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Set Fire to the Rain

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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Vanessa 23 em Ter Nov 29, 2011 2:03 pm

Ameiii a fic
Vc escreve muito bem ..estou adorando ler ela!!!!
Como a Elena é idiota Aff como ela ainda prefere o Stefan ???Tendo o damon ali do lado dela .....
Espero que ela se toque e fique com o Damon..
Anciosa por mais!!!
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Vanessa 23

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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Ter Nov 29, 2011 2:20 pm

lembrem-se que este é só o começo da história!!!
a coisa vai piorar e muito!!!!
hahahahahahahahahahahahahahaha
ainda vou escrever o cap 5 e posto amanhã!
obrigada pelos comentários!!!!
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Doxc em Ter Nov 29, 2011 4:23 pm

Esse capitulo tá muito bom!!!
entendi a situação!!!
Elena está ressentida com Stefan e ela o ama!!!
mas ñ do mesmo jeito q antes!!!!
e tbm se ela escolhesse Damon agr ficaria até um poko repentino!!!
to adorando!!
vc escreve maravilhosamente bem(espero um dia escrever assim)!!!!
Bjsss
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Doxc

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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Gil Somerhalder Salvatore em Ter Nov 29, 2011 4:35 pm

Amay msm, outra fã maluquete aki

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bjss
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por NandaSalvatore em Ter Nov 29, 2011 9:25 pm

Filha,

Adorei!
Muito bom!
Acho que é questão de tempo a Elena se tocar e trocar o Stefan pelo Damon
Pelo menos eu espero.
Bjs
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Susy_W em Ter Nov 29, 2011 10:29 pm

Ai, amei o capitulo!!
Você tem talento Carol!!
Esperando o proximo cap.
bjsss
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Qua Nov 30, 2011 10:22 am

capítulo enooooooooooooooooooooooooooorme para vcs!!!

por favor, tentem sobreviver até o final!
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Qua Nov 30, 2011 10:22 am

Capítulo 5

Elena espalmou as mãos no peito de Stefan e o afastou delicadamente, de modo que não ferisse seus sentimentos. Continuou encarando-o de perto com os lábios há uma distância nem um pouco segura. Desviou os olhos para os sapatos para pensar em algo coerente para dizer.
- Desculpa. – disse ele quebrando o silêncio.
- É melhor que isso não aconteça por enquanto. Eu pedi um tempo e é isso que teremos.
- Tudo bem. Acho que me descontrolei.
Os dois estavam constrangidos com a situação. Se fosse possível, Stefan estaria tão corado quanto Elena. Afastaram-se alguns passos para diminuir o desconforto. A jovem voltou a esconder as mãos nos bolsos da jaqueta e fitava fixamente as botas. Ele despenteava nervosamente os cabelos já desgrenhados pelo vento. O silêncio que se seguiu foi suficiente para que pensassem no ocorrido. Uma estranha culpa a invadiu. Sabia que beijar Stefan seria comum e natural, já que teoricamente estavam apaixonados, mas se indagava sobre o porquê daquilo ser não errado no momento. A atração entre eles era evidente, mas tinha a impressão de que tocar-lo como antes era um pecado. E que obviamente teria conseqüências.
- Tenho que ir para casa.
- Eu te levo.
Falaram ao mesmo tempo e uma nova onda de calor subiu às bochechas dela.
- Se você quiser uma carona, eu posso te levar para casa.
- Eu aceito. Damon foi levar as meninas, então acho que estou a pé. – Elena deu um risinho nervoso tentando descontrair-se.
- Só vou fazer mais uma coisa.
Elena congelou. Prendeu a respiração e contraiu os músculos. Manteve o maxilar travado para não beijar-lo novamente. Estranhou quando não a tocou quando se aproximou, ele apenas se agachou e depositou uma rosa vermelha na lápide de Jeremy. Ela não tinha idéia de onde a flor surgiu e nem se deu ao trabalho de perguntar. Ele encarava o nome esculpido no mármore com um olhar de pesar. Seu sofrimento era quase palpável e a culpa estava estampada em seus olhos. Elena foi invadida por um desejo súbito de abraçar-lo, garantir-lhe de que estava tudo bem e dizer-lhe para não se sentir assim. Conteve-se e se ateve apenas a observar a cena. Stefan deu umas batidinhas carinhosas na pedra e se dirigiu para o estacionamento. Olhou uma última vez o túmulo do irmão, sentindo o nó na garganta voltar. Então obrigou-se a dar os primeiros passos e seguiu o vampiro até o carro.

