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Damon E Elena, A História Começa.

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Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Seg Abr 30, 2012 1:07 am

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http://diariosdovampiro.forumeiros.com/t2191-comentarios-damon-e-elena-a-historia-comeca

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Sinopse: No final do último capítulo de Vampire Diaries, em The Descent, encontramos um Damon atordoado pela morte de Rose, tentando se encontrar novamente. Esta fanfiction começa no dia seguinte, continuando a história do episódio S02E12.

Classificação: +17
Categorias: The Vampire Diaries, Ian Somerhalder
Gêneros: Drama
Avisos: Sexo, Linguagem Imprópria, Violência

Este é o primeiro capítulo, e marca o início do relacionamento entre Damon e Elena, e como ele vai fazer para finalmente conquistar sua amada, depois da morte de Rose.



Capitulo 1


O sonho de Elena

Depois a morte de Rose, Damon ficou transtornado. Já não podia suportar a solidão. Não depois do que ele vivera. Não depois de Rose. Katherine era egoísta, e o usava sempre que queria, mas não dava a mínima para as suas necessidades e emoções. Rose foi seu primeiro amor de verdade. A primeira troca verdadeira que fez com outro ser humano. Ou melhor, com outro monstro.


Damon estava diferente, e já não suportava mais fingir ser imbatível. Não aguentava mais ver Elena com o irmão, estava cansado. Angustiado. Perdido. Arrependera-se de ter apagado a memória de Elena depois de confessar seu amor.


Rose o havia mudado definitivamente. Enquanto ela esteve com ele, mostrou com clareza os seus sentimentos mais ocultos. Rose o enxergava completamente, sem máscaras, nu. Sua morte o afetou profundamente, pois sentia falta de ter uma amiga verdadeira ao seu lado, alguém com quem ele pudesse ser apenas Damon. O verdadeiro Damon. Ele a amava, como amava a Elena.


– Não posso mais viver assim. Preciso fazer alguma coisa - disse ele para si mesmo.
– Primeiro vou cuidar da Jules. Depois vou cuidar da Elena.

Jules tinha mordido Rose, mas tinha ferido verdadeiramente o Damon. Havia tirado dele sua melhor amiga, sua amante, a única pessoa além de Elena que realmente se importava com ele. E ela pagaria caro por isso.


Damon foi ao quarto de Stefan, e o encontrou seminu, aos beijos com Elena. Com muito custo disfarçou o escárnio que sentiu ao ver aquela cena.


– Preciso de você, irmãozinho. Você pode trepar depois. Elena espera, ela começa sem você.
– Credo Damon, isso foi rude até para você - disse Elena com nojo - Eu sei que você está magoado com a morte da Rose, mas não precisa descontar em mim.
– Eu sei que é difícil pra você acreditar, mas minha preocupação neste momento não é com você. Vou matar a assassina de Rose. Preciso do Stefan para matar Jules.
– Está certo - disse Stefan - Vou com você, pois sei que você vai atras dela de qualquer jeito. Melhor comigo. Já perdemos um vampiro esta semana, não quero perder o meu irmão.

Os irmãos Salvatore se dirigiram à casa de Alaric, para descobrir se ele tinha alguma coisa que poderia ajudá-los a matar Jules. Alaric os recebeu com alegria.


– Olá! Puxa, nunca recebi a visita dos Salvatore em minha casa. O que posso fazer por vocês?
– Vamos matar Jules. Ela não merece mais viver. Ela matou Rose. Quem está marcada agora é ela - disse Damon com fúria nos olhos.
– Sabe, depois de ver você com Jules no bar, percebi que este dia estava perto e já me adiantei. Fiz bombas, flechas envenenadas e todo tipo de arma com wolfspain. Jules está no papo.

Stefan e Damon saíram armados até os dentes, e se dirigiram ao Mystic Grill. Jules estava lá. Damon queria ir direto confrontá-la, mas Stefan o deteve.

– Espere a hora certa, Damon. Não é agora. Espere ela sair.

Com muito custo Damon se ateve a tomar um whisky no bar, com o irmão. Enquanto esperavam, Stefan perguntou a Damon:

– Como você está passando, meu irmão? Estou preocupado com você. Sei que está chateado com a morte de Rose, mesmo que você não admita.
– Estou bem, não se preocupe. Vampiros são como humanos, vem e vão. Só vivemos mais tempo. Vou me sentir bem melhor quando arrancar o coração daquela loira vadia com as minhas próprias mãos.

Jules jantou, falou ao telefone, pagou a conta e saiu. Era noite, mas por sorte a lua cheia já tinha passado e estava no quarto minguante. Seus amigos lobisomens ainda não tinham chegado à cidade, e pelo visto iriam chegar para procurar mais uma desaparecida.


Os Salvatore esperaram Jules virar numa rua sem saída, que por sorte estava deserta, e a atacaram. Stefan pulou em cima dela e a mordeu. Ela se debateu, mas acabou caindo. Damon jogou uma bomba de wolfspain e Jules se contorceu em dor pelo chão. Damon então a agarrou pelos braços, levantando-a, olhou bem nos olhos dela e disse:

– Olho-por-olho, dente-por-dente. Você matou minha amiga, agora quem morre é você - disse arrancando seu coração.

Sua raiva era tanta que ele comeu o coração de Jules. Queria despedaçá-la, parti-la em pedaços, como ela fez com o seu coração. Stefan foi enterrar o corpo e Damon disse que iria para casa... Disse, mas não foi. Ele tinha que cuidar do outro assunto pendente. Elena.


Damon chegou sorrateiramente pela janela do quarto de Elena, que já estava dormindo. Ele decidiu naquela hora que não iria mais ficar sem fazer nada, não podia mais ficar sozinho. Queria estar com alguém, queria Elena. Enquanto ela dormia, ele tirou o colar de vervain, e a acordou com uma carícia no rosto.


Elena acordou, abrindo os olhos lentamente, achando ser Stefan. Ela se assustou ao ver que era Damon, mas antes de poder dizer alguma coisa ele falou:

– Você, fique quieta. Só me deixe fazer isso... Falou Damon beijando seus lábios.

Ela desviou o rosto no começo, mas enquanto as mãos de Damon acariciavam todo o seu corpo, sua boca mordiscando seu pescoço, ela não resistiu e se entregou aos seus encantos. Os dois então se entrelaçaram na cama, seus corpos nus procurando cada curva para uma carícia, um beijo. Ele se sentiu completo dentro dela, não faltava nada. Sua vida naquele instante era perfeita, pois estava nos braços da mulher que amava, e nem foi preciso força-la. Ela sabia o que estava fazendo.


Depois de saciados, Damon pensou se valeria a pena apagar a memória dela, como fez na noite em que a salvou de Elijah. Decidiu que não. Mas ainda não era hora de contar a Stefan, Elena ainda podia se arrepender, afinal era tudo muito novo. Então ele a olhou no olhos, e controlando sua mente disse:

– Você vai lembrar de tudo o que aconteceu, mas como se fosse um lindo sonho. Você vai acordar e vai lembrar de tudo, vai reviver tudo o que passou hoje.

Então ele se foi. No dia seguinte, Elena acorda como quem está com fome, fome de Damon. Ela passa a língua pelos lábios, lembrando da sua boca, põe as mãos entre as pernas, aperta os seios...

– Nossa. Que sonho real. Nunca tive um sonho tão vívido. Por que será que tive um sonho erótico com o Damon? Por que não Stefan? O que está acontecendo comigo?

Ainda meio atordoada, ela toma um banho frio, se veste, e vai procurar seu namorado para saber de Jules. Ao chegar à casa dos Salvatore, no entanto, quem vem abrir a porta é Damon. Elena, lembrando do sonho, fica com as bochechas rosadas de vergonha. Damon não resiste e provoca:

– Você parece cansada Elena, como quem teve um sono atribulado. Sonhou muito hoje?

Ela quase desmaia de vergonha, pois ainda estava pensando na sua boca, na sua língua procurando cada pedaço do seu corpo. Sua calcinha se molhou instantaneamente, só de lembrar. Tentando disfarçar o tesão que sentiu em estar na frente dele, ela somente disse:

– É, Damon. Foi uma noite tensa. Cadê o Stefan?
– Está lá em cima. No quarto.

Elena foi atrás de Stefan, mas Damon percebeu o odor que exalava dela. Cheiro de sexo. Ela estava excitada, e ele percebeu muito bem. Ele não lia mentes, mas sabia exatamente o que ela estava pensando. Damon não disse “o que” ela deveria sentir hoje, mas disse que ela reviveria o acontecido. E ele sabia muito bem o que havia passado entre os dois. Ele lembrava de cada segundo.

– Agora falta pouco - pensou - Elena se entregou sem ser compelida. Ela também me quer. Agor
a eu sei.


Última edição por Caroline Domingos em Qua Maio 02, 2012 7:03 pm, editado 3 vez(es)

Caroline D Salvatore

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Seg Abr 30, 2012 1:16 am

Capitulo 2


A vergonha


Elena subiu pensando em Damon, e não sabia bem o porquê. Ao ver Stefan saindo do banho, sentiu-se aliviada. Se dirigiu a ele e deu um forte abraço, como quem pede desculpa por ter magoado o outro...


Stefan, como o irmão, sentiu o cheiro dos feromônios que exalavam de Elena, e pensou - alguém está feliz em me ver. Estranhando aquela vontade repentina, pela manhã, perguntou:

– O que é isso, moça? Sonhou comigo?


Elena, de novo, quase desmaia de vergonha? - Esses Salvatore e os sonhos! Por que não me deixam em paz? - pensou Elena sem saber o que responder. Apenas disse:

– Por que está me perguntando isso, meu bem?

– Porque alguém está com vontade de brincar...


Elena, naquele momente, queria ter um namorado comum, um que não pudesse sentir o seu cheiro. Como a realidade era aquela, ela namorara um vampiro, então não teve escolha, e mentiu.

– É, Stefan, acordei pensando em você.


Enquanto os dois rolavam pela cama, Damon ouvia tudo de seu quarto. Sua audição estava ainda mais aguçada depois que comeu o coração de Jules no jantar. Ele odiava o irmão naquele momento, pois sabia que Elena estava dormindo com o irmão errado desta vez.


Embora a tentação fosse grande, Damon não podia ficar ouvindo Elena e Stefan. Tinha preocupações maiores naquele momento. - E se alguém vier procurando Jules, como fizeram com Mason? Damon queria impedir uma investigação policial . Enquanto pensava nisso, o telefone tocou.

– Residência dos Salvatore - atendeu Damon lembrando dos seus tempos de humano.

– Damon? É Caroline. Elena está aí? Preciso muito falar com ela...

– Ela está aqui, mas não pode falar com você.

– Por que não, Damon?

– Estou ouvindo muitos ahh haas e uhh huus lá de cima. Não acho que ela gostaria de ser interrompida neste momento...

– Credo Damon. Só diz a ela que eu preciso muito conversar, ok?

– Não sou garoto de recados. Diga você mesma.


Damon não estava com paciência para ser gentil com Caroline. Seus ouvidos pareciam sangrar de ouvir os sons que vinham lá de cima. Decidiu sair para espairecer.


Protegido pelo anel de lapis-azuli, Damon sentiu o sol bater na sua face. Lembrou de Rose, de como ela sentiu a falta do sol por mais de quinhentos anos. Ele pensou que poderia ter arrumado um anel para ela também, mas já não havia como. Ela estava morta e enterrada pelas suas próprias mãos.


Damon saiu para pensar em como evitar mais uma investigação policial, afinal, a sherife Forbes já estava procurando por Mason. E com Jules, já eram dois lobisomens desaparecidos.


Enquanto isso, Caroline tentava falar com sua mãe, já que Elena não estava “disponível”.

– Mãe, tem um tempinho?

– Agora não posso, Caroline. Estou atrasada para ir pra delegacia. Preciso continuar com as investigações do desaparecimento de Mason Lockwood.

– Ele provavelmente apenas mudou o itinerário e não voltou pra casa. Dizem que ele é surfista... deve estar no Hawaí ou algo assim - disse Caroline pra disfarçar, já que sabia exatamente onde Damon tinha escondido o corpo de Mason.

– Talves, Carol. Talvez. Agora me deixe ir - disse Liz, saindo pela porta.


Elena e Stefan estavam agora na cama, conversando sobre como colocar suas vidas no lugar, depois do aparecimento de Elijah, a provável vinda de Klaus atrás de Elena, a maldição da Lua e ainda o estado mental frágil de Damon.

– Como vamos fazer pra viver no meio dessa bagunça, Stefan? Estou preocupada com seu irmão.

– Eu estou mais preocupado com você - disse Stefan - O Damon é bem grandinho.

– É, mas toda vez que ele fica magoado, faz alguma besteira. Você está acompanhando os noticiários? Uma mulher sumiu na estrada anteontem. Acharam somente o carro.

– Provavemente foi a Rose, Elena - disse Stefan, pensando se realmente acreditava naquilo que acabara de falar.

– Enquanto ficar quiela, Elijah vai me proteger de Klaus. Com Katherine presa na tumba, sinceramente não estou preocupada com o meu bem-estar ultimamente.


