz de me defender, ficaria com medo...



Damon

Eu sei que a delegada Forbes não consegue ficar longe de mim. Ela viu que eu estava com Stefan, Elena e, principalmente, Alice. Sua curiosidade era tremenda, como a da filha fofoqueira, e ela veio correndo perguntar quem era.

- Damon, podemos conversar?

- Claro, pode falar.

Ela olhou pra Alice e eu tive que pedir licença e ir para lá, como se ela e Stefan não fossem ouvir, sabe? O chato de ser quem somos é que as pessoas só acham que tem privacidade mantendo alguns passos de distância, mas na verdade elas não tem...

- Quem é ela?

- Ela? – apontei pra Alice como se a pergunta fosse um ultraje.

- Sim! – ela respondeu incisiva.

- Minha irmã, oras...

- Sua o quê?

- Maninha, pode vir aqui? – eu falei olhando pra Alice, que eu sabia já ter ouvido nossa conversa. – Eu quero que conheça a xerife Forbes.

- Ah, oi! Prazer em conhecê-la! – Alice estendeu a mão, mas a xerife a ignorou.

- Eu não sabia que vocês tinham uma irmã...

Stefan chegou perto de nós.

- Não? Meu tio sempre nos levava para passear no verão.

Alice decidiu se manifestar.

- Sim, eu só parei de vir para cá quando mudei de escola... Sabe como os Salvatore são, não é?! Nós levamos os estudos muito a sério.

- Ela é nosso pequeno gênio das finanças! – sorri para a xerife.

- Ah... Estranho eu não me lembrar de você aqui em Mystic Falls.

- Bonnie e eu brincávamos sempre com Alice nas férias. Se eu lembro bem, até Caroline brincava com ela... – Elena entrou na história.

- Ahhh... – a xerife pareceu ficar pouco mais convencida, – mas o que a trouxe para a cidade repentinamente?

- Desilusão amorosa! – respondi antes que qualquer um pudesse dizer algo.

Alice apenas apagou seu sorriso.

- Ah, pobrezinha...

- Podemos mudar de assunto? – era Alice. Ela realmente devia estar mal a respeito do assunto...



Alice

A loira mal vestida chamou Damon. Ela tinha a ilusão de que alguns passos fariam com que eu não ouvisse a conversa...

- Damon, podemos conversar?

- Claro, pode falar.

Ela olhou para mim e perguntou incerta.

- Quem é ela?

- Ela? – Damon deu uma de desentendido.

- Sim!

- Minha irmã, oras...

- Sua o quê?

- Maninha, pode vir aqui? – Damon me chamou antes que a moça perguntasse. – Eu quero que conheça a xerife Forbes.

- Ah, oi! Prazer em conhecê-la! – tentei ser amigável, estendi minha mão, pelo simples fato de estar de luva...

- Eu não sabia que vocês tinham uma irmã... – mas ela não retribuiu o meu aperto de mão...

O irmão de Damon veio até nós.

- Não? Meu tio sempre nos levava para passear no verão.

Eu decidi falar algo a meu favor.

- Sim, eu só parei de vir para cá quando mudei de escola... Sabe como os Salvatore são, não é? Nós levamos os estudos muito a sério.

- Ela é nosso pequeno gênio das finanças!

- Ah... Estranho eu não me lembrar de você aqui em Mystic Falls. – Eu achei que ela poderia estar não acreditando, mas me lembrei da capacidade humana de esquecer as coisas, mesmo que elas estivessem ali por anos!

- Bonnie e eu brincávamos sempre com Alice nas férias. Se eu lembro bem, até Caroline brincava com ela... – Elena precisaria me contar quem eram essas duas: Bonnie e Caroline.

- Ahhh... Mas o que a trouxe para a cidade repentinamente?

- Desilusão amorosa! – mas por que o Damon não podia mentir quanto a isso também? Confesso que fiquei triste...

- Ah, pobrezinha...

- Podemos mudar de assunto?

Nós ficamos olhando uns para os outros enquanto Alice olhava para o chão.

- Bem, porque não sentamos um pouco? – era Stefan.

Stefan e Elena formavam um belo casal... Eu pensava agora se Jasper e eu voltaríamos a ser um casal algum dia.