O trajeto de 15 minutos pereceu ter sido percorrido em horas, principalmente porque foi todo feito em silêncio. Quando chegaram em frente à fachada branca despediram-se com um aceno. Elena observou o Mustang de Stefan seguir pela rua até desaparecer dobrando a esquina. Sentiu o peso que a presença dele causava se esvair e a sensação de controle de suas próprias ações voltar. Ainda estava confusa com o que aconteceu no cemitério. Pensava que mesmo com toda a tristeza se sentiria eufórica em finalmente ela e Stefan poderem ficar juntos. Ao invés disso sentiu-se extremamente perturbada, confusa. A volta dele parecia atrapalhar alguma coisa e não solucionar. Começava a duvidar se o que desejou durante tanto tempo fosse mesmo o que queria. “Claro que é! Eu amo Stefan!”. Atribuiu sua confusão ao distanciamento que tiveram. “Nada pode ter mudado. Ele é meu namorado! Tenho que amar-lo. Tenho...”.
Balançou a cabeça tentando afastar esses pensamentos e rumou para a entrada da casa. Quando entrou, tudo estava estranhamente silencioso. Nenhuma luz estava acesa e não havia ninguém na cozinha, como sempre havia, nem ninguém em toda a residência. Estava sozinha. Pela primeira vez Elena estava sozinha em casa e tinha a certeza de que ninguém mais chegaria. Jeremy não deixaria mais seus tênis sujos e fedidos jogados na sala, nem roubaria seus doces, nem iria quase incendiar a casa acidentalmente tentando impressionar Bonnie com um jantar. Não ouviria seus berros de manhã brigando com ela para usar o chuveiro, nem pediria uma carona para ela para ir à escola. Ele não voltaria nunca mais. O tripé dos Gilbert estava finalmente destruído. Primeiro Jenna, depois Jer. Sobrara apenas Elena para carregar a herança nas costas.
O som de soluços irrompeu na sala. Elena deslizou as costas pelo portal de madeira até sentar no chão, só então permitiu-se chorar.
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Qua Nov 30, 2011 10:23 am