Elena decidiu ir para casa. Estava desconfortável perto de Stefan hoje. Não conseguia tirar o Damon da cabeça. E não era por causa do estado mental dele. Não conseguia parar de lembrar do sonho que tivera. Via flashes o tempo todo. Não sabia porque se sentia assim, mas não conseguia parar de pensar... e sentia-se envergonhada de trair o namorado, mesmo que em sonho.


Damon por sua vez parou de tentar achar uma solução fácil para o desaparecimento de Jules, e pensou em pedir a ajuda de Elena, sua única amiga. Passou em casa, e Stefan disse que ela havia voltado pra casa.

– Para quê você precisa da Elena, Damon?

– Calma, irmãozinho. Não vou morder sua namorada ou coisa assim. Só preciso do cérebro dela.

– Para quê?

– Ela é minha única amiga, agora que Rose morreu. Você percebe isso, né? - disse Damon engasgando de tristeza ao lembrar mais uma vez de Rose.

– Sim, Damon, eu percebo isso. Só não sei o que você teria de tão importante pra falar com a minha namorada.

– Não é da sua conta. Preciso dela e pronto.


Damon não estava disposto a se explicar para o irmão. Não hoje. Não depois de ontem à noite. Ele foi pra casa de Elena.

– Elena, preciso de você.


Elena não estava disposta a falar com Damon naquele momento, pois ainda via cenas da noite anterior, e não sabia se conseguiria disfarçar o que aquilo tudo a fazia sentir.

– Hoje não, Damon. Quero ficar sozinha.

– Preciso da sua ajuda. Sem a Rose, me sobrou só você... - Os olhos de Damon se encheram de lágrimas ao dizer isso, e ele virou de costas para que Elena não visse.

– Damon, olha pra mim - falou Elena de aproximando dele, e pegando seu ombro.

– Hoje não estou conseguindo disfarçar minhas emoções. Acho que só você conseguiria entender isso. Só você pode me enxergar de verdade. Não tenho mais ninguém pra converdsar, Elena. Só você.


Elena sabia o quanto havia custado pra Ele dizer isso, Damon odiava mostrar as emoções. De repente ela esqueceu do sonho, esqueceu da vergonha, e viu apenas aquele ser lindo, sexy, e destruído na sua frente. Ela o abraçou dizendo:

– Estou aqui, Damon. Estou aqui na sua frente. Acalme-se. Me conte tudo.


Última edição por Caroline Domingos em Qua Maio 02, 2012 7:03 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Seg Abr 30, 2012 1:22 am

Capitulo 3



A verdade sempre aparece


Damon e Elena continuam a conversa...

– Não estou conseguindo ser o velho Damon. Nem o novo. Sabe aquela mulher desaparecida na estrada? Fui eu...
– Eu sabia!
– Estava querendo me achar de novo. Ser eu mesmo, o monstro de sempre. Mas nem isso consegui. Me arrependi de ter matado aquela mulher no segundo seguinte. Não sou mais aquela besta. Não sei mais quem eu sou.
– Você tem um freezer cheio de sangue, Damon. Não precisa caçar humanos. Se controle, ou você vai ficar pior ainda do que já está. A culpa vai te consumir.
– Tem razão. De alguma forma, você sempre tem razão.

Damon contou que estava preocupado com a possibilidade de alguém sentir a falta de Jules.


– Se ligarem o sumisso de Mason com o dela, o FBI vai acabar aparecendo em Mystic Falls, aí eu vou ter que sumir.
FBI, você acha?
– Sim. Mason Lockwood era irmão do prefeito. Dois desaparecimentos ligados assim, acho que interessaria ao FBI. E aí estaremos ferrados. - O que podemos fazer, Elena?
– Não podemos sair matando todo novato que chega na cidade, achando que são lobisomens. E não podemos ficar parados... Temos que pensar numa solução. Vou conversar com Stefan e depois nós falamos sobre isso. Estou mais preocupada com você.

Elena o abraçou, e sem sentir o que estava fazendo, lhe deu um beijo. Damon não esperava por aquilo, não ainda, e somente conseguiu olhar profundamente pra ela. Não disse nada. Não queria estragar o momento. Os dois se beijaram novamente, do mesmo jeito que no “sonho”. Damon não resistiu e perguntou:

– O que você está fazendo?
– Não sei. Você precisava de carinho, e eu dei. Acho que é isso...
– Quer que eu apague a sua memória? Pra você não lembrar do que fez?
– Não, Damon. Não sei porque fiz isso, mas queria fazer. Agora vou ter que viver com o que fiz.
– Mas você não ama o Stefan?
– De alguma maneira, amo vocês dois. Estou começando a enxergar isso. A Rose não mudou só você. Eu também não sou a mesma depois de conversar algumas vezes com ela. Ela tinha o dom de fazer a gente ver o que estava escondido, né?
– Tinha. Vou sentir a falta dela, muito mesmo.
– Você a amava, não é?
– Sim, não sei como, foi tudo tão rápido... mas a amava sim.
Elena saiu pensando em como iria contar a Stefan que tinha beijado Damon. O que ela não sabia, era que ele estava do lado de fora da casa e ouviu tudo... Ele estava devastado. Tinha certeza que iria perder Elena para Damon.


– Não posso concorrer com ele, não de novo – pensou Stefan, se lembrando de Katherine. Katherine Pierce foi a pior coisa que já aconteceu na visa dos dois, e foi o motivo deles terem brigado por mais de 100 anos... Ele não deixaria isso acontecer de novo, mesmo se significasse ficar sem Elena. Ele não perderia o irmão de novo.

Elena foi pra casa, e não sabia o que fazer.


– O que eu sinto por ele, meu Deus? – falou pensando em Damon.
– Será que eu conto a Stefan? Será que eu deixo Damon apagar isso da minha cabeça? O que eu faço?

Ela disse tão alto que sua tia ouviu, e entrou no quarto.


– O que está acontecendo, Elena?
– Nada, tia Jenna. Tá tudo bem...
– Não está não. Eu ouvi você falando em contar pro Stefan... contar o quê? O que aconteceu?
– Errrr... Estou envergonhada, mas... beijei Damon.
– Você está louca? Ele não vale nada, Elena.
– Vale sim, ele só finge ser daquele jeito. No fundo ele é um cara legal. Só não demonstra, por medo de se magoar.
– Isso é o que pensamos de todo cara lindo, charmoso e cafajeste, como ele. Até descobrirmos que era tudo ilusão. Não caia na teia dele, o Stefan não merece isso.
– Tem razão. O Stefan não merece.

Elena decidiu que iria conversar com o namorado no dia seguinte. Não iria deixar a mentira ficar no meio dos dois. Nem ela esperava aquele beijo, mas aconteceu.

Enquanto isso, Stefan pensava no que iria fazer com o irmão. Ele sabia que Damon amava Elena, sempre soube. Via os sinais. Damon não sabia, mas Stefan o conhecia melhor do que ninguém. Melhor do que Rose.


– Quero matá-lo! Mas não posso... Ohh meu santo... Eu já esperava isso do Damon. Mas da Elena não...

Stefan estava assustado com a possibilidade de perder sua amada. Ele pensou – Não vou fazer nada precipitado. Eu ouvi, mas não vi nada. Talvez não tenha entendido bem o que aconteceu...

...


Caroline ainda queria falar com Elena, e foi a casa dela contar do beijo que ganhou de Tyler e Matt.


– Elena, tem um tempinho? Preciso muito conversar com você... Aconteceu uma coisa...
– Caroline, não sei se consigo dar conselhos hoje. Também me aconteceu uma coisa.
– O que foi, Elena, você parece assustada.
– Não foi nada assustador, pelo contrário... Beijei o Damon.
– Você beijou ele ou ele te beijou?
– Você ouviu... beijei ele.
– Como isso é possível?! Você ama o Stefan. Dá pra ver de longe...
– Eu sei. Mas alguma coisa mudou... não sei mais o que sinto pelo Damon.
– Ai minhas almas, só faltava essa. Ele é um cafajeste, Elena. Você melhor que ninguém sabe disso. Ele tentou matar seu irmão. Ele abusou de mim durante meses! Ele matou sei lá quantas pessoas! Ele não presta! Eu não tenho que estar te dizendo estas coisas. Você sabe muito bem.
– Eu sei de tudo isso, mas tenho visto um lado dele que não tinha certeza se existia... e estou gostando muito. E além disso ele precisa de mim. Sem a Rose, ele ficou perdido...
– Eu não vou falar mais nada, você é bem grandinha para decidir com qual irmão você quer ficar. Eu, por outro lado, tenho que escolher entre um humano e um lobisomem...
– Que história é essa, Caroline?
– Matt e Tyler me beijaram ontem... não sei o que fazer.
– O que você fez?
– Fugi, dos dois! Não sei se posso ficar com nenhum deles. Um é potencialmente minha janta. E do outro, eu é que posso ser a janta! Ai, minhas almas...
...

Damon chega em casa, no inínio da noite. Ele mal entra pela porta e Stefan o prensa na parede.


– O Que você fez com Elena, Damon!
– Como assim o que eu fiz? Do que você está falando?
– Estou falando de vocês terem se beijado hoje... Eu ouvi a conversa de vocês na casa dela. Eu te segui até lá...
– Se você estava lá, por que não entrou? A gente poderia ter conversado sobre isso... ou você poderia simplesmente ter me batido e arrastado sua namorada pelos cabelos... bem neanderthal, como você está agindo agora hahaha.
– Não tem graça Damon. O que aconteceu entre vocês?
– Eu estava meio triste, abalado, contei umas coisas...
– Eu ouvi a conversa toda, Damon. Sei exatamente o que você contou a ela. Sei da mulher na estrada, ouvi tudo. Quero saber por que ela te beijou? Não foi isso que aconteceu?
– Sim, Stefan. Exatamente. Mas como EU posso te dizer por que? Pergunte a Elena. Ela me disse que Rose a fez enxergar umas coisas... talvez seja isso. Talvez ela me ame. Já passou pela sua cabeça essa possibilidade?
– E o pior é que já. Se eu perdê-la pra você, eu morro... ou te mato. Ainda não decidi.
– Você não vai fazer nada. Não é da sua conta. O que ela sente é problema dela, não seu. Elena não é Katherine, ela não vai jogar com as nossas vidas. O que ela decidir fazer, está feito. Deixe ela pensar - disse Damon confiante.
– Ela não sabe o que sente por você.
– Exatamente. Mas ela sabe o que sente por você. Então a deixe pensar. Não faça nada por enquanto. E não diga a ela que você sabe da nossa conversa.
– Está bem, Damon. Dessa vez você tem razão. Vou tentar ficar quieto. Mas se você fez alguma coisa com ela... eu te mato!
– Neanderthal...


Última edição por Caroline Domingos em Qua Maio 02, 2012 7:04 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Seg Abr 30, 2012 1:30 am

Capítulo 4


A verdade sempre aparece – parte 2


Elena acordou no dia seguinte disposta a falar tudo para Stefan. Ela não tinha idéia que o namorado já sabia do beijo. Chegando à casa dos Salvarore, ela achou a porta destrancada e foi entrando. Achou Damon de calça de pijama, roupão aberto e um copo de sangue nas mãos.

– Bom dia, querida – disse Damon displicentemente.

– Bom dia, Damon. Stefan já levantou?

– Já. Está lá em cima, acho que está no banho.

– Obrigada.

Ela subiu pensando que era uma boa coisa os vampiros não lerem mentes. Ela não queria que Damon soubesse o que ela pensou vendo ele sem camisa... Ao chegar no quarto de Stefan, ele estava saindo do banho. Ele se assustou em ve-la tão cedo, em sua casa. Pensou se era por causa do acontecimento da tarde passada.

– Oi meu amor... preciso falar com você - disse Elena.

– Acho que já sei porque...

– Ontem aconteceu uma coisa... não quero esconder nada de você.

– Damon foi lá em casa, no fim da tarde. Ele estava todo carente, triste,

preocupado... eu fui confortá-lo. Não sei bem o que aconteceu, mas eu acabei beijando ele.

– Você o beijou ou ele te beijou?

– Você parece a Caroline... não há problema de semântica nessa frase. Eu beijei ele.

– Por que você acha que isso aconteceu, Elena?

– Eu não sei... tudo começou com um sonho que tive com ele há duas noites... Sonhei que ele tinha vindo ao meu quarto à noite, me acordou e tentou me beijar. Eu me esquivei enquanto pude, mas não resisti e nos beijamos... daí pra frente você deve imaginar o que aconteceu...

– Não preciso de detalhes sórdidos Elena – falou Stefan pensando que o irmão poderia ter alguma coisa a ver com esse sonho... afinal, ele gostava de controlar a mente das pessoas.

– Você não acha que Damon pode ter colocado esse sonho na sua cabeça, Elena?

– Eu não sei. Só sei que acordei muito cansada naquela manhã, como se não tivesse dormido nada. E ficava lembrando o tempo todo do sonho, foi bem esquisito.

Stefan saiu do quarto pisando forte e foi até o quarto de Damon, que já esperava a visita.

– Olá irmãozinho, o que você deseja?

– Vou perguntar mais uma vez Damon, o que você fez com a Elena?

– Eu já não respondi esta pergunta? Tem alguma coisa nova?

– A Elena me contou sobre um sonho que teve com você há duas noites atrás. Você não tem nada a ver com isso, tem?