Nós sentamos em uma das mesinhas, enquanto a delegada – que não poderia dividir a mesa conosco, afinal só havia espaço para quatro – saiu de fininho.

- Vamos melhorar essa cara, eu tenho algo ótimo para você!

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Capítulo 11 - Alice Visita Mystic Falls: O Desabafo

Mensagem por isabella.swan.caindo em Sab Set 18, 2010 1:09 pm

Capítulo 11 - Alice Visita Mystic Falls: O Desabafo

Stefan

Alice não estava muito bem em relação a seu relacionamento. Não era preciso reparar muito para perceber isso.

Damon teve uma de suas grandes ideias e deu whisky para a coitada.

- Beba isso aqui, você vai se sentir melhor...

Eu não podia deixá-la beber, a bebida nunca traz a solução e pode deixar vampiros descontrolados...

- Alice, é melhor não – eu peguei o copo que Damon havia deixado na frente dela antes que ela pudesse pegá-lo.

- Pare de ser desmancha prazer irmãozinho... - Damon deu outro copo para ela.

- Alice, você não precisa beber isso.

- É, Alice, ignore o Damon – era Elena, que agora levantava e ia para perto de Alice.

A garota encarava o copo com uma cara de medo.

- Isso aí não vai entrar sozinho... – Damon sabia ser irritante.

Eu levantei e fui para o lado de Alice. Elena não sabia o que fazer.

- Alice, escute – eu a fiz olhar para mim, – nada que o Damon te mandar fazer é uma ordem, ok? Só faça se quiser – tirei o copo da frente dela novamente e me virei para Damon. – Pare de fazer isso com ela.

- Mas estou quietinho irmãozinho...

- É, eu sei o quanto está...

Estava preocupado demais me irritando com Damon que nem vi o momento em que Alice pegou o copo e tomou tudo de uma vez. Elena a ficou encarando incrédula.

Alice não tossiu ou quis vomitar, ela apenas fez cara de quem não gostou nada daquilo.

- É isso aí Alice! – Damon comemorou.

Elena correu para o balcão e pegou uma garrafa de água e entregou para Alice.

- Tome isso, vai se sentir um pouco melhor.

Alice era uma coitadinha, eu havia percebido que ela tomaria tudo que lhe dessem, e eu não deixaria Damon se aproveitar disso...



Elena

Não demorou muito para irmos embora, não depois que Damon fez Alice beber um monte. Eu estava ficando enjoada só de olhar...

- Stefan, deveríamos ir...

- É, devemos... Alice, você vem conosco.

- Qual o medo irmãozinho?

- Não confio em você... Vem Alice – ajudei Stefan a levar Alice conosco para o carro. Damon que desse um jeito pra voltar.

Em poucos minutos estávamos no carro. Ele abriu a porta para Alice e para mim, mas me puxou antes que eu entrasse.

- Querida, você ficará lá em casa hoje? Gostaria de alguém para me ajudar a vigiar o Damon...

Eu sorri, é claro que ficaria com Stefan se ele pedisse.

- Claro, eu te ajudo.

Nós entramos no carro. Alice não disse nada a volta para casa toda... Talvez não estivesse se sentindo bem...

Quando chegamos na casa de Stefan, eu a acompanhei até o banheiro.

- Alice, você precisa colocar tudo pra fora?

- Hein?

- Precisa fazer xixi ou se sente enjoada?

- Não, eu estou bem – ela tentava parecer confiante, mas sua cara entregava que não estava nada bem...

- Tem certeza?



Alice

Elena queria saber se eu precisava usar o banheiro... Isso era bizarro, já que usar o banheiro da forma no qual ela podia fazer não seria o modo no qual eu conseguiria fazer...

- Alice, você precisa colocar tudo pra fora?

- Hein?

- Precisa fazer xixi ou se sente enjoada?

- Não, eu estou bem – tentei soar confiante, mas era óbvio que não estava nada bem...

- Tem certeza? – não, eu não tinha...

- Eu estou bem...

Eu estarei no quarto ao lado preparando um lugar para você dormir, ok? Se precisar de qualquer coisa me chame, ok? Qualquer coisa. É só gritar, ok?

- Ok...

Ela saiu.

Eu podia ouvir ela e Stefan andando pela casa para arrumar um lugar no qual eu me acomodasse.