----------X----------

Há horas que Damon dirigia sem rumo pela cidade. Já havia escurecido quando decidiu o que faria. Iria caçar. Fazia meses que não sentia a adrenalina da perseguição. Alimentar-se de sacos de sangue e de animais pequenos não davam-lhe a emoção que desejava. Precisava de algo mais fresco, mais substancial, algo que sentia medo. Gostava do medo que causava às suas vítimas. Seu lado psicopata estava retornando por causa da raiva que sentia. Achava que era justo causar dor já que o machucaram. Queria ver alguém sofrendo mais que ele, pois só assim não daria tanta importância à própria dor.
Enquanto passava por uma rua deserta avistou uma jovem andando despreocupadamente pela calçada. Provavelmente voltava para casa depois um dia cheio de trabalho. Nem imaginava que algo de ruim poderia acontecer a ela. Vestia um sobretudo pesado, cachecol branco e uma toca combinando. Tinha os cabelos negros e era bem alta. Bem o tipo do vampiro. Tudo que precisava fazer era aproximar-se com o carro e lançar-la um belo sorriso. Depois só precisaria hipnotizar-la para entrar no carro. O plano mortal era montado em sua mente. Já sabia até como se livraria do corpo. “Ninguém caminha no bosque.” Tudo estava pronto, ensaiado e decidido. Mas conforme foi se aproximando os cabelos negros tornaram-se chocolate, as bochechas azuis de frio ficaram coradas e os olhos claros agora eram marrons. Sua cabeça estava tão perturbada que enxergava Elena em qualquer lugar. Imaginou o quanto ela ficaria chateada se descobrisse o que estava prestes a fazer. Mesmo esse sendo o objetivo, não era capaz de levar a diante. Seu rosto decepcionado valeria mais de mil bofetadas. Desistiu então da caçada, acelerou o carro e passou direto pela garota.
Elena não saía dos seus pensamentos. Quando mais tentava esquecer-la mais se lembrava. Quando mais desejava odiar-la mais a amava. A amava muito. Não negava mais isso. O seu amadurecimento contribuiu para que aceitasse a sua paixão pela namorada do irmão. “Namorada do meu irmão...” apertou o volante com força com este pensamento. Antigamente fazia questão de magoar-la para que se afastasse para que ele não corresse o risco de se apaixonar novamente. Mas foi em vão. E agora estava pagando o preço por ter sentimentos.
Tentou distrair-se observando a rua. Sentiu uma grande familiaridade com a vizinhança. Quando se deu conta de onde estava avistou a casa branca com as venezianas uns 15 metros a frente. As luzes da varanda estavam todas acesas, iluminando a entrada e uma parte do gramado da frente. Sentiu uma pontada de preocupação o atingir. Tinha que dar uma olhada nela nem que fosse para vê-la dormir. Quando estacionou o carro no meio fio reparou que havia alguém sentado no branco de madeira da varanda. O vento que batia nos cabelos longos trazia o cheiro até ele, então não precisou olhar uma segunda vez para saber que era Elena que estava ali, enrolada em um cobertor de lã. Quando o viu, cumprimentou-o com um aceno e ele retribuiu com um sorriso. Rapidamente já estava do lado dela, abraçando-a com um dos braços.
- Não nos falamos muito hoje. – começou ela.
- Não falamos muito hoje também. – disse Damon com certo humor.
Elena deu um leve sorriso que não chegou aos olhos.
- Desculpe por ter que me aturar de manhã.
- Aquilo não foi nada. Estava cumprindo o meu dever.
- Perdoe-me mesmo assim.
- Está passando por um momento difícil, Elena. Te chamaria de coração de pedra se não agisse daquela forma.
- Antes você não achava um coração de pedra tão ruim.
- As pessoas mudam.