– Acredite, Stefan, você não quer saber o que aconteceu naquela noite. Stefan surtou, enquadrou o irmão na parede, e com as presas pra fora

gritou:

– Desgraçado, o que você fez com ela?

– Você quer saber a verdade? Mesmo?

– Quero.

– Então lá vai. Eu fiquei com ela, e não foi sonho. Eu só fiz ela lembrar como sonho pra não se sentir culpada.

– Você está mentindo. Você a compeliu a ficar com você.

– Não, não fiz. Você quer ver? Eu te mostro! Entre na minha mente... eu deixo você ver tudo. Mas já aviso que você não vai gostar do que vai ver.

– E se você controlar minha mente?

– Eu prometo somente te mostrar o que aconteceu. Se você não vai acreditar em mim, pra que estamos tendo essa conversa, afinal?

– Está bem. – disse Stefan Furioso.

Stefan agarrou os braços do irmão, e olhou profundamente em seus olhos, entrando numa espécie de transe. Damon levou o irmão de volta para aquela noite, em que tirou o colar de Elena e a acordou. Ele viu Damon acariciando seu rosto, tentando beijá-la. Viu Elena se esquivando, e viu quando ela desistiu... quando Elena começou a tirar as roupas de Damon, Stefan não aguentou e soltou o irmão, saindo do transe:

– Já chega – disse Stefan arrasado.

– Você ainda não viu a melhor parte – disse Damon exultante por ter ganho a garota do irmão honestamente.

– Não preciso ver mais nada. Acredito em você. – disse Stevan Arrasado Agora me diga, por que você a compeliu a enxergar o que aconteceu como um sonho? Não seria mais fácil pra você se ela lembrasse?

– Seria, mas acho que não seria mais fácil pra ela, nem pra você. Não me arrependi do que fiz, eu a queria e você pôde ver que ela também me quis. Não acho que ela esteja decidida sobre o que sente por mim ainda, só queria dar mais tempo a ela – disse Damon se justificando.


Elena estava na porta do quarto e ouviu toda a conversa dos dois.

– Damon, você jura que tudo o que eu lembro foi verdade mesmo? Eu nunca vou te perdoar se você estiver mentindo. – disse Elena

– Eu juro. Não mentiria pra você. Pra você, não. – disse Damon Olhando bem no fundo dos olhos dela

– Eu acredito. Senti como se tivesse sido real. Acordei cansada como se tivesse ficado sem dormir. E não consegui tirar você da cabeça depois daquilo... – disse Elena Confusa.

– Desculpe sobre isso, eu disse que você iria reviver o que havia sentido no dia seguinte... haha

– Damon! – gritaram Elena e Stefan.

Stefan não podia mais fingir que não havia acontecido nada. Estava provado que os dois tinham alguma coisa. Ele não podia mais ignorar. E não sabia se conseguiria ficar com Elena depois disso.

– Elena, por favor vá embora – pediu Stefan.

– Mas Stefan, não é melhor a gente conversar sobre isso?

– Não dá, Elena. Hoje não. Tenho muito o que pensar... E se você sabe o que é bom pra você, Damon, acho bom sair também.

– Credo, Stefan, você anda muito homem das cavernas ultimamente... vou te deixar em paz. Estou com fome, acho que vou caçar um lanchinho...

– Damon! – gritaram novamente os dois.

– Estou brincando, gente, vocês não tem senso de humor nenhum. Vou pro

Mystic Grill, comer COMIDA mesmo...


...


Chegando no restaurante, Damon viu Bonnie e Caroline coversando. Acenou, mas não se aproximou. Sentou no balcão e pediu o cardápio. Eram 11:30h, e ele iria almoçar.


Bonnie estava conversando com Caroline sobre a Pedra da Lua, e sobre a ligação de Luka e o pai dele com Elijah.

– O que você acha Caroline, será que eu posso confiar no Luka?

– Sinceramente eu acho que não. Vamos conversar com o Damon sobre isso, ele está bem ali...

Elas se aproximam e convidam Damon a sentar com elas.

– Precisamos falar com você, Damon. É sobre a Pedra da Lua.

– Você já não destruiu aquela coisa, Bonnie? O que mais há pra conversar sobre isso?

– Não tenho mais certeza de que ela foi destruída. Afinal, nós descobrimos que Luka e o pai trabalham para Elijah. Foram eles que soltaram Stefan da tumba...

– Verdade, não tinha pensado sobre isso. Humm, e agora? Como você vai ter certeza de que a pedra foi destruída? Você conhece o feitiço?

– Não, Luka fez tudo. Eu só emprestei a minha energia... E agora, o que eu faço, Damon?

– Você é que é a bruxa, Bonnie. Pesquise sobre o feitiço. Veja se ele foi real ou não. Ou controle o Luka pra ele te dizer, sei lá. Agora saiam da minha frente. Estou com fome. Não quero comer bruxa pro almoço...

– Damon!! - Gritaram Caroline e Bonnie.

– Hoje está todo mundo com meu nome na boca, credo
.


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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Seg Abr 30, 2012 2:32 am

Capítulo 5


- A Decisão



Stefan estava tão atordoado que parecia não conseguir se mexer. Deitou em sua cama e ficou pensando no que iria fazer da vida. Já não conseguia se imaginar sem Elena. Mas não queria ver sua vida repetir o martírio que foi dividir Katherine...

O que eu vou fazer – pensou ele sem resposta...
...
Enquanto isso Elena foi procurar Bonnie para conversar, e ficou sabendo pelo pai dela que estava no restaurante com Caroline. Foi então ao Mystic Grill encontrar suas amigas. Se desencontrou delas, pois já haviam saído para a biblioteca pública de Mystic Falls pesquisar sobre o feitiço. Elena achou apenas Damon almoçando.

– Viu Bonnie e Caroline hoje, Damon?
– Olá pra você também. Elas acabaram de sair.
– Você sabe pra onde?
– Não sou babá, Elena. Não tomo conta de vampiras ou bruxas. – Disse Damon dando aquele sorrisinho de lado
– Ehh, Damon, você está amargo hein? Está pensando o quê?
– Você sabe exatamente no que eu estou pensando...
– Preciso conversar com alguém, senão vou explodir. Me diga, por favor, onde foram as meninas?
– Pare pra pensar um pouco, Elena. Eu também preciso conversar. Mas eu não tenho ninguém... só você.
– Ai, Damon, desculpe. É verdade. Estou esfregando na sua cara que tenho amigas, não é? Mas, por que você não fala com o Alaric? Ele parece ser seu amigo.
– Não é... eu dormi com a mulher dele, matei e ainda a transformei em vampira . Ele só aprendeu a conviver comigo, só isso. Meu amigo ele não pode ser. Teria que perdoar muita coisa.
– Talvez ele já tenha perdoado... a tempos que vocês não se desentendem. Eu já perdoei tanta coisa... De alguma forma, ninguém consegue ficar com raiva de você por muito tempo... Nem a Bonnie. E olha que ela não morreu porque Stefan estava lá.
– Tem razão.Acho que é o meu charme cativante! - disse Damon se vangloriando.
– Agora vejo o Damon de sempre. Convencido e confiante. Vá conversar com Alaric. Cadê as meninas?
– Na biblioteca, gatinha. Pesquisando.
– Obrigada, Damon. Pense no que eu falei. – Elena Piscou pra ele ao sai perto dele
...

Elena encontrou Bonnie e Caroline na biblioteca. Se aproximou...

– Meninas, o que estão fazendo?
– Pesquisando sobre antigos feitiços. Quero descobrir se fui enganada pelo Luka... – Disse Bonnie
– Ahh, porque foi ele que tirou Stefan da tumba, né? Ele e o pai devem trabalhar para o Elijah. Entendo... Mais isso não é sanguia desatada, preciso falar com vocês.
– Sua cara não está boa, o que aconteceu? – indagou Bonnie.
– Conversei com Stefan e Damon hoje pela manhã...
– Ai minhas almas, você contou pro Stefan? – disse Caroline assustada.
– Contou o quê? – perguntou Bonnie.
– Elena beijou Damon – respondeu Caroline, sem saber que não era só isso que acontecera entre os dois...
– Contei. Mas o buraco, no final das contas, é bem mais embaixo. Lembra que te contei do sonho que tive com ele? Não foi sonho, afinal...
– Sonho? Beijo? Alguém me atualiza, que não estou entendendo nada! – Bonnie perguntou.
– Okay, Bonnie. Vou te contar tudo.
...

Enquanto Elena tentava atualizar Bonnie e Caroline na bagunça que virou sua vida, Stefan permanecia imóvel em sua cama. Ele estava pensando se conseguiria terminar com Elena. E o que ele iria fazer com Damon.


Toda vez que eu me apaixono por alguém, ele tem que entrar no meio. Por que a Rose tinha que morrer? Se ela estivesse viva, aposto que a história teria sido outra. Eu não tenho sorte, mesmo... – Pensou Stefan
...

Damon resolveu ir até a floresta pensar. Sentou em uma pedra, e ficou admirando a beleza natural do bosque dos Lockwood. Para sua surpresa, um transeunte passava perdido por ali. Um homem, de mochila nas costas, e um mapa de cabeça pra baixo nas mãos, se aproximou de Damon.


– Senhor, por favor, pode me ajudar? Acho que estou perdido...
– Para onde você quer ir? – indagou Damon pensando se aquele seria o seu lanche da tarde...
– Estou tentando chegar aqui – apontando um lugar no mapa. Há um acampamento nos arredores dessas terras, mas não estou encontrando.

Damon, que precisava conversar com alguém, achou aquela oportunidade única, e compeliu o sujeito a ficar quieto escutando.

– Qual o seu nome, sujeito? – perguntou Damon.
– Charles Right.
– Right, isso é bom. Significa que você está sempre certo, né? Preciso te perguntar uma coisa... O que você faria se, pela segunda vez, você se apaixonasse pela namorada do irmão mais novo?
– Bom, acho que isso não é bom, e você não deveria fazer nada – disse Charles tentando se mexer, e não conseguindo. – Por que não consigo me mover?
– Porque ainda não estou satisfeito com a sua resposta. Vamos lá. Eu passei os últimos 100 anos com raiva do meu irmão, pois ele foi o responsável pela “morte” de “nossa” namorada, Katherine, que no final das contas não valia nada e tinha mesmo era fugido. Conseguimos, aos trancos e barrancos nos entender, e hoje convivemos até bem juntos. Eu gosto dele, ele gosta de mim, blablablá.
– Então você não quer perder a amizade dele de novo, né?
– Exatamente, você está começando a me entender. O problema é que eu amo esta mulher, e nós ficamos juntos, e foi perfeito, e agora não quero ficar sem ela.
– Mas ela é namorada do seu irmão.
– Certo de novo. Seu nome realmente condiz com a sua esperteza. Agora me diga, senhor Right, o que devo fazer?
– Você, pelo que me falou, namorou esta outra mulher ao mesmo tempo que o seu irmão. Ele sabia da história na época?
– Sabia.
– E vocês conviviam bem?
– Sim, mas era diferente. Ela não era humana, era uma vampira.
– E a de agora é humana?
– Sim. – Disse Damon Olhando bem fundo em seus olhos.
– Humana ou vampira, se vocês conseguiam dividir os afetos dessa mulher, por que não tentam fazer o mesmo agora?
– Porque acho que ela não vai querer. Ela não é a Katherine. É diferente.
– Então eu acho que você vai ter que esperar que ELA decida, meu amigo. E você e seu irmão vão ter que conviver com isso.
– Você está certo mais uma vez, senhor Right. E por causa da sua eficiência, eu não vou te matar. Você está livre para ir. Vá com Deus. Seu acampamento é por ali – apontou Damon para a direção oeste.

O homem nem acreditou que tinha sobrevivido àquilo. Nunca tinha visto um vampiro antes. Quando ele estava se afastando, Damon lembrou que não tinha apagado a memória do rapaz e correu, aparecendo de repente na sua frente.

–Você vai lembrar da nossa conversa, e de eu ter te ajudado, mas vai esquecer a parte sobre eu e Katherine sermos vampiros. Agora pode ir.
– Obrigado Disse o Rapaz sem entender nada
– Até mais, senhor Right.

...
Ao cair da tarde, Elena já tinha atualizado as amigas na zona da sua vida, e as três estavam há horas conversando sobre o assunto.

– Eu não sei você, mas eu sou do time do Stefan, sempre! – disse Caroline - Damon é um monstro sanguinário e sádico, Elena, não importa o que você diga.
– Ele escolheu ser assim por causa da dor que sentia, Caroline. Não é ele de verdade – justificou Elena.
– Mas ele ainda está matando. Eu devia mandá-lo para os quintos dos infernos! – Bonnie gritou tão alto que a bibliotecária fez um shhhhh para elas.
– Não faça nada, Bonnie. Eu posso dar um jeito nele. Comigo ele se abre. Não posso abandoná-lo, senão ele realmente voltará a ser o monstro que era antes.
– Então você não tem escolha, Elena. Tem que ficar com o Damon... – disse Caroline sem acreditar no que estava dizendo.
– Talvez seja verdade. Mas não posso viver sem Stefan. O que fazer, meu Deus?
– Ai minhas almas... Disse Bonnie indgnada com que tinha acabado de ouvir.