Elena me lembrava de quando Bella era humana... Mas eu definitivamente não lembrava o que fazer como humana no banheiro... Bem, de alguma forma isso tudo teria que sair...



Stefan

Damon não apareceu tão cedo em casa.

Elena estava dormindo em meu quarto e eu desci até a sala. Fui até a cozinha e quando voltei, dei de cara com Alice.

- Você esta bem Alice? Não consegue dormir?

- Claro que não... – ela respondeu sem emoção.

- Quer algo para ajudar?

- Você realmente dorme? – ela parecia surpresa.

- Sim, você não?

- Não, não durmo...

- Ah... Bem, quer conversar?

- Não quero atrapalhar você...

- Não me atrapalhará. Vem... – eu a chamei para a sala e liguei alguns abajures. – Sente-se.

Eu deixei que Alice se acomodasse em um dos sofás. Se ela se sentisse bem, talvez pudesse desabafar um pouco.

- Tem algo te atormentando Alice... É a casa? Algo que Elena ou eu dissemos?

- Não, não, vocês são uns amores...

- Então é algo que eu possa ajudar?

- Não, ninguém pode... – ela começou a olhar para o nada...

- Bem, Damon disse que você está com problemas em casa... Algo com relacionamento... É isso?

- É... – ela ficou emburrada.

- Veja – eu tentaria ajudar, – Elena e eu também passamos por dificuldades, não existe relacionamento perfeito... – ela me olhava sem responder. – Na verdade, eu acho que são as brigas que fazem com que superemos e possamos seguir em frente, não acha?

- Não, eu odeio brigas...

- Todos odiamos Alice, mas sem elas como saberíamos o limite de quem está ao nosso lado?

- É... – ela parecia querer me dar razão, de forma tímida...

- Quer falar sobre o que aconteceu?

- Não sei...

- Posso lhe dizer uma coisa?

- Pode...

- O seu namo... marido, não é? – ela fez que sim com a cabeça. – Há quanto tempo estão casados?

- Desde 1950...

- É uma vida, hein? - tentei brincar, mas, esquece, não sou bom em piadas. Essa parte é do Damon. – Bem, veja só, vocês sempre se deram bem, não?

- Sim...

- E o que mudou?

- Ele mudou, não deveria ter feito o que fez... Aliás, não deveria não ter feito o que eu queria que ele fizesse!!! – ok, eu não entendi nada.

- Espera... – ela estava exaltada, – mas em todos esses anos ele errou uma vez e você vai jogá-lo na fogueira assim?

Alice me olhou assustada, mas não disse nada.

- Veja, é humano e natural desapontarmos os outros... Alice, ninguém é perfeito...

- Eu sei, mas... ele...

- Me diga uma coisa: nunca chateou alguém? Nunca fez algo que ele não gostasse?

- Bem, já...

- Então, e o que ele fez? – ela não respondeu. – Ele não virou as costas, não?!

- Não...

- Então!

Ela ficou me encarando, como que criando coragem para falar... Ela parecia querer chorar, logo eu teria que arrumar lenços de papel...

- Sabe, eu gosto muito do Jazz – ela dizia olhando para as próprias mãos... – eu não sei exatamente porque agi assim... Mas eu não acho que tenha pedido algo muito absurdo para ele... – ela respirava com dificuldade. – Veja só, a Rosalie é bem mais chata em seus pedidos e o Emmett faz tudo para ela. Por que o Jazz não pode fazer uma coisinha que pedi?

- Talvez porque para você uma “coisinha” seja diferente do que é para ele. Pode ser algo que ele considere importante, não acha? Nossa visão das coisas é sempre diferente...

Ela não disse nada. Me levantei e fui até ela.

- Olha, não estou querendo dizer que você ou ele estão errados, só acho que o melhor seria vocês conversarem... E longe do Damon de preferência...

Alice se levantou.

- Eu...eu gosto muito do Jazz... De verdade. Eu comecei a vê-lo através do meu dom... No começou, eu fugi dele por um tempão – ela sorriu se lembrando, – até que eu percebi que não conseguiria viver sem ele... – mas voltou a ficar triste.

- Como assim?

- Eu podia vê-lo cada vez que ele tomava uma decisão... É isso que meu dom faz, ele me diz as decisões e mostra ao que elas vão me levar...