Ela levantou o rosto para encarar-lo e seus narizes quase se tocaram. O coração de Elena começou a pular no peito, rezou para que ele não ouvisse. Damon inclinou-se inconscientemente para ela, como se fosse um reflexo ou algo natural ficar tão próximo assim. Elena corou e ele voltou para sua posição original, mas sem deixar de abraçar-la.
- Como foi sua conversa com Stefan? – tentou mudar de assunto para não deixar-la mais constrangida, mas claro, não deu certo.
- Tranquila.
- E...?
- O que?
- Vocês estão juntos ou não?
Ele estacou por um instante.
- Não. Achei melhor ter um tempo para pensar no que aconteceu.
Uma pitada de ânimo invadiu Damon. Teve que se segurar para não dar um sorriso satisfeito. Mesmo assim decidiu não entrar mais no assunto Stefan.
- Como está se sentindo?
- Péssima, triste, sozinha...
Damon fez um movimento brusco aproximando o rosto no dela, segurando cada lado da face de Elena.
- Você não está sozinha! Nunca estará! Lembra que eu prometi que nunca te deixaria?
Agora ela tinha certeza que seu peito ia explodir. Sentia a pulsação em cada vaso sanguíneo do corpo, em especial um perto da virilha. Sua pele queimava debaixo das mãos frias e sentia que suava mesmo no inverno. O estômago estava revirado e agradeceu por estar sentada já que não sentia mais os joelhos. Seu cérebro trabalhava a mil por hora para formular uma resposta para ele, mas o órgão não decidia se concentrava-se nas palavras ou na boca de Damon que estava tão perto. Conseguiu juntar apenas 3 letras.
- Sim.
- Então nunca mais na sua existência diga que está sozinha. Vou estar sempre com você. Não sei se percebeu, mas eu sou bem durável.
Os dois riam verdadeiramente. Elena nunca imaginou que voltaria a rir assim tão rápido. Para Damon tudo era possível.
- Você é incrível, Damon.
- Posso gravar isso e por como toque?
Agora ela quase gargalhou, mas conteve-se. Não queria ter que ouvir reclamações dos vizinhos essa hora.
- Não é melhor você ir descansar? – disse ele enquanto se afastava. Ela ficou estranhamente decepcionada.
- Não tem ninguém em casa. Acho estranho dormir assim.
- Pode passar a noite na minha.
- Não quero ter que topar com Stefan.
- Duvido muito que ele esteja lá. Com tanto complexo de culpa que ele tem não vai aparecer por lá tão cedo. Ho! Desculpe, Elena! – disse ele realmente arrependido.
- Tudo bem, não fiquei magoada. Mas enfim. Prefiro não correr o risco.
- Então eu poderia ficar aqui com você.
Elena se sentiu tendo o segundo infarto do dia por causa dele. Suas costelas iam rachar logo se o seu coração não voltasse ao normal. Estava ficando cada vez mais constrangida. Sabia que ele estava ouvindo.
- Faria isso?
- Não seria a primeira vez.
Deu um leve sorriso e guiou-o para dentro. Arrepiou-se toda quando subia as escadas e tinha ciência de que Damon estava logo atrás dela. Apenas a sua presença já causava graves efeitos nela. Chegaram no quarto, ele tirou o blazer e os sapatos e deitou-se na cama esperando por ela. Elena desenrolou-se do edredom revelando o seu pijama de manga comprida cinza. Era de longe uma peça considerada sensual, mas era confortável e quente. Descalçou as pantufas e se acomodou no peito largo coberto pelo fofo suéter de lã. Incrivelmente, seus olhos ficaram pesados e adormeceu instantaneamente com os carinhos que recebia na cabeça. Damon observou-a relaxar com o seu toque e ficou ouvindo o leve ressonar da respiração. Sentia o coração dela pulsar contra seu peito e imaginou que por um instante fosse o seu próprio que voltara a bater.
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Qua Nov 30, 2011 10:24 am