Elena foi pra casa, e encontrou Stefan na porta. Ele havia decidido conversar mais uma vez com Elena, perguntar sobre seus reais sentimentos por Damon, e se ela ainda o amava. Estava decidido a resolver aquela situação logo, pois temia que o estado mental do irmão piorasse com uma eventual demora... Ele temia a morte de pessoas inocentes, se Damon surtasse.

– Elena, podemos conversar? Temos que decidir nossas vidas. – Disse Stefan Inquieto
– Eu sei Stefan,– Disse Elena confusa Estava justamente conversando sobre isso com Bonnie e Caroline...
– E chegou a uma conclusão?
– Na verdade não. Só sei que te amo, e que não posso deixar o Damon na mão...
– É... sei o que você quer dizer. Estou apreensivo quanto ao estado mental dele. Já matou aquela mulher há alguns dias... Temo que ele esteja surtando de novo.
– Também estou com medo, Stefan. Não sei como escolher entre vocês dois.
– Fica comigo... – Disse Stefan Tocando seu Rosto
– Eu quero ficar, Stefan. Mas não posso abandonar Damon, você me entende? Ele só tem a mim... – Elena deixou uma lagrima cai dos seus olhos ao dizer aquilo
– E a mim, Elena. Também me importo com ele. – Stefan Limpou as lagrimas que cai dos olhos de Elena
– Eu sei, meu amor. Mas não é tudo que ele pode falar com você. Ele precisa de um amigo...
– Você não pode ser somente amiga dele? – Stefan Já estava perdendo as esperançãs ao Dizer aquilo com medo da resposta dela
Elena Olho em seus olhos, pensando qual seria sua resposta.
– Eu tentei isso, Stefan. Você sabe. Mas ele me ama... e as coisas mudaram.
Elena Amava o Damon , sentia algo muito mais forte quando estava com ele, algo que a puxava para seus braços algo que não tinha como ignorar, mais e Stefan? Ela o amava também , mais era um amor diferente um amor mais calmo e tranquilo, Já com o Damon ela sentia prazer , sentia seu corpo entrar em choque com um simples toque dele, Ela estava Confusa mais sabia o que estava fazendo.
– É, mudaram. E agora eu vou perder você. – Disse Stefan Já Furioso , pois a cupa disso tudo era do Damon.
– Não sei disso ainda, Stefan. Agora me deixe entrar. Quero descansar. Já anoiteceu. – Elena estava prestes a chorar , ao olhar para Stefan e imaginando ser uma Vaca que não sabe qual dos irmãos ela amava.

– Está bem. Boa noite. – Disse Stefan Virando as costas para Elena e indo embora.

Elena entrou em casa, e foi subindo as escadas. Jenna e Alaric estavam na sala vendo TV, e Jeremy havia saído. Quando ela entrou no quarto, viu Damon sentado em sua cama.

– Quer dizer que você ainda não sabe se vai deixar o Stefan, não é? – disse Damon, evidenciando que havia ouvido tudo.
– O que você faz aqui, Damon? Quero descansar. Vá embora. – Disse Elena Gritando , ela apenas queria deitar em sua cama e deixar as lagrimas cairem sobre o travesseiro , e pensar pensar e pensar.
– Acho que você sabe bem o que vim fazer aqui. Amo você Elena, preciso de você. Hoje. Agora. – Disse Damon se aproximando de Elena
– Damon, por favor, vá embora... – Elena o Queria, queria outra vez senti seu corpo sobre o seu, queria lembrar dessa vez, ela sentia o perfume do Damon , e isso a deixava com mais desejo dele, com mais vontade de beija-lo de ser dele. – Mais ela não podia Não podia, antes tinha que termina realmente com o Stefan Ela, não queria ser mais uma Katherine.
– Não – Disse Damon Olhando em seus Olhos tentando adivinhar o que a Elena estava Pensando

Damon se aproximou, e pôs as mãos atrás da nuca de Elena, como quem vai dar um beijo, mas ela se afastou. Não queria trair o namorado de novo, e ainda não tinha certeza se queria ou não trocar de irmão... mas ficou perdida nos olhos azuis à sua frente.

– Não vou embora – Disse Damon.
– Estou com o meu colar, você não vai me obrigar a fazer nada. – Elena se afastou de Damon.
– Não preciso tirar colar nenhum pra fazer você ficar comigo, e você sabe muito bem disso.

Ele se aproximou novamente, e desta vez não se ateve, e a beijou. Elena o abraçou pensando se teria forças para se desvencilhar. Quando Damon beijou seu ombro, e foi subindo até a nuca, ela respondeu a si mesma... não.

Elena estava Perdida Damon sabia exatamente como deixar ela louca, com seu toque , com seu aroma com sua boca tocando seus lábios, Ela tentava empurra ele , mais ele era mais forte que ela. Elena não podia fazer mais nada, Já que estava querendo aquilo tanto quanto Damon, Só que tinha o STEFAN STEFAN STEFAN ela pensou no nome dele varias vezes quando estava beijando o Damon, ela não podia fazer isso com o STEFAN pelo menos agora NÃO PODIA, Mais como resistir aos toques do Damon, Ela ia se entregando aos poucos pra ele, Damon começou a passa sua mão por baixo da blusa de Elena, Ela ficava toda mole.
– Não posso Damon – Disse Elena falando baixinho em seu ouvido
– Minha Menina , esquece, esquece – Disse Damon com um gemido baixo.
Elena Não conseguiu mais, esqueceu do mundo esqueceu de tudo , Apenas se entrego ao Damon, Sentindo os beijos dele em seu Pescoço, Ele logo foi tirando sua blusa, Então Elena só estava com seu sutiã, Damon começou a beijar sua barriga, Elena foi tirando sua camiseta Damon ajudando ela. Até que Elena solta um Gemido que Deixa Damon completamente mais louco, Damon então pega ela e emburra para a cama
– Damon Damon Nãoo... – Diz Elena Puxando Damon pra mais perto
– Elena Voçe também quer – Damon vai passando sua Lingua na orelha de Elena , Fazendo Ela Ficar Mais Enloquecida com aquele Homem.
Então, Damon tirou a calça de Elena, E Foi beijando sua parte mais sensivel mesmo estando apenas de calcinha , Elena Já estava toda molhada, Não Aguentava mais Até que ela mesmo Tirou sua calcinha Puxou Damon para seu corpo, Tirando sua calça deixando ele apenas com sua Cueca Box, Damon estava em cima de Elena, beijando ela todinha, tirou seu Sutiã , e começou a morder de leve seus seios que ja estavam durinhos, Damon não conseguia mais segurar, Já estava perdido com aquilo só ele sabia o quanto Elena o deixava ele Louco
– Elena – Disse Damon Gemendo em seu ouvido
Elena começou a ficar toda arrepiada com aquilo, só ela sabia o quanto Damon o tirava de sí. Não Demorou muito Até ela Senti ele dentro dela
– Damon Damon – Gritava Elena Gemendo.... (....)

Durante aquele período de tempo, ambos esqueceram dos problemas, e Stefan tinha desaparecido para eles. Não havia mais ninguém. Só a paixão que um sentia pelo outro importava. Elena Então Pega no Sono Damon, beija sua testa e volta para Mansão

No outro dia Elena acorda, Toda confusa, mais lembrando exatamente o que tinha acontecido na noite anterior!
– Não agredito que eu fiz isso , depois de tudo que eu jurei pra mim mesma que não iria nunca trair o Stefan – Pensou Elena em voz Alta , Ela sabia que agora não tinha mais jeito ela amava o Damon mais do que ela Mesma. Está na hora de resolver esta situação de uma vez por todas. Espero que todos me perdoem. Espero que não perca ninguém.

.


CONTINUA (...)


Última edição por Caroline Domingos em Qua Maio 02, 2012 7:06 pm, editado 2 vez(es)

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Seg Abr 30, 2012 2:41 am



Última edição por Caroline Domingos em Seg Abr 30, 2012 2:28 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Seg Abr 30, 2012 1:33 pm

Capitulo 6


Para toda ação há uma reação



Já passavam das 10 da manhã, e Elena não levantava. Jenna achou que algo estava errado, e foi ao quarto de Elena ver o que estava acontecendo...
– Elena? Você está doente? Aconteceu alguma coisa?
– Ahnn, oi? Humm, nada não, tia. Acabei de acordar. – Disse Elena, mais não era verdade ela já estava acordada fazia tempo, apenas estava deitada na cama pensando em como ela ia explica a todo mundo qual era a sua decisão.

Jenna, que estava do lado de fora, ficou ainda mais preocupada e entrou no quarto para ver se a sobrinha estava com febre.

– Estou bem, tia Jenna, só dormi demais. A noite foi loooonga. – Disse Elena morrendo de vergonha.
– Stefan pareceu no meio da noite?- brincou Jenna se caindo de rir.
– Não, tia. Stefan, não, Foi o Damon. – Elena Não sabia como explicar, mais não tinha jeito tinha que falar a verdade , Jenna ia saber cedo ou tarde.
– O quê?? Você enlouqueceu? Não me diga que você e Damon... – Jenna não estava agreditando no que tinha ouvido.

Antes de Jenna terminar de falar, Elena comunicou sua decisão à tia, pois sabia que teria MUITO a explicar. Pra todo mundo.

– Sim, tia. Eu e Damon... Estamos juntos.
– Mas e o Stefan, querida? Vocês dois são tão lindos juntos.
– Ainda não sei o que isso vai dar, estou indo falar com dois. Não posso mais ignorar o que sinto por Damon, tia. É difícil acreditar, mas eu o amo.
– Minha querida, ele é um conquistador. Já falei sobre isso com você. Ele é lindo, galante, e tem aqueles olhos azuis que fazem a gente se perder. Mas ele não é uma boa pessoa. Resista querida, vai ser melhor pra você.
– Ai, tia, como eu tentei. Deus sabe o quanto tentei. Mas não tem jeito! Não depois dele ter decidido que não ia mais ficar sem mim. De repente ficou tudo mais difícil, ele não aceita NÃO como resposta. E vem pra cima de mim, e me beija, aí eu derreto e acabou-se.
– Tenho pena de você, querida. Vai sofrer muito com esse homem. Já namorei homens assim. A gente ama e odeia ao mesmo tempo. Fica tudo de cabeça para baixo. Espero que você consiga se safar... pois vai perder o Stefan para sempre.

Espero que não, tia. Também o amo... como diria Caroline, ai minhas almas! – Pensou Elena.

– Desculpa Jenna mais não posso fazer nada – Disse Elena ao se lavantar e ir em direção ao banheiro.

Elena foi tomar banho. Enquanto se banhava, lembrava da noite anterior. Ela pensava que já não havia desculpa para o acontecera. Ela usou seu colar de vervain o tempo todo. Ninguém a obrigou. Ela se deixou perder sozinha, e adorou. Nunca tinha passado uma noite tão boa com Stefan, nunca tinha sido tão intenso. Talvez fosse porque era proibido, escondido... quem sabe agora, se virarem namorados, tudo cairia na rotina, pensou Elena. A lembrança da noite anterior estava tão forte na cabeça dela, que começou a se tocar tomando banho. Queria sentir aquilo de novo. Estava com fome de Damon mais uma vez.
Depois do banho, Elena se vestiu. Escolheu um vestido preto, justinho, de alças finas, e sem soutien. Se pintou, com uma maquiagem bem natural, e ficou muito bonita. Alisou bem os cabelos. Ela se sentia melhor quando estava arrumada. Sentia-se mais forte, confiante. E precisava de toda força do mundo para falar com Stefan esta manhã...
Chegando à mansão Salvatore, Elena tocou a campainha. Stefan, que estava na sala, atendeu.

– Elena...
– Olá, Stefan... Precisamos conversar.
– De alguma forma acho que isso não vai ser bom pra mim... – Stefan já adivinhar a sua visita, já sabia qual seria sua escolha.
– Onde está Damon? – Disse Elena olhando pela mansão
– Dormindo. Ele chegou tarde ontem.
– É, eu sei... – Ela não podia mentir, só sabia que estava com medo da reação do Stefan
– Você e Damon... – COMO É (...) PENSOU Stefan JÁ QUERENDO SUBI NO QUARTO E ACABAR COM O IRMÃO.

Antes de Stefan terminar de falar, desce as escadas o deus grego dos olhos azuis. Elena suspira ao ter a visão daquele homem. Ela não sabia se tinha vindo dos céus ou dos infernos, mas não podia mais negar o que sentia por ele...

– Acho que você escolheu afinal - disse Stefan com lágrimas nos olhos.
– Temos muito o que conversar. Por favor não chore... – Elena acariciou seu rosto

Stefan não aguentou ver o irmão descer todo sorridente e radiante enquanto Elena suspirava de paixão. Ele simplesmente surtou e fugiu como um raio. Elena não podia acreditar no que o namorado fizera, ele era tão calmo normalmente, tão centrado. Ela ficou com medo do tiro ter saído pela culatra. Estavam todos tão preocupados com o estado mental de Damon, que ninguém se preocupou em como Stefan receberia a notícia do fim do namoro.