- Parece legal...

- Sei, eu nunca me apaixonei por ninguém... Eu sabia que eu tinha que encontrar o Jasper, mesmo que eu morresse de medo dele no começo... Você já gostou tanto de alguém que mesmo sabendo que essa pessoa podia te fazer mal foi atrás dela?

- Eh... Já... – eu olhei para cima, Elena não podia ouvir essa, ou eu entraria em confusão. – Você está fazendo isso agora?

- Não, eu não quero saber nenhum tipo de decisão que ele tomará... Eu não quero correr o risco de ver ele e não resistir... Dói muito ficar longe dele, mas eu sei que – ela suspirou. – No fundo, eu tinha que fazer isso...

- Alice, relaxe, pelo que percebo vocês dois se amam. Só me prometa que vai dar uma chance para o seu Jazz a próxima vez que o ver... Deixe ele se explicar primeiro... Ok?

Ela apenas fez que sim com a cabeça.

- Agora vai dormir, tá?

Nós dois subimos as escadas e ela entrou no quatro de hospedes, enquanto eu segui para meu quarto. Ela estava confusa, e Damon a atrapalhando só piorava... Aliás, o que Damon deveria estar aprontando em uma hora dessas para ainda estar na rua?



Alice

Eu não ouvia nada vindo dos outros quartos da casa, era incrível, mas Elena estava dormindo e os outros encenavam muito bem.

Stefan era um cara legal, mas ficar perto dele, de certa forma, me lembrava do Jazz... Porque ele sempre foi tão... Pare Alice! Você não pode ficar se traindo assim e se lembrando dele!

Esquece, Alice... Bola pra frente. É difícil, mas você consegue. Ele não deve estar se importando, deve estar feliz da vida com as recordações da Maria e você ai ficando triste?!

Ignore-o!

Eu já sei, amanhã levarei Elena bem cedo às compras! Nada melhor que compras para alegrar uma manhã!
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Re: Damon Visita...

Mensagem por Alê Salvatore em Dom Set 19, 2010 9:20 pm

Nossa Bella, ri muito com esses capítulos! tou amando, é super divertido!!!

concordo com isso das fics serem divertidas, é muito legal mesmo!
e esta sua ideia de juntar TVD com Twilight é maravilhosa! ainda por cima porque você usou e abusou da ironia sarcástica do Damon, o que deu um ar muito cool e divertido!
adorando!!!
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Re: Damon Visita...

Mensagem por geeereis em Qui Set 23, 2010 10:41 am

USHUSAHSUA' muito boom. estou adorando ! estoou louca pra ler o ultimo Smile parabens !
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Re: Damon Visita...

Mensagem por _hela_ em Seg Nov 01, 2010 12:29 pm

Muito bom!! Mas quando vc vai postar os novos episodios? To ansiosa pra ver!

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Re: Damon Visita...

Mensagem por Sydhartta em Ter Nov 30, 2010 12:03 pm

MUITO LEGAL! *__*
Você escreve super bem e a ideia ficou tão criativa... Ficou tão diferente!
Ri horrores e o Damom me irrita um pouco, sabe?!
IUSHAIUSHAIUSA!
Estou ansiosa para o próximo capítulo... Posta mais?!
Bites&Kisses! *¬*
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ADOREI!!!!!!

Mensagem por Jes em Sex Fev 25, 2011 2:27 am

Iisabella adorei o seu fics, Parabéns! Serio achei muito original e divertido foi um dos melhores que li até agora ( sem ofensas aos outros fics tbm são bons). Se me permite fazer uma sugestão: sei que sairia um pouco do contesto que vc inicio a história mas adoraria ver o Edward "pirando" com a visita do Damon antes da Bella se tornar vampira (do geito que ele é todo cuidadoso!),acho que ficaria bem divertido! Mais uma vez parabéns!
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Re: Damon Visita...

Mensagem por Gabrielaa em Dom Fev 27, 2011 12:29 pm

É msm Jes seria bem engraçado!!!kk...
I Bella ameii o seus fics principalmente do Emmet!!
( Peidar, arrotar td mundo já nasce sabendo)kkk...
Ri muitoo Very Happy
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Re: Damon Visita...

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