podem morrer agora!
mas doem um comentário primeiro!!
coloquei um momento Delena para equilibrar as coisas.
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Dudah em Qua Nov 30, 2011 12:44 pm

Ah, Carol...
Q sweet os dois.!.
Tá ficando mto legal!..
Beijinhosss e qdo tem mais?.
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Qua Nov 30, 2011 1:08 pm

oi dudah!!! bem vinda!
amanhã tem mais amore
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Vanessa 23 em Qua Nov 30, 2011 1:37 pm

Adoreii muito lindo o momento Delena ♥
Ficou perfeito o post
Estou anciosa por mais !!!!!
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por isabela c tonon em Qua Nov 30, 2011 2:17 pm

aii que linda a sua fic carol.. quero mais heim??
antes que eu vissie d vez.. kkkkk
bjoss linda.. ammei o momento delena.. super sweet....
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Gil Somerhalder Salvatore em Qua Nov 30, 2011 4:09 pm

Q cap mais perfect Carol!

- Você é incrível, Damon.
- Posso gravar isso e por como toque?
Eu ri mt nessa parte
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Susy_W em Qua Nov 30, 2011 8:18 pm

Ahh, adorei o cap. Carol!!
Tá muito boa a sua fic.
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Vanessa 23 em Qua Nov 30, 2011 11:10 pm

AAA To amandoo
Queroo maisss
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Qui Dez 01, 2011 1:24 pm

só vou poder postar mais tarde pois nao consegui terminar o capítulo!
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por Gláucia em Qui Dez 01, 2011 3:38 pm

To chegando agora Carol....... mas vou imprimir a fic pra poder ler indo pra casa tá......