– Damon, vá atrás do seu irmão. – Disse Elena sem saber o que fazer, ao olhar Stefan , saindo correndo daquele jeito
– Não dá Elena, neste minuto ele pode estar em qualquer lugar. Não sei pra onde ele poderia ir. Ele também anda bem solitário depois que matei sua melhor amiga...
– O que ele pode fazer? Nunca vi ele daquele jeito. – Droga tudo isso é minha cupa, como eu posso fazer isso com o STEFAN meu DEUS o STEFAN.
– Não sei, Elena. Mas uma coisa é certa. Ele também não é flor que se cheire, acredite. Eu já vi o Stefan vampirão, e ele é pior do que eu. Afinal, ele praticamente me ensinou tudo o que eu sei...
– Você está me assustando... – Elena queria sair CORRENDO, queria que naquele momento tudo fosse um sonho, onde ela pudesse acordar e nada daquilo tinha acontecido, mais já era tarde, e ela não podia fazer mais nada.
– Acho bom ficar assustada, mesmo. Ainda mais agora que ele está consumindo sangue humano de novo...
– O que foi que eu fiz...

...

Stefan saiu em disparada e só parou de correr quando já não aguentava mais. Nem sabia mais em que cidade estava, tinha corrido centenas de quilômetros. Estava fraco e com fome. Ele se sentou à beira de uma árvore para descansar, quando passou uma mulher com uma criança no colo. Um lindo bebê. A mulher ficou preocupada com Stefan, pois estava com uma aparência horrível, e chorava muito.


– Senhor, você está bem? – disse a mulher sem imaginar o que a esperava...

Stefan levantou os olhos, que estavam vermelhos de sangue... Suas presas estavam prontas pra atacar. Seu rosto estava transformado, e ele chorava muito. Ele correu e agarrou a mulher pelo pescoço, que deixou o bebê cair no chão, aos prantos.


– Me desculpe, senhora, mas hoje não é seu dia de sorte...

Ele rasgou a jugular da senhora numa só mordida, e jorrava sangue para todos os lados. A criança chorava incessantemente no chão, e já estava coberto pelo sangue da mãe. Stefan sugou até a última gota da pobre mãe, e olhou para a criança sem saber o que fazer. Será que ele seria capaz de voltar a se alimentar de bebês? Lembrou dos primeiros anos de vampiro, em que ele e o irmão eram os terrores e assassinavam sem piedade todos os que cruzavam seu caminho. Depois de algum tempo contemplando aquele pequenino ser, Stefan decidiu que não faria nada. Ele não se perdoaria nunca mais. Não poderia voltar de uma coisa dessas. Ele não era mais o monstro que já foi, e não queria voltar a ser. Mas a dor era tão grande... Stefan não podia deixar o bebê ao acaso, pois o cheiro de sangue atrairiam bichos que poderiam matá-lo. Ele pegou a criança no colo, e com muito cuidado o deixou na soleira de uma casa, protegido do relento e do frio. Pensou que ainda havia esperança para ele, pois ainda era capaz de compaixão. Mas a sede de sangue nunca foi tão forte, talvez porque quizesse mesmo despadaçar o irmão, e não aquela pobre senhora. E Elena, então. Se arrependeu de todas as vezes que teve que se controlar perto dela, quando sugou seu doce sangue de deusa e parou, para não machucá-la. Se a tivesse matado, nada disso estaria acontecendo. Ele queria esquartejar os dois, então decidiu continuar andando, bem para longe, pra nunca mais voltar. Levaria apenas sua alma torturada, pois se os visse de novo, não saberia o que fazer. Como se controlar. Então partiu.


Última edição por Caroline Domingos em Qua Maio 02, 2012 7:06 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Seg Abr 30, 2012 2:24 pm

Capítulo 7

Louco de ódio





Elena estava muito chateada com o sumiço de Stefan. Damon tentou conforta-la, mas foi em vão.

– Não consigo parar de pensar no Stefan. Estou preocupada. Não é comum ele sair do controle dessa maneira, Damon.
– De tempo ao tempo, Elena. Ele provavelmente só precisa pensar. Nosso caso bateu como um soco na cara dele. Ele esta desnorteado. Mas vai sair dessa.
– Mas, e se ele surtou? Voc mesmo disse que ele ja foi mal antigamente.
– Se ele surtou, não podemos fazer nada agora. Vamos descobrir onde ele esta se começar a matar, não?
– Espero que ele volte por conta propria, Damon. Preciso dele aqui.
– Elena, vem tomar um banho comigo... preciso do seu carinho tambm. Depois falamos com Bonnie para tentar acha-lo, com aquele feitiço com um mapa e sangue...
– Bem lembrado, Damon. Bem lembrado.

...


Eles continuaram conversando na banheira de Damon, entre beijos e carcias, enquanto Stefan continuava perdido pelas estradas se alimentando de pessoas inocentes. Ele estava completamente perdido, pois não sabia nem onde estava, nem o que iria fazer de sua vida. Pensou em se matar... pensou em matar o irmão.

– Ahh, nunca pensei que uma traição do Damon pudesse doer tanto, principalmente porque ja esperava por isso. Mas Elena ceder aos encantos dele, isso eu não esperava. Ela parecia ser tao fiel... Eu não merecia isso! Aquela vagabunda! Ela vai ver comigo...

Stefan balbuciava enquanto rasgava os pescoços de pessoas e animais. Tudo o que aparecia em sua frente era dilacerado. Ele estava louco de ódio, e não podia se controlar.

...

Depois do banho, Damon e Elena foram a casa de Bonnie. Quando Elena contou o que aconteceu, Bonnie tambm quase surtou...

– Não acredito que voc trocou o Stefan por esse ai!
– Ei, bruxinha, eu sei que voc não gosta muito de mim, mas também não sou tão mau - Disse Damon se justificando.
– Bem que Podia ser verdade, Damon. – Bonnie queria pega a Elena Sacudir ela, e dizer HELOOO amiga olha o que voçe esta fazendooo... – E agora o Stefan sumiu... estou com um mal pressentimento. – Disse Bonnie
– Eu tambm, Bonnie. Eu tambm - Disse Elena.
– Vamos acha-lo logo. Quanto antes, melhor. Trouxe um mapa da região de Mystic Falls. Se ele estiver por perto, o encontraremos. Trouxe tambm a faca. Corto minha mão agora? - Disse Damon com pressa em resolver aquilo.

Bonnie, relutante, decidiu ajudar Damon a achar o irmão pelo bem de todos. Ela acenou com a cabeça, em sinal positivo, e se concentrou em encontrar o Stefan. Todos ficaram surpresos quando o sangue de Damon não saiu do lugar no mapa. Isso significava o que? Ele estava muito longe dali?? Ou simplesmente não saiu da cidade??

– O que faremos, Bonnie? O sangue não esta se movendo... o que isto significa?
– Significa que ele não esta em nenhum lugar por aqui... Deve estar mais longe.
– Mais longe onde??
– Não da pra saber. – Disse Bonnie com uma voz preocupante
– O MEU DEUS , me ajude. Devo trazer outro mapa? - Disse Elena perdendo a esperança.
– Calma Amor, vamos encontrar meu irmão. Ele não deve ter ido tão longe assim. Amanha arrumo outro mapa com maior amplitude – falou Damon tentando conforta-la.
– Tomara, Damon. Estou começando a me desesperar. O que Stefan esta fazendo agora?
– Não sei, Elena. Espero que não seja o que estou pensando...

...

Enquanto Damon, Bonnie e Elena tentam achar Stefan, este continua andando sem rumo pelas estradas, se alimentando, chorando e destruindo o que via pela frente. Ele precisa tomar banho, dormir, comprar umas roupas... Ele hipnotizou o dono de uma loja no meio de Wyoming a deixa-lo levar uma sacola de viagem com roupas, sabonete, sapatos etc. Depois se dirigiu a todo o Mystic Falls, no Parque Nacional de Yellowstone, em Teton. Ja que no podia ficar na cidade, ele iria para as cachoeiras. L ele ficaria livre de seres humanos. Loge de tudo e de todos, talvez ele conseguisse paz.

– Já que não consigo me controlar, vou me isolar dos humanos em Mystic Falls. L vou me sentir um pouco em casa...– Pensou em voz alta Stefan.



...

Caroline tinha que decidir o que fazer sobre Tyler e Matt, e resolveu conversar com um e outro e resolver de vez a sua vida. Primeiro foi conversar com Tyler. Foi até a mansão dos Lockwood.

– Tyler, precisamos conversar sobre o que aconteceu.
– Eu sei, Caroline. Foi meio estranho, não?
– Estranho? Perigoso. Um romance entre um lobisomen e um vampiro meio grotesco, não acha? Imagina se tivssemos filhos? Eles seriam o que?
– Pensei que vampiros não pudessem ter filhos... – Disse Tyler rindo dela.
– E não podem. Não é este o ponto. O ponto que uma situação extremamente delicada. Voc pode me matar com uma só mordida durante a lua cheia. E eu posso te matar a qualquer momento, fora da lua cheia.
– Seres humanos tambm se matam, Caroline. E por nada.
– Verdade, mas eles não são monstros como a gente.
– Eu descordo disso. Alguns humanos são bem mostros. Veja o Hitler, por exemplo. Quer monstro maior do que este?
– Hum, tem razão. Mas mesmo assim... acho perigoso ficarmos juntos. E sem contar que o Matt ainda esta na jogada... e eu o amo.
– Agora voc me deu um bom motivo para não continuarmos com isso. Se voc ainda o ama, vai atras dele. – Disse Tyler já revoltado.
– Mas tambm é perigoso, eu posso mata-lo...
– Caroline... Eu e voc temos que controlar esta violencia que temos dentro de nóis. Ambos precisamos lidar com isso. Mas se deixarmos o mal nos vencer, então melhor ficarmos sozinhos, não acha?
– Voc esta certo, Tyler. Se eu não puder controlar, então não mereço estar com ningum. Stefan consegue com a Elena, eu consigo com o Matt... eu espero. – Disse Caroline Saindo da Mansão, dando um beijo no rosto de Tyler.

Caroline saiu decidida reatar o relacionamento com Matt. Foi até Mystic Grill encontra-lo.



– Matt, podemos conversar?
– Agora não posso Caroline, Estou trabalhando.
– E quando voc tem uma folga?
– Saio em duas horas. Me encontre na porta do restaurante, esta bem?
– Claro, Matt. Já que estou aqui, gostaria de um bife bem mal passado, tem? – Disse Caroline com um sorriso de lado.
– Temos sim, Caroline. Só não entendo estas suas idéias por carnes mal passadas. Vai saber... – Matt deu um Sorriso meio confuso pra ela.
– As pessoas mudam, Matt. Eu mudei. – Disse Caroline se JUSTIFICANDO.


Última edição por Caroline Domingos em Qua Maio 02, 2012 7:07 pm, editado 1 vez(es)

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Ter Maio 01, 2012 2:38 am

Capítulo 8




Cadê a Jules

Brady chega a cidade procurando Jules, e não a encontra em lugar nenhum. Damon e Elena estão firmes no namoro, enquanto Caroline tem uma conversa definitiva com Matt.

Brady, um lobisomem forasteiro e namorado de Jules, chega a Mystic Falls procurando pela namorada. Pergunta por aí, mas ninguém conhece Jules... até que chega ao Mystic Grill.

– Olá, estou procurando esta pessoa - diz Brady à Matt, mostrando uma foto de Jules.
– Já vi esta pessoa aqui algumas vezes, mas não a vejo há uma semana mais ou menos - responde Matt.
– Você sabe de alguém que pode saber onde ela está? Preciso muito falar com ela. Jules é minha namorada, acabei de chegar na cidade e não a encontro em lugar nenhum.
– Hum, procure com a prefeita Sra. Lockwood, ou seu filho Tyler. Eu os vi juntos aqui. Ele deve saber alguma coisa.
– Obrigado - disse Brady saindo do restaurante.

Damon e Elena estavam no Mystic Grill e Damon ouviu tudo. Elena achou estranho entrar um homem diferente abordando Matt com uma foto na mão e avisou o namorado para ficar de “orelhas em pé”.

– Ele estava procurando pela Jules - disse Damon.
– Ai, ai. Vai começar tudo de novo?? Primeiro você mata o Mason e a Jules vem procurar. Depois você mata a Jules e outro cara vem procurar... Que tal se você parasse de matar Lobisomens?
– Ohh lindinha, a Jules eu nem queria matar. Mas ela matou a Rose!
– Eu sei, Damon. Ela bem que mereceu. Mas você bem que podia tentar ser mais simpático, não? Todo lobisomem do mundo quer te pegar!
– Eu bem que gostei de comer o coração daquela vadia. E fiquei bem forte! O sangue deles é bom... será que esse aí também é lobisomem?
– Nem vem, Damon. Não vai tentar descobrir como fez da última vez. Foi por isso que a Rose morreu.
– Não precisa me lembrar disso, Elena. Já dói bastante sem você ficar falando...
– Desculpe, meu amor. Sei que a Rose é um assunto delicado. Não falo mais nisso.
– Eu agradeço muito. Ainda não engoli a morte dela. Sofri mais de um século pela Katherine. Nem sei quantos séculos vou gastar pra esquecer a Rose. Se eu perdesse você também, não sei o que faria. Acho que preferiria a morte.
– Por falar em sofrimento e morte... continuo preocupada com o Stefan.
– Eu também, lindinha. Eu também.

Caroline volta ao Mystic Grill para encontrar Matt, e vê Damon e Elena saindo aos beijos. Elena a vê e vem conversar.

– Olá Caroline.
– Oi Elena, olá Damon. Eu ainda me assusto em ver vocês se beijando. Nunca pensei que você terminaria com Stefan.
– Na verdade não terminei. Antes de eu poder falar alguma coisa, ele saiu correndo e fugiu. Nunca mais o vi. Estamos tentando Achá-lo, mas está difícil.
– Vai dar tudo certo, Elena. Bonnie vai encontrá-lo. Tenha fé. Vocês estão indo onde?
– Eu vou pra casa - disse Damon - E Elena vai passar em casa para pegar umas roupas e ir pra mansão.
– Hum... já estão passando a noite juntos? Tá sério assim? E a tia Jenna, como está reagindo?
– Nada bem - disse Elena - Ela detesta o Damon. Mas está aceitando como pode. Desde que o Damon não passe muito tempo lá em casa, acho que vamos ficar bem. O Jeremy também não gostou nada da idéia, mas não disse muito. Apenas ficou emburrado.
– Acho que ele está com ciúmes - falou Damon - aquele ali é apaixonado comigo, tenho certeza!
– Damon!! - gritaram Caroline e Elena.
– Todos adoram o meu nome, hahahah - se gabou Damon.

Elena e Damon saíram, e Caroline entrou no restaurante. Já era tarde da noite, e Matt estava no final do seu turno.

– Cheguei, Matt, já está saindo?
– Estou, Carol. Só um minuto - falou o rapaz indo trocar de roupa.

Não tardou e ele volta de banho tomado, todo cheirosinho, e de roupa limpa.

– Agora podemos conversar. Na sua casa ou na minha?
– Na sua casa é melhor - disse Caroline, lembrando que Matt morava sozinho.
– Então vamos...

Matt e Caroline, já na casa dele, iniciam a sua conversa definitiva. Caroline está excitada com o cheiro maravilhoso que vem de Matt... uma mistura perfeita do cheiro natural dele, sabonete e o seu delicioso sangue correndo nas veias. Ela tenta disfarçar a vontade de beijálo, mordê-lo etc...

– Precisamos decidir se somos ou não namorados - disse Matt.
– Não somos. Pelo menos neste momento não - retruca Caroline.
– Mas eu queria ser... sinto sua falta, Carol. A minha vida está muito chata sem você.
– Ai, Matt, a minha também, mas é complicado. Eu te falei, eu mudei muito... Você não entenderia.
– Me explique, então. Me dê uma chance de entender. Se você não confia em mim, é porque provavelmente nunca me amou de verdade e nem devíamos estar tendo esta conversa...
– Não fale assim, Matt. Eu te amo. Isso é fato. Mas é um segredo... muito perigoso pra você saber. Se ficarmos juntos, você correrá perigo.
– Do que você está falando, Caroline? Estou ficando assustado... Me diga, por favor!
– Sua vida vai mudar muito se você ficar sabendo. Não sei se você está preparado pra isso. É sério. Tudo que você acredita vai mudar.
– Meu Deus, Caroline. Pare de rodeios! Eu preciso saber o que está acontecendo com você. Já não suporto mais esta distância. Seja lá o que for, eu quero saber.
– Está bem. Vou contar. Mas você precisa prometer que não vai contar a ninguém o que conversamos.
– Eu prometo.

Caroline explicou então toda a sua história desde que terminaram. Como ela estava morrendo no acidente, e como Damon (vampiro) a ajudou com seu sangue, e como Katherine (vampira) a matou, transformando-a também em vampira. Matt ouvia assustado, sem acreditar. Mas Caroline continuou. Ela contou também de Tyler e Bonnie, que também não são humanos comuns, e sim lobisomem e bruxa. Ela não parou de tagarelar sobre a vida secreta de todos em Mystic Falls. Só parou quando Matt a interrompeu:

– Pare um pouco, Caroline. O que você está dizendo não faz sentido nenhum... Você está dizendo que você, Stefan, Damon e esta tal de Katherine são vampiros, e que Katherine é ancestral de Elena, e é igual a ela. Tyler é um lobisomem e Bonnie é uma bruxa. É isso mesmo?

Caroline percebeu que Matt não estava acreditando nela, e resolveu mostrar da forma mais fácil. Ela se transformou no monstro que tanto odiava para que ele visse com seus próprios olhos.

– Esta sou eu agora - disse Caroline com o rosto transformado.
– Caroline... disse Matt sem acreditar no que via - Não posso acreditar que seja verdade. Você é mesmo um monstro?
– Não sou um monstro... ou sou? Ainda sou eu. Só que diferente. Agora eu bebo sangue pra viver, e isso não é legal. Mas tem gente que tem dietas piores. Pelo menos não é comida macrobiótica!
– Não faça piada com isso, Carol. Estou confuso, preciso de um tempo pra pensar.
– Então pense, querido. Mas haja o que houver, não conte a ninguém sobre nós, ok? É da nossa vida que estou falando.
– Não se preocupe Caroline. Também sou amigo do Stefan e da Bonnie. E Damon não parece tão mau, apesar de ter beijado minha mãe. Não tenho motivos para colocar vocês em perigo. Não vou dizer nada, acredite. Mas não sei se posso conviver com tudo isso... preciso pensar.
– Está bem... mas me deixe fazer apenas isso...

Caroline já não suportava mais de vontade e o beijou loucamente. Ele não resistiu e correspondeu ao beijo. Ela estava com tanta saudade daquele homem... queria rasgar as roupas dele ali mesmo. Com muito custo Matt conseguiu se desvencilhar dela e pediu que fosse embora.

– Vá, Caroline. Me deixe pensar.
– Tá legal, eu vou. Mas lembre-se disso. Eu te amo.
– Também te amo, Carol.

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Qua Maio 02, 2012 6:53 pm



Capítulo 9


- Onde está o Wally?

Brady chega mais perto de descobrir a verdade sobre Jules. Damon e Elena dão um passo importante na busca por Stefan, enquanto este pensa no que fazer para se vingar dos dois. Matt e Caroline chegam a uma decisão sobre o seu relacionamento.

Elena pega algumas roupas limpas para levar á mansão Salvatore, e avisa Jenna e Alaric que Elena está de saida. Alaric não aguenta e comenta:

– Sinceramente, Elena. Não entendo esta sua queda pelo Damon.
– Nem eu, Alaric. Também não posso explicar.
– Alguma notícia do Stefan? Ele já voltou à cidade?
– Ainda não, ele deve estar muito chateado e viajou para pensar – disse Elena deixando de lado o fato de estar procurando por ele, pois Jenna estava perto.

Enquanto Elena se dirigia à mansão Salvatore, seu telefone tocou. Era Bonnie.
– Elena, está ocupada? – perguntou a pequena bruxa.
– Não, entou indo dormir na casa do Damon.
– Tenho uma notícia boa pra te dar...
– Não me diga... achou o nosso Wally perdido?
– Sim... se isso fosse um jogo ou um livro, eu seria campeã mundial agora. Foi duro, mas encontrei Stefan. Damon me deixou um pouco do sangue dele para eu continuar com o feitiço, e finalmente deu certo.
– Me diga logo, Bonnie, não aguento mais esse suspense.
– Aí é que está, nem eu acreditei onde ele está... no parque Yellowstone.
– Parque Yellowstone? Onde?
– Mystic Falls...
– Tem uma cidade com mesmo nome lá?
– Não é cidade... o “Falls” é de catarata mesmo. Está nas cachoeiras.
– O Stefan é tão culto. É a cara dele fazer uma coisa assim. Pelo menos sabemos onde ele está. Agora precisamos saber porque e como entrar em contato.
– Acho que se ele não quiser ser encontrado, não será. É muito fácil se enconder naquelas matas. E lá tem bastante animal selvagem para ele se alimentar, né?
– Verdade. Estou chegando na casa dele agora. Vou contar para o Damon. Beijos, querida.
– Tchau, Elena, espero que tenha ajudado.

Elena achou a porta destrancada e foi entrando. Damon tinha acabado de sair do banho, e estava vestindo apenas uma toalha branca amarrada na cintura... Ele estava no seu quarto, vendo TV.

– Olá, lindinha. Que bom que chegou. Estava te esperando para tomarmos um vinho, que acha?
– Não tenho idade suficiente para beber, Damon, você sabe.
– Só hoje, por favor... me acompanha?
– Está bem... tenho uma notícia boa para você.
– Deixe-me adivinhar... acharam meu irmão perdido.
– Ahh, como você sabe?
– A Bonnie já me ligou, bobinha.
– Hmm, estraga prazeres. Vem cá, vem, vampirão!
– Hmm, agora gostei.

Damon e Elena tomaram vinho, enquanto faziam amor no tapete em frente à lareira. Elena estava duplamente feliz. Estava radiante por estar nos braços de seu amado sem hora para acabar, e aliviada por saber onde estava Stefan. Agora eles teriam que pensar em como abordá-lo sem que ele fugisse novamente. Ela queria entender porque ele fugiu, já que não é de sua índole abandonar a batalha daquela maneira. Alguma coisa estava quebrada dentro dele, e Elena queria muito saber o quê.
...
Caroline chegou em casa determinada à reconquistar Matt. Ela custou a se decidir, mas já que ele sabia a verdade, ela não o deixaria escapar tão fácil.

– Ahh, Matt, agora você é meu! – gritou Caroline olhando no espelho.

Enquanto Caroline desejava o ex-namorado, Matt pensava se valia a pena se envolver com toda aquela confusão de seres sobrenaturais. De uma coisa ele tinha certeza, nunca mais iria olhar Damon, Stefan, Caroline, Tyler e Bonnie da mesma maneira...

...
Brady foi até a prefeitura, falar com a Sra. Lockwood. Ela estava disponível, e o recebeu em seu gabinete. Brady contou então que era de fora, e que tinha combinado de encontrar com Jules na cidade, e que ele também era amigo de Mason. A prefeita então o atualizou no sumisso do seu cunhado, e informou ao Brady que conhecia Jules, dizendo inclusive a pousada em que ela estava hospedada.

Pedindo informação, ele chegou até a pousada onde Jules estaria, mas foi informado que ela sumiu sem encerrar a conta, e que suas coisas ainda estavam no quarto. Brady então pagou os dias atrasados, e resolveu ficar no quarto que era de Jules. Ele iria até o fim para descobrir o que acontecera à sua namorada.

Brady já havia farejado alguns vampiros na cidade, e estava disposto a matar todos eles antes de partir. Ele era sádico e violento, e não exitava em exterminar todos os vampiros que cruzassem o seu caminho. Damon ainda não sabia se Brady era lobisomem, mas ele sabia muito bem que Damon era um vampiro, e já estava na sua lista negra.

...

Elena e Damon estavam aconchegados embaixo de um cobertor, em frente à lareira, conversando.

– O que vamos fazer à respeito de Stefan, D.?
– Não sei, lindinha. Como vamos encontrá-lo no meio daquela mata? Não há como saber exatamente onde ele está, e a vantagem está com ele, pois está lá há mais tempo e conhece o terreno...
– Eu sei, meu amor, mas temos que pensar em alguma coisa. Quem sabe Bonnie pode pedir ajuda a Luka para criar um feitiço para encontrá-lo? Um que funcione melhor? Como aquela bússula, lembra?
– Boa idéia, mas não sei se Bonnie poderá confiar em Luka para ajudá-la.
– Acho melhor poder... senão estaremos sem saída.
– Vamos pensar sobre isso. Agora me beija só mais um pouquinho - disse Damon se debruçando sobre Elena novamente.

...

Enquanto isso, nas cachoeiras de Yellowstone, Stefan pensava em como se vingar da traição de Elena e Damon. Ele estava cego de ódio, e só podia ver sangue em sua frente... por isso mesmo se isolou na floresta. Ele queria minimizar os danos às pessoas inocentes.

– Não vou deixar barato o que ela fez comigo. Ela não podia ter me traído daquela maneira. Não com o Damon... está começando tudo de novo. Não vou suportar passar por tudo de novo. Ela me paga.

Stefan não queria simplesmente matá-la. Queria que ela sofresse, então pensou em pedir ajuda a Katherine. Mas como, se ela estava presa na tumba, e ele estava há muitos quilômetros da cidade de Mystic Falls?

...

Matt, depois e muito pensar, decidiu que iria terminar tudo com Caroline, afinal aquela era uma vida muito louca, e ele não estava disposto a vivê-la. Ele estava de folga do restaurante e foi até a casa dela contar a sua decisão. Para a sua própria surpresa, assim que ele pôs os olhos nela, na porta da casa, seus sentimentos mudaram... Ele pensou - o que estou fazendo? Como posso viver sem ela? A quem eu estou enganando?!

– Matt - Disse Caroline abrindo a porta - você pensou rápido, ainda bem. Achei que você iria demorar uma eternidade para se decidir, afinal é muita coisa para digerir ao mesmo tempo e é muita coisa pra pensar...
– Cale a boca, Carr. Você fala demais. Só me beija.
– Assim é que se fala...
– Shhhh, vem cá.

CONTINUA (....)

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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Sex Maio 04, 2012 12:47 am

Capitulo 10
Uma Cerveja Por favor.

Matt e Caroline estão tentando descobrir como lidar com o relacionamento, enquanto Bonnie,Alaric,Elena e Damon, fazem um plano para achar Stefan. Bryce se aproxima de Tyler.