Adorei a sinopse e to mega curiosa.....

Desculp o atraso...... Bjão......
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Sex Dez 02, 2011 10:23 am

mil desculpas por nao ter postado ontem!!!!!!
estava muito enrolada com a miha vida entao nem deu!!!
mas para compensar a minha falha, vem aí um poste bem grande e fofo!
espero que gostem!
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Sex Dez 02, 2011 10:24 am

Capítulo 6

Elena acordou na manhã seguinte agarrada ao próprio travesseiro. Abriu os olhos e viu que o tecido que segurava não era o suéter de Damon, mas o cheiro dele estava impregnado em toda a roupa de cama. Ergueu-se sentindo os músculos doerem e os ossos estralarem. Olhou em volta pelo quarto à sua procura não o encontrando. “Talvez esteja no banheiro.” Arrepiou-se com a imagem que surgiu na sua cabeça. A silhueta nua de Damon vista através no vidro fosco do Box, o corpo ensaboado, a água da ducha batendo no seu rosto e escorrendo pelo seu pescoço, peito, ventre, virilha... Balançou a cabeça tentando livrar-se da cena. Mas sabia que no fundo desejou ser uma barra de sabonete bem cheirosa.
Levantou da cama e vestiu as pantufas. Foi para o corredor e não ouviu barulho de chuveiro nenhum. Sentiu uma movimentação no andar de baixo e um chiado de óleo quente na frigideira. Desceu as escadas indo direto para a cozinha e não acreditou no que estava vendo.
- Isso sim merece uma foto. – disse ela de bom humor.
O balcão estava lotado de produtos com as embalagens abertas. Havia uma caixa de ovos pela metade, um pouco de farinha esparramada, um pote de manteiga, entre outros. E pilotando o fogão e virando panquecas na frigideira com uma habilidade invejável, estava Damon. Suas roupas eram diferentes das da noite passada. Usava apenas uma camiseta branca com jeans pretos e sapatos fechados. Sua tradicional jaqueta de couro estava pendurada no encosto de uma das cadeiras da bancada. “Ele realmente tomou banho.” Ela teve uma leve vertigem, mas foi bem sucedida em esconder-la.
- Era o mínimo que eu podia fazer. – disse ele com um sorriso torto.
Ela tentou disfarçar uma pontada de tristeza que atingiu o seu rosto. Não tinha muita habilidade em esconder suas emoções como Damon então falhou na sua tentativa. Ele parou de se concentrar por um instante no que estava fazendo e a olhou nos olhos.
- Sabe que não precisava fazer nada disso.
- Eu quero.
- Damon...
- Deixe-me cuidar um pouco de você, Elena. Alguma vez já passou pela sua cabeça o fato de eu gostar de fazer isso?
Ele encarava os olhos chocolate dela com tanta intensidade que a energia entre os dois era quase palpável. Nunca viu Damon ser tão sincero como agora. O estômago vazio se revirou e os joelhos enfraqueceram fazendo-a perder um pouco do equilíbrio. Antes que fosse ao chão, sentiu mãos frias a carregarem e acomodar-la em uma das cadeiras da bancada.
- Viu como está precisando de cuidado? Se não fosse por mim teria se esborrachado.
Voltou ao fogão a tempo de não queimar uma panqueca. Elena ainda estava desconcertada. Apoiou-se no mármore da bancada e obrigou-se a encarar as pontas dos dedos dos pés. Mas a presença de Damon era forte demais para simplesmente ignorar-la. Quando levantou os olhos, um prato com uma montanha de panquecas com manteiga estava bem à sua frente. Incluindo um copo de leite e algumas frutas.
- Ia levar na sua cama, mas você acordou.
- Como teve tempo para preparar tudo isso?
- Bem, as frutas já estavam prontas, o leite estava na geladeira e não é preciso nenhuma estratégia de guerra para fazer panquecas.
Explicou com o seu usual sorriso debochado. Um meio de lado, sem mostrar os dentes e que revelava uma covinha na bochecha esquerda. Arrastou a cadeira com a jaqueta e sentou-se ao lado da jovem. Acariciou os dedos delicados com uma mão e com a outra suspendeu o queixo dela obrigando-a a olhar nos olhos. A grande diferença de temperatura fazia com que a pele de Elena parecesse ainda mais quente. Damon gostava desta sensação quando a tocava, principalmente agora que ela não estava fazendo objeção nenhuma ao carinho. Deu um sorriso satisfeito e este gesto fez com que ela corasse levemente. Afastou um pouco o rosto para deixar-la mais confortável e entrelaçou os dedos com os dela.
- Como está se sentindo hoje? – lembrou-se dos ruídos que ela fazia na noite em tudo aconteceu. Ele conseguiu ouvir claramente o choro abafado pelos travesseiros e as molas do colchão quando ela se revirava na cama. Conseguiu segurar uma careta de dor.
- Um pouco melhor. Dormi um pouco mais. – agora qualquer traço de humor se fora. Elena estava aos poucos voltando à realidade depois de um breve momento de descontração. A preocupação de Damon a despertara para o que tinha acontecido.
- Que bom. Agora pode tratar de comer tudo porque eu sei que você só está com o café da manhã, que eu fiz ontem, no estômago.
Realmente ela não comera nada desde que saiu da mansão Salvatore na manhã passada. O luto e as horas em que ficou velando o corpo do irmão não a permitiram sentir fome. Nem quando chegou em casa no final da tarde ela pensou em comida. Em resposta ao pensamento, sua barriga roncou tão alto que até mesmo um humano comum conseguiria ouvir e se assustar, imagina um vampiro como Damon. Como a situação tinha certo grau de seriedade ele não sorriu debochadamente nem fiz uma piada sobre o assunto. Elena livrou seu rosto da mão dele e voltou-se para suas panquecas, literalmente atacando-as com o garfo.
- Estão maravilhosas, Damon. – disse ela com a boca cheia.
Elena nem percebeu, mas sua mão entrelaçada com a de Damon até o fim da refeição.