Caroline e Matt estavam finalmente juntos de novo. Tudo estava perfeito, exceto que Matt não sabia como tratar seus amigos daquele dia em diante. Não sabia como encará-los. Era tudo tão diferente...

– Carr, e agora, como vai ser?
– Como vai ser o que, Matt?
– Tudo. Nunca namorei uma vampira antes.
– Quase ninguém namorou um vampiro antes, Matt. Que eu saiba, só a Elena tem experiência nisso. Está no segundo namorado vampiro...
– E ainda tem isso. Elena tem uma duplicata vampira chamada Katherine, Bonnie é uma bruxa, Stefan e Damon são vampiros e Tyler é um lobisomem... sinceramente não faço a menor idéia de como me comportar perto deles.
– Apenas seja você mesmo, Matt. Você nos conhece há vida inteira. Nós continuamos os mesmos com você. Seja o mesmo conosco.

Caroline tinha acabado de fazer amor com Matt, e estava com um problema sério. Estava com fome...

– Matt, preciso ir, estou com fome.
– Ora, Carr, coma alguma coisa aqui mesmo. A geladeira está cheia!
– Não é dessa fome que estou falando, estou com FOME!
– Ahh, minhas almas, está com fome de sangue? O que eu faço? Corro?
– Não, né Matt?! Não vou te matar... embora eu queira muito neste momento. Stefan me ensinou a controlar meus impulsos assassinos... mas estou realmente faminta. Você bem que podia me emprestar seu pescoço um pouquinho...
– Você não vai me matar mesmo?
– Não. Eu acho...
– Estou com medo, Caroline.
– Eu também. Vem cá.

Caroline abraçou Matt, envolvendo-o entre seus braços. Ela acariciava suas costas, e dava beijos na sua nuca, seu ombro. Matt foi relaxando aos poucos, e começou a corresponder às carícias de Caroline. Quando ambos estavam bem excitados e envolvidos naquele jogo de sedução, Caroline se inclinou, lambeu a lateral do pescoço de Matt, e com cuidado mordeu sua nuca, abrindo caminho para sua jugular. Matt se contorceu de dor no início, mas Caroline foi delicada ao sugar o sangue do namorado. Ela parava, lambia, beijava, e depois sugava mais um pouco. Matt se acostumou com a dor, e começou a gostar. Gostou tanto que começou a tirar as roupas dela e levá-la para sua cama novamente.

– Matt, o que você está fazendo...
– Também quero Voçe Caroline.

Enquanto Matt e Caroline se descobriam novamente, Bonnie, Damon e Elena estavam reunidos na casa de Alaric para decidir o que fazer a respeito de Stefan.

– Acho que devemos levar a bússula mágica dos Gilbert, um mapa, a bruxa e algum armamento pesado contra vampiros - disse Damon começando a discussão.
– Nem pensar, Damon. Nada de armas - disse Elena - Não quero que nada de mau aconteça com o Stefan.
– O problema é que acho que ele quer que algo de mau ME aconteça, Elena - retrucou Damon.
– Acho que o Damon tem razão, Elena. É perigoso para ele ir até lá desarmado. Não sabemos como Stefan está. O que ele fez foi meio louco, não acha? Fugir daquele jeito e parar do outro lado do país? É melhor ir prevenido - alertou Alaric.
– Eu posso trabalhar num feitiço para enfraquecê-lo. Assim vocês podem trazê-lo de volta pra casa - comentou Bonnie.
– Então está bem - disse Elena - Alaric prepara as armas, Bonnie prepara os feitiços e Damon... se prepara para encarar o irmão raivoso. E eu... eu morro de ansiedade.
– Não tenha medo, Elena. Stefan pode ser meu irmão, mas não é tão forte. Posso lidar com ele. Vou trazê-lo para casa.
...
Brady já estava na cidade há alguns dias, e percebeu que havia muitos seres sobrenaturais na cidade. Como ainda não sabia o que estava acontecendo, decidiu procurar o outro lobisomem do pedaço, Tyler. Ele já tinha farejado o lobinho no Mystic Grill, então foi procurá-lo. Era noite, e Tyler jantava no restaurante com Jeremy.

– Como você está encarando a nova vida, Tyler? - Perguntou Jeremy.
– Não está fácil. Me apaixonei por uma vampira que não me quer, e agora meus sentidos estão aguçados, mas ainda não sei controlar direito. Sinto cheiros, mas não sei o que significam. Ouço coisas que não deveria ouvir. E se me machuco, melhoro instantaneamente.
– Parece legal...
– Mas não é. É estranho. E confuso.

Brady tinha entrado no Mystic Grill, e ouviu a conversa. Então se aproximou.

– Você deve ser o Tyler. Falei com sua mãe na prefeitura. Meu nome é Brady. Posso falar com você um instante?
– Claro - disse Tyler com cara de quem-é-você-transeunte para Brady.
– Podemos conversar alí - disse Brady apontando para uma mesa vazia do outro lado do restaurante.
– Tá, tudo bem então.

Jeremy achou estranho aquele homem querer falar com Tyler, e mandou mensagem para Damon: Lobisomem + possível lobisomem no Grill. Quer ver?

Brady não estava com paciência para rodeios, e foi direto ao assunto.

– Meu nome, como já disse, é Brady, e também sou um lobisomem.
– Também? Como você sabe que eu sou? Nem eu sabia até pouco tempo...
– Posso sentir seu cheiro. E você também pode. Eu posso te ensinar. Mas antes preciso saber quantos vampiros existem nesta cidade, e o que fizeram com a Jules.
– Jules? Você a conhece? Ela estava aqui, mas sumiu... Não sei o que aconteceu. E não sei quantos vampiros existem na cidade. Começo uma.
– Vampiros não são conhecidos, ou amigos, são nossos inimigos.
– Inimigos por que? Não tenho nada contra a Caroline, muito pelo contrário.
– São sanguessugas, Tyler. Vivem para matar.
– Caroline não mata nem uma mosca, Brady.
– Não que você tenha visto. Sei do que esses sanguessugas são capazes.

Enquanto Brady tentava convencer Tyler a odiar os vampiros, Damon entrou no Mystic Grill. Brady sentiu seu cheiro instantaneamente, e alertou Tyler.


– Sentiu este cheiro? É um deles. Um vampiro acabou de entrar.
– Não vejo Caroline aqui. Você deve estar enganado.
– Não estou. É aquele boa pinta de roupa preta.
– Damon? Não sabia que ele era vampiro... acho que tenho que conversar com a Caroline. Ela mentiu.
– É lógico que ela mentiu. Ela é vampira, Tyler. Um monstro, não presta.
– Pare de falar mal da Carr!

O grito de Tyler chamou a atenção de Damon, que se aproximou dos dois.

– Olá cavalheiros. Bonita noite não? - Disse Damon com ironia.
– Oi Damon - respondeu Tyler - este é Brady.
– Olá. Você também uiva pra lua? - perguntou Damon sem paciência para rodeios.
– É. E você gosta de sushi, não? Carne crua?

Os dois ficaram se olhando de forma ameaçadora, como dois machos alfa lutando por território, enquanto Tyler encarava a tudo assustado, sem saber o que fazer. Eles só se afastaram quando Matt, recém chegado ao restaurante, começou seu turno perguntando.

– Oi rapazes, alguém quer beber alguma coisa?

Os dois então se afastaram, e sorriram para Matt.

– Uma cerveja, por favor. Uma cerveja...

CONTINUA (...)



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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Sex Maio 04, 2012 10:42 pm

Capitulo 11

Primeiro Dia


Damon E Brady se entendem no Mystic Grill. Elena divide mais que sexo com Damon, E Stefan começa o seu plano de vingança.



Brady se afastou, mas não saiu do restaurante, e se sentou no balcão. Damon então sentou ao seu lado e continuou a conversa.

– Você está aqui pra quê?
– Procuro minha namorada, Jules.
– Bonita garota, mas desbocada. Perdeu o coração por aí.
– Eu sabia, vocês sanguessugas a mataram.
– Ela quem começou, matando minha namorada, Rose.
– E por acaso quem matou o Mason?
– Tá, tudo bem. Eu comecei matando Mason. Mas foi porque ele era um idiota e tentou fazer a polícia me matar. Se ele não fosse um surfista burro e covarde talvez estivesse vivo.

– Agora quem vai morrer é você.
– Ehh, se acalme aí, cachorrinho. Não vá fazer xixi fora do jornal. É só sair da cidade, que ninguém se machuca.
– Você gostaria disso não é? Pois espere o contrário. Minha matilha está chegando, morceguinho.
– Afff, credo, era só o que me faltava. Um bando de cães sem dono na cidade. Vamos ter que chamar a carrocinha, ahahaha.

Damon saiu gargalhando do restaurante, sem saber do perigo que estava correndo. A lua cheia estava há apenas duas semanas de voltar, e ele não fazia a menor ideia de quantos lobisomens estavam chegando à cidade. Mas ele não podia pensar nisso, tinha que se concentrar em trazer Stefan para casa, e salvar Elena do seu destino de sacrifício.
Ao chegar em casa, achou Elena com um robe por cima da roupa, tomando vinho. e fazendo charme.

– Ei, pensei que você não tivesse idade para beber...
– Fazer o quê? Agradei do gosto. Estou fazendo jantar... Gostaria de comer o quê?
– Sinceramente?
– Como assim, Meu sangue?
– Humm, só de pensar minha boca saliva - disse Damon colocando as presas para fora.

Seu rosto estava transformado, e se aproximou de Elena sem vergonha de mostrar a face do monstro. Ele a abraçou gentilmente e cheirou seu pescoço.

– Aposto que você é deliciosa...
– Stefan gostava... mas não sei não, Damon. Você tente a se exceder um pouco no sangue, não?
– Eu posso me controlar, Elena. So mato quando estou transtornado, puto da vida. Como no dia em que perdi a Rose. Pergunte Caroline, eu fiquei com ela um tempão. E ela ainda está viva, não? Bom, mais ou menos...
– Verdade. Você promete ser bonzinho comigo? Gentil?
– Bonzinho eu não sei... mas posso ser gentil. Vem cá.

Damon beijou Elena ferozmente, e colocou as mãos embaixo da sua blusa. Com um toque ele desabotoou o sutien, e em segundos ela estava nua na cozinha. Ele a sentou em cima da bancada de pedra, e desabotoou a calça, que caiu no chão. Elena estava extasiada com a visão daquele membro vindo em sua direção. Ele a puxou para a beira da bancada e penetrou suas entranhas. Sua boca procurava cada centímetro da pele macia de Elena... até que ele se deparou com aquele pescoço... Ele podia sentir o sangue pulsando nas artérias, e o cheiro era maravilhoso... Elena gritava seu nome a cada movimento dos quadris, mas ele queria mais... queria sentir o sangue dela descendo em sua garganta. Então ele sussurrou em seu ouvido:

– Quero Voçe Elena
– Voçê já me tem amor
– Você me entendeu. Posso? Isso sou eu sendo gentil e perguntando.

Elena não respondeu nada, apenas virou a cabeça de lado, expondo sua jugular. Para Damon, aquela era uma visão dos deuses, um sonho. Ela estava disposta a colocar sua vida nas mãos dele. Era sinal de muita confiança. Damon cheirou mais uma vez aquela nuca maravilhosa... e então mordeu. Elena gritou, mas Damon não sabia se de dor ou de êxtase, pois ele a penetrava com força naquele momento. Ele se lambuzou todo no seu sangue, sujou os dedos e deu para ela chupar. Quando ela lambeu seus dedos, ele ficou ainda mais excitado, e teve que se conter para não matá-la, pois queria sugar até a última gota de sangue daquela deusa.

– Você é uma tentação, Elena, e das grandes. Você é perfeita. Até seu sangue é perfeito.
– Ora... pare com isso. Estou ficando envergonhada... Assim, não pare agora, ohhh.

Os dois, após saciados, foram tomar banho e lavar todo aquele sangue. Elena estava um pouco pálida, mas estava bem. Damon percebeu que havia enfraquecido a namorada, e terminou de fazer o jantar. Fez uma canja de Galinha, bem forte. E pediu que a amada descansasse um pouco. Elena, após o jantar, adormeceu na cama de Damon. Ele então foi para a sala, tomar um whisky e pensar...

– Será que consigo fazer isso? Quase a matei hoje. A tentação é demais. Acho que não devia te-la mordido... Como o Stefan consegue?

Enquanto Todos estavam se preparando para procurar Stefan, este aparece sorrateiramente na cidade, e vai até a tumba falar com Katherine. Ele leva uma garrafa de sangue, pois ela já estava há muito tempo sem se alimentar, e provavelmente estava começando a se mumificar. Ele chama por ela na porta da tumba.

– Kath, você pode me ouvir? Preciso falar com você.
– Há muito tempo que não escuto você me chamar assim, Stefan - diz Katherine se arrastando para perto da porta - o que você quer comigo?
– Vou tirar você daí.
– E por que? Afinal, foi você quem me prendeu. Tem a ver com Klaus e o sacrifício?
– Não. Tem a ver comigo. E com Elena me traindo com Damon. Eu estava errado sobre ela. Ela não é melhor do que você. Ninguém é melhor do que você...

Para a surpresa de Katherine, aparecem três mulheres na porta da tumba, e começam um feitiço para liberta-la.

– Quem são elas, Stefan?
– Minhas novas amigas, Kath. Encontrei as irmãs Tríade na floresta. Elas me ajudaram... e agora vão ajudar você.

Passados alguns minutos, Katherine estava livre, e faminta. Ela tentou matar uma das irmãs, mas descobriu logo que elas eram muito fortes para ela. Com apenas um olhar ela estava imóvel, sem reação. Stefan então deu a garrafa com sangue para Katherine, e apresentou suas novas amigas.

– Esta é Alissa, Kara e Lilith. São as irmãs Tríade. São muito poderosas, então não mexa com elas. Tão poderosas, que acho que vamos conseguir matar Klaus. Você me ajuda?
– Ajudar a fazer o que, Stefan? Matar Klaus?
– Não. Fazer a Elena sofrer.
– Vingança. Meu prato preferido. Claro, meu amor - disse Katherine enquanto beijava mais uma vez o seu amado. Ela esperou muito por isso, sempre amou Stefan, apesar de tudo. Se não fosse tão egoísta, ainda poderia estar com ele. Mas iria fazer tudo diferente desta vez, iria reconquistá-lo. Elena iria sofrer, sim, mas seu plano não era este. Ela queria ter o Stefan de novo. Possuir seu coração. Então pensou:
– Primeiro dia.



CONTINUA (.....)




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Re: Damon E Elena, A História Começa.

Mensagem por Caroline D Salvatore em Qua Maio 09, 2012 9:59 pm

Capitulo 12

O encontro






Stefan e Katherine procuram um lugar para se esconder, enquanto Damon e
Bonnie vão procucá-lo. Elijah faz uma visita inexperada..
.

Stefan e Katherine acharam uma pequena cabana nos arredores da cidade, na floresta, e entraram. Não havia ninguém, e a cabana parecia estar abandonada há muito tempo.

– Acho que podemos ficar por aqui, o que acha?
– Humm Stefan, já está procurando um ninho de amor para nós?
– Não, Kath, um esconderijo... até a gente decidir o que fazer. Mas bem que a idéia não é ruim...
– Assim é que se fala, Stefan.

Stefan e Katherine ficaram juntos no meio da sala empoeirada da cabana, em meio a folhas secas, terra e papéis velhos. Mas eles não estavam ligando para isso. Afinal de contas, eles não faziam amor há quase 150 anos...

Passadas algumas horas...

– Foi bom relembrar os velhos tempos, não Stefan?
– Quase 150 anos sem ter você. E de alguma forma, parece que foi ontem. Não sei por que, mas é impossível tirar você da cabeça, Katherine.
– Ou me amam, ou me odeiam, mas nunca me esquecem. Elijah, eu acho que sente os dois... Damon também. E você?
– Não sei, Katherine. Você causa um grande impacto nas pessoas... mas espere um pouco, Elijah te ama?
–Nós dois ficamos juntos antes de eu me transformar em vampira, escondido de Klaus, é claro... morro de medo dele, pois ele nunca me perdoou por fugir. Por isso fingi minha morte, Stefan. Para fugir de Klaus, e escapar da ira de Elijah.
– Você também, hein Kath? Não dava pra usar um cinto de castidade não?
– Você sabe quem que eu sempre fui uma mulher quente, Stefan, e senhora do meu nariz.
– Tem algum vampiro que você não tenha comido??
–Ciumento! Quer deixar isso pra lá?! Agora eu estou aqui, querido. Com você. E isso é tudo o que eu sempre quis nos últimos 150 anos...
– Agora que você começou a falar a verdade... começo a acreditar em você.
– Confesso que sou egoísta e manipuladora. Sou culpada destes pecados. Mas posso melhorar, você vai ver. Agora me diga, o que quer fazer com Elena?

...

Bonnie já tinha preparado tudo para a viagem. A poção para enfraquecer Stefan estava pronta e embalada para Damon. Alaric também já tinha empacotado as armas, e Elena e Damon estavam na casa da bruxinha para usar novamente o mapa para definir o lugar exato em que Stefan estava para iniciarem a viagem.

– Você bem que podia arrumar um jeito menos doloroso de achar meu irmão... cortar a mão deste jeito dói, sabia?

– Deixa de ser bebê chorão, Damon, e me dê a mão aqui...

Damon sangrou em cima do mapa dos EUA aberto em cima da mesinha da sala de Bonnie. Haviam velas acesas e um outro mapa da região de Mystic Falls entreaberto por baixo do primeiro... Quando Bonnie se concentrou em Stefan, o sangue percorreu todo o papel, saindo e parando no pequeno pedaço do mapa de Mystic Falls que aparecia na mesinha. Todos ficaram surpresos.

– O que é isso? Ele saiu do mapa? Fugiu de novo? Está aonde agora... na China? - Disse Elena desesperada.
– Não, Elena. Está bem aqui - falou Bonnie apontando para o mapa de baixo
- O sangue parou na floresta no entorno da cidade. Ele voltou.
– Não acredito! Damon, ele voltou!
– Acho melhor nos prepararmos para o confronto, Elena. Tenho certeza de que não vai ser fácil - ponderou Damon.
– A poção vai ajudar. Vai enfraquecer qualquer vampiro que cruzar o seu caminho. É só soprar o pó na criatura.
– Criatura não, bruxinha. Meu irmão.

...

Stefan e Katherine conversavam sobre a vingança que iriam tramar contra Elena e Damon, quando uma visita inexperada aparece na cabana... Ela Elijah, que descobrira a fuga de Katherine da sua prisão.

– Eu não sou de me intrometer na vida dos outros, você sabe. Mas você me desobedeceu. Como você conseguiu sair da tumba, Katherine?
– Eu tenho novos amigos, Elijah... e alguns antigos. Lembra-se do Stefan?
– Claro que sim... sua namoradinha me fez tirar você da tumba. Soube que ela trocou de irmão recentemente... e você parece que decidiu trocar de duplicata, também...
– É, muita coisa acontece em Mystic Falls... O que você quer? Se nos quisesse mortos, acho que já estaríamos a esta altura, não?
– Vim saber se vocês pretendem fazer algum mal a Elena. Ela não pode ser incomodada agora, você sabe. Sei que você deve estar magoado com ela, Stefan, mas não faça nada, está bem? Não quero ter que descumprir minha promessa e matar você. Afinal, você está na minha lista de amados e queridos... Agora você, mocinha, deveria estar presa na tumba para esperar a chegada de Klaus.
– Não vou ser mártir. Não pretendo morrer nas mãos de Klaus.
– Você sempre foi uma mulher independente, não é mesmo - indagou Elijah se aproximando perigosamente de Katherine.

Elijah estava agora a poucos centímetros de Katherine, tão perto que sua respiração era quente no rosto da vampira. Ela estava imóvel, paralisada de medo. Stefan também não ousava se mexer, pois já sabia do poder de Elijah de compelir vampiros, e não queria perder o livre arbítrio para aquele homem. Elijah sentiu o cheiro do pescoço de Katherine e chegou ainda mais perto da boca dela para dizer:

– Mesmo suja seu cheiro ainda é bom.
– Eli, me desculpe ter fugido de você. Mas o Klaus queria me matar, você sabe. E você era o seu braço direito... Eu não podia ficar ali...
– Eu sei, Katherine. Custou-me alguns séculos para entender isso, mas vejo que estava sem saída na época. Eu mesmo a teria transformado em vampira, se você assim desejasse. Eu a amava, não era luxúria.
– Mas por que eu preciso ficar aqui então? Você não me ama mais? Quer se vingar de mim?
– Quando te vi queria me vingar, sim. Mas meu plano mudou. Você vai ser a isca para atrair Klaus. Não quero que Elena morra antes do tempo, não posso usá-la dessa maneira. Você vai se passar por ela...
– O Quê???? - gritaram Stefan e Katherine.

Enquanto Stefan e Katherine estavam na cabana com Elijah, Damon e Bonnie se dirigiam a floresta. Eles levaram tudo: as armas, a poção, a bússula. Estavam determinados a acharem o vampiro fujão. Bonnie sentiu uma sensação estranha ao se aproximar da cabana de Stefan, como se outro ser mágico estivesse por ali. A cabana chamou atenção da bruxa, e ela chamou Damon e apontou.

– Ali, Damon. Veja aquela cabana.
– A bússula também aponta pra lá.
– Acho que ele não está sozinho, sinto uma sensação estranha... Tenha cuidado.
– Se você está falando eu vou escutar, Bonnie. Já aprendi que quando não ouço meus amigos tendo a me dar mal...
– Você me considera sua amiga, Damon?
– Acho que falei demais... Para de pensar, bruxinha, e vamos andando.

Quando eles chegaram do lado de fora da cabana, pararam e se olharam...

– Pronta, Bonnie? Acho bom preparar o seu repertório, porque não sei o que vou encontrar lá dentro.
– Continuo me sentindo estranha, tem alguma coisa errada. Talvez devêssemos voltar.
– Não vou desistir agora. Estamos armados até os dentes. Vai dar tudo certo.

Bonnie abriu a porta e entrou, e tomou o maior susto ao ver a casa cheia de vampiros. Damon entrou como um furacão. Já que a casa não pertencia a ninguém, ele não precisava ser convidado... Quase caiu de susto quando viu Katherine e Elijah na casa.

– Mas o que é isso? Reunião extraordinária? Cadê o meu convite? - desdenhou Damon disfarçando o susto.
– Ora, ora, mas se não é o irmão ladrão de namoradas - disse Elijah para Damon.
– Até você já sabe disso? Katherine, o que você faz aqui?
– Não é da sua conta, Damon. O que você e essa bruxa fajuta fazem aqui?
– Viemos levar o Stefan para casa - disse Bonnie apavorada por dentro.
– Ótimo, voltem todos para casa - falou Elijah em tom de ordem - Não quero ninguém correndo perigo por enquanto. Estou cansado de vigiar vocês.

Enquanto Elijah terminava a frase as irmãs Tríade entraram na cabana, pensando que Stefan estava em perigo. Bonnie entendeu na hora a sensação que sentiu. De repente todo mundo estava grudado na parede, sem poder se mexer. Só Stefan e Katherine permaneceram onde estavam.

– Está tudo bem aí, Stefan? Esse pessoal está te incomodando?
– Hehe, está tudo bem, Kara. Ninguém está se matando.

Todos ficaram surpresos com o poder das irmãs, mas Elijah foi quem ficou mais assustado. Ele nunca tinha visto bruxas tão poderosas desde a Idade Média.

– Se me permite falar, quem são vocês, poderosas feiticeiras?
– Sou Kara, a irmã mais velha. Estas não Alissa e Lilith. Sinto um grande poder em você. Você é um vampiro muito antigo...
– Sim, sou da primeira geração de vampiros. Estou maravilhado com o poder de vocês. Gostaria de conhecê-las melhor.
– Minha lealdade está com Stefan. Você não pretende machucá-lo, pretende?
– Minha preocupação não é com Stefan. Prometi que não vou machucá-lo e cumpro minhas promessas.
– Falando em promessas - disse Damon - prometi que iria levar você pra casa, Stefan.
– Pra lá eu não volto. Não quero ver a Elena. Ainda não.
– Alguma coisa me diz que se Elijah e estas bruxas não estivessem aqui a nossa conversa estaria sendo bem diferente... mais corporal...
– É, você percebeu bem. Saia da minha frente. Vou ficar aqui mesmo.
– Se você vai ficar, devemos limpar este lugar um pouco, não meninas?

As irmãs Tríade se deram as mãos de uma forma estranha, formando uma estrela. Elas entraram em transe, e toda a cabana começou a tremer e ventar. A sujeira foi se juntando e saindo pela porta, e os móveis foram se alinhando nos seus devidos lugares. Bonnie se assustou e saiu correndo da cabana, enquanto Stefan, Elijah e Katherine olhavam maravilhados o que acontecia. Damon saiu para proteger Bonnie. Quando as feiticeiras saíram do transe, a casa estava limpa e arrumada.

– Vamos montar acampamento aqui perto. Não deixaremos nada de mal acontecer a você e sua amiga, Stefan - disse Kara.
– Eu vou andando então. Katherine e Stefan parecem estar em ótimas mãos. Desejo me reunir com vocês de novo, Tríades.
– Vamos ver isso depois. Por agora meus amigos desejam descansar - replicou Lilith impaciente com tanta conversa.

Elijah correu e apareceu novamente a centímetros de Katherine, olhou fixamente nos seus olhos e sussurrou no seu ouvido:

– Não saia da cidade. Não me faça vir atrás de você.

Katherine não tinha mais medo de Elijah, pois as irmãs Tríade haviam protegido ela e Stefan de serem compelidos por ele. Com amigas como aquelas, não havia mais inimigos a temer. Eles estavam confiantes que sairiam vitoriosos. Todos deixaram a cabana, e só Stefan e Katherine permaneceram. Ela foi tomar banho, e Stefan a seguiu até o banheiro.

– Posso me juntar a você?
– É claro que pode Stefan. Hoje foi um dia de vitórias. Um belo primeiro dia. Temos que comemorar...
– Agora que seus ex-namorados nos deixaram sozinhos... é minha vez de ficar pertinho de você - disse Stefan entrando no box.
– Desculpe por isso, querido. Mas como disse, ninguém esquece Katherine Pierce.

CONTINUA (...)


Caroline D Salvatore

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Localização: No Quarto com o Damon, é claro! U.u rs *-*

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