Enquanto lavavam os pratos, Damon reparou que Elena permaneceu muito silenciosa desde que começou a comer. Segurou-se muito para não fazer-la falar. Sabia que quando estivesse preparada ela puxaria assunto. Foi só quando a louça já estava limpa e guardada que ela encarou Damon. Ele retribuiu o olhar atenciosamente, pronto para receber o seu desabafo e abraçar-la se possível. Mas ela não se mexeu, apenas ficou encostada no fogão apertando os dedos nervosamente.
- Eu não sei o que fazer com tudo isso. – falou subitamente olhando em volta do aposento.
- Com o que? – perguntou Damon confuso.
- Com esta casa, com as coisas da Jenna, do Jer. Não posso manter mais tudo isso para mim. Não gosto da idéia de doar o que pertenceu a eles, mas sei que é preciso. Seria uma atitude masoquista guardar tudo. Dói pensar que terei que mexer nos objetos, empacotar-los. Sinto que estou tentando me livrar deles.
- Não. Você estará seguindo com a sua vida. Jenna e Jeremy entenderiam. Você não precisa doar para estranhos, distribua entre os amigos, para que eles mesmos tenham uma lembrança deles. – disse enquanto se aproximava.
- E a casa? Não posso continuar nela depois de tudo o que aconteceu aqui. – a expressão de dor no rosto dela só piorava.
- Venda-a. está em ótimo estado e encontrará facilmente um comprador.
- Para onde eu iria?
- Para minha casa! – disse ele com um entusiasmo um pouco exagerado. – Quer dizer. A casa é sua, já que está no seu nome. E também, você passa mais tempo lá do que aqui, então não seria uma mudança tão drástica. – completou com um leve sorriso para confortar-la.
Estavam tão próximos agora que Damon mal precisaria estender o braço para tocar-lhe o rosto. O olhar atencioso dele confortou-a. Era a primeira vez que Elena sentia-se tão bem desde que tudo aconteceu. O vampiro estava se tornando um dos seus pilares, e ela tinha certeza que passar por esse momento sem ele seria quase torturante. Bonnie precisava mais de apoio do que ela e Caroline não é exatamente boa em consolar as pessoas. Agradeceu mentalmente por ele ter mudado tanto, ter se tornado um homem que ela podia admirar e confiar. Envolveu a cintura dele com os braços abraçando-o carinhosamente. Sentiu as mãos frias afagarem suas costas e seus cabelos, o queixo masculino repousado no topo da cabeça.
- Você é incrível, Damon.
- Onde está a droga do celular numa hora dessas!
Ambos deram risadas sinceras com a piada fora de contexto.
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Sex Dez 02, 2011 10:24 am

----------X----------

Bonnie permaneceu debruçada na cama desde que a trouxeram a força para casa na tarde do dia anterior. Vários lenços sujos e amassados estavam a sua volta. Nem deu-se o trabalho de trocar de roupa. Ainda vestia blusa de manga comprida preta e o casaco de linha da mesma cor. Seus sapatos estavam jogados em um canto qualquer do quarto. O sanduíche que Caroline preparou para ela na noite passada ainda estava no criado mudo, intocado. A amiga permaneceu com ela até pouco depois de anoitecer e teve que ir pelas insistências da sra. Forbes. Mas não sem antes obrigar-la prometer que não faria nenhuma besteira.
Desde que Caroline foi embora a casa ficou em completo silêncio. Ninguém entrou convidando para uma festa ou para um jantar que quase acabaria em um incêndio, nem ninguém entrou desesperado pedindo por ajuda mágica para salvar a cidade de um vampiro descontrolado. Nada disso aconteceu porque eram coisas que Jeremy faria. E ele não estava mais lá nem nunca estaria. “Ele não voltará.” Este foi o pensamento de Bonnie enquanto voltava a limpar as novas lágrimas que escorriam. Sentia-se impotente. Desta vez não pudera fazer nada para salva-lo como fizera tantas vezes. Considerava o que estava passando como um castigo por mudar tanto o curso da natureza. Estava pagando o preço por trazer os mortos de volta à vida, como fizera uma vez com Elena e Jeremy.
Segurava firmemente o anel de lápis-lazúli entre os dedos. Ele era o único meio que poderia proteger Jeremy, mas foi covardemente arrancado. Ela conseguiu recuperar-lo perto do corpo inerte de Klaus, morto logo depois de dar a ordem mortal a Stefan. “Stefan...”. A raiva tomou conta dela com a lembrança. Esmurrou violentamente o travesseiro quase rasgando a fronha. “Malditos vampiros!”. Sua reação tinha uma razão. Sua família e seu coração estavam destruídos por causa dos vampiros. Sua avó, que amava tanto e que a ensinou sobre bruxaria, lhe foi tirada por atender aos caprichos de uma daquelas criaturas e agora Jeremy, que lhe ensinou algo muito mais importante e complexo do que magia, foi morto por um vampiro a mando de outro. Ele a ensinou a amar, a amar de verdade, tão intensamente como deveria ser. E ele se fora sem que ela pudesse perdoar-lo e ser perdoada pelo incidente com Ana. O nó na garganta se apertou e ela afundou o rosto novamente no travesseiro.
- Bonn...
Uma voz grave a fez arrepiar e sentar-se num pulo no colchão. Por um momento pensou que era puro fruto de sua imaginação fértil e de sua fragilidade. Mas quando fez uma breve procura pelo quarto com os olhos deparou-se com a última figura que esperaria encontrar. Jeremy estava encostado descontraidamente na cômoda de nogueira. Bonnie esfregou os olhos esperando que a imagem dele sumisse. Quando isso não aconteceu, ela teve certeza que não se tratava de uma ilusão ou um truque que sua própria cabeça estava lha pregando. Ele estava realmente lá, podia sentir sua energia pura e reconfortante. Tentou aproximar-se e foi impedida pela mão de Jeremy.
- Jer... é você!
- Sim, sou eu sim. – disse ele com um sorriso.
- Então você está...
Ele negou levemente com a cabeça e seu sorriso sumiu.
- Não estou. Eu vim me despedir, Bonn.
- Você não pode me deixar, Jer. – disse e sentiu as lágrimas voltarem aos seus olhos.
- Chegou minha hora, Bonn. A de todos chega um dia, é a natureza. – um soluço escapou dos lábios de Bonnie.
- Eu odeio a natureza!
- Não diga isso! É uma bruxa. É sua obrigação respeitar a natureza.
- Ela deve estar me punindo agora.
- Não está. Ela está te tornando uma pessoa ainda mais forte, mais capaz de superar seus desafios. Nada acontece por acaso.
- Vou sentir sua falta.
Ele aproximou-se dela quase a tocando, mas sabia que se tentasse sua mão simplesmente a atravessaria.
- Não precisa sentir minha falta. Estarei sempre com você. Eu nunca vou te deixar, Bonnie. Eu amo você. Me perdoe pelo que aconteceu com a Ana.
- É claro que perdôo. Desde que também me perdoe por ser tão infantil em não querer ouvir suas explicações.
Jeremy deu seu típico sorriso maroto.
- Eu perdôo. Mesmo achando que o babaca da história fui eu.
Ambos deram uma pequena risada e se calaram.
- Eu amo você, Jer.
- Não vou me esquecer isso. E lembre-se que eu te amei muito também. Não esqueça que a sua vida continua e que eu espero que você encontre uma pessoa que possa te amar como eu te amei ou até mais.
- Nunca vou me esquecer de você.
- Nem eu de você. Nunca. Diga à minha irmã que eu estou bem e que a amo. Agradeça a Matt, Tyler e Alaric pela amizade, pode dizer isso a Damon também. Fale para Stefan que eu sei que não foi culpa dele e que ele foi um bom amigo. Promete?
- Prometo.
- Perdoe-o, Bonn. Ele não merece se sentir culpado por isso. Você sabe que ele é boa pessoa.
- Eu vou tentar.
Ficaram se encarando por alguns momentos. Bonnie se esforçava para decorar cada traço do rosto de Jeremy. Os olhos infantis, o nariz delicado demais, a pintinha preta na bochecha e os lábios finos e vermelhos.
- Adeus, Bonnie.
Ele deu um sorriso sincero que desapareceu como fumaça junto com o resto do corpo. O quarto parecia mais iluminado e o ambiente estava tranqüilo. O coração de Bonnie estava definitivamente mais leve e um pequeno sorriso brincou nos seus lábios. Sentia-o por perto agora, era como se nunca tivesse estado sozinha, e realmente nunca esteve.
- Adeus, Jer.
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por carolina cardinal em Sex Dez 02, 2011 10:25 am

prontinho!!!
amanhã tem mais gente!!!!
bjo e doem um comentário!!!!
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por -Samantha G. em Sex Dez 02, 2011 10:26 am

Estou gostando muito Carolina.
Parabéns pelo talento! Very Happy
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Re: Set Fire to the Rain

Mensagem por isabela c tonon em Sex Dez 02, 2011 3:07 pm

amei Caroll sua fic tá mara.. APLAUSOS pra vc gata
gostei d++ do capt...
Parabéns..
bjosss
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Re: Set Fire to the Rain